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SERVIÇO
Saiba como funciona o Serviço de Internação Domiciliar do Husm
Publicado em
23/09/2014 14h09
Atualizado em
19/06/2015 14h12
Eles também vestem jaleco branco e atendem pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas ao contrário da maioria dos colegas, esses profissionais da área da saúde não atuam nos ambulatórios, unidades de internação e Pronto-Socorro do Hospital Universitário de Santa Maria. A atuação da equipe interdisciplinar do Serviço de Internação Domiciliar do Hospital Universitário de Santa Maria (Sidhusm) ocorre em toda a área urbana da cidade. De segunda à sexta-feira, eles visitam os pacientes no domicílio que precisam de alguns cuidados após a alta hospitalar.
Atualmente, o serviço atende 30 pessoas/mês. Para usufruir dessa modalidade de atendimento, a passagem pelo hospital é obrigatória.
- Ou essa pessoa teve entrada via Pronto-Socorro, ou esteve internada ou consultou em um dos ambulatórios do HUSM. A necessidade de acompanhamento pelo Sidhusm vai ser avaliada pela equipe que prestou esse primeiro atendimento – explica a médica Melissa Lampert, que ajudou a criar o serviço em 2005.
Há ainda outros pré-requisitos para ser contemplado por essa modalidade de atendimento. O principal deles é que o paciente esteja estável clinicamente. O segundo, não menos importante, é o comprometimento de um familiar ou cuidador nessa rede de cuidados. Ele será o elo do paciente com a equipe.
Para cada paciente é montado um plano de atenção personalizado. O chamado Plano Terapêutico (veja quadro abaixo) prevê a atuação da equipe interdisciplinar e é definido no momento da internação. E, a cada reunião semanal do grupo, esse plano é reavaliado de acordo com a evolução do paciente.
- Levamos em conta as necessidades do momento e vamos, de acordo com as necessidades do paciente, adicionando atendimentos. Por exemplo, ele pode além do médico, precisar de fisioterapia, de acompanhamento nutricional – diz a enfermeira Salete Rizzatti.
A família dispõe de orientações à distância. A equipe de enfermagem e médica tem um telefone celular que pode ser acessado nas 24horas.
- O objetivo principal do trabalho é evitar internações por motivos que possam ser solucionados no domicílio. O serviço é mantido por prazo indeterminado, até que a pessoa tenha condições de voltar a ser atendida nos postos de saúde ou nos ambulatórios do HUSM – explica a enfermeira Cecília Brondani.
O grupo interdisciplinar também busca repassar informações necessárias para que o paciente e sua família se tornem autônomos do serviço. Orienta para buscar alguns direitos, como auxilio doença, aquisição de medicamentos gratuitos, transporte, locais para exames entre outros.
As principais vantagens do serviço são a otimização dos leitos hospitalares, cuidado orientado, continuado e integral para quem já obteve alta hospitalar.
- Nossa maior satisfação é ver que o nosso trabalho contribuiu para melhorar o dia-dia dessas pessoas. É isso que nos move – garante Melissa.
O Plano Terapêutico é dividido em quatro modalidades:
1 Prevenção: medidas educativas que visam evitar a instalação de complicações e/ou incapacidades esperadas, para pacientes com dificuldade de adesão.
Ex. Paciente com Diabetes que não está habituado ainda com a medicação;
2 Restauração: medidas de reabilitação que buscam o retorno do paciente ao nível funcional físico, psicológico e social prévio à situação de adoecimento.
Ex. Pacientes que tratam sequelas temporárias de trauma de acidentes, como fratura de fêmur;
3 Suporte: medidas de adaptação que visam promover a autonomia do paciente e/ou minimizar alterações debilitantes de doenças instaladas.
Ex. pacientes vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC);
4 Paliativo: Busca medidas de conforto para pacientes com diagnóstico de patologia avançada irreversível. Aplicação de técnicas para garantir a chamada morte humanizada.
Equipe interdisciplinar:
- Celília Brondani, Enfermeira
- Liamar Donati, Assistente Social
- Lidiane Cerezer, Fisioterapeuta
- Melissa Lampert, Médica
- Sandra Radatz, Secretária
- Salete Rizzatti, Enfermeira
Conta ainda: residência médica, mestrandos em gerontologia, residência multiprofissional nas áreas de fonoaudiologia, nutrição, fisioterapia , enfermagem e assistência social, além de alunos da Enfermagem,Medicina, Terapia Ocupacional.
Atualmente, o serviço atende 30 pessoas/mês. Para usufruir dessa modalidade de atendimento, a passagem pelo hospital é obrigatória.
- Ou essa pessoa teve entrada via Pronto-Socorro, ou esteve internada ou consultou em um dos ambulatórios do HUSM. A necessidade de acompanhamento pelo Sidhusm vai ser avaliada pela equipe que prestou esse primeiro atendimento – explica a médica Melissa Lampert, que ajudou a criar o serviço em 2005.
Há ainda outros pré-requisitos para ser contemplado por essa modalidade de atendimento. O principal deles é que o paciente esteja estável clinicamente. O segundo, não menos importante, é o comprometimento de um familiar ou cuidador nessa rede de cuidados. Ele será o elo do paciente com a equipe.
Para cada paciente é montado um plano de atenção personalizado. O chamado Plano Terapêutico (veja quadro abaixo) prevê a atuação da equipe interdisciplinar e é definido no momento da internação. E, a cada reunião semanal do grupo, esse plano é reavaliado de acordo com a evolução do paciente.
- Levamos em conta as necessidades do momento e vamos, de acordo com as necessidades do paciente, adicionando atendimentos. Por exemplo, ele pode além do médico, precisar de fisioterapia, de acompanhamento nutricional – diz a enfermeira Salete Rizzatti.
A família dispõe de orientações à distância. A equipe de enfermagem e médica tem um telefone celular que pode ser acessado nas 24horas.
- O objetivo principal do trabalho é evitar internações por motivos que possam ser solucionados no domicílio. O serviço é mantido por prazo indeterminado, até que a pessoa tenha condições de voltar a ser atendida nos postos de saúde ou nos ambulatórios do HUSM – explica a enfermeira Cecília Brondani.
O grupo interdisciplinar também busca repassar informações necessárias para que o paciente e sua família se tornem autônomos do serviço. Orienta para buscar alguns direitos, como auxilio doença, aquisição de medicamentos gratuitos, transporte, locais para exames entre outros.
As principais vantagens do serviço são a otimização dos leitos hospitalares, cuidado orientado, continuado e integral para quem já obteve alta hospitalar.
- Nossa maior satisfação é ver que o nosso trabalho contribuiu para melhorar o dia-dia dessas pessoas. É isso que nos move – garante Melissa.
O Plano Terapêutico é dividido em quatro modalidades:
1 Prevenção: medidas educativas que visam evitar a instalação de complicações e/ou incapacidades esperadas, para pacientes com dificuldade de adesão.
Ex. Paciente com Diabetes que não está habituado ainda com a medicação;
2 Restauração: medidas de reabilitação que buscam o retorno do paciente ao nível funcional físico, psicológico e social prévio à situação de adoecimento.
Ex. Pacientes que tratam sequelas temporárias de trauma de acidentes, como fratura de fêmur;
3 Suporte: medidas de adaptação que visam promover a autonomia do paciente e/ou minimizar alterações debilitantes de doenças instaladas.
Ex. pacientes vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC);
4 Paliativo: Busca medidas de conforto para pacientes com diagnóstico de patologia avançada irreversível. Aplicação de técnicas para garantir a chamada morte humanizada.
Equipe interdisciplinar:
- Celília Brondani, Enfermeira
- Liamar Donati, Assistente Social
- Lidiane Cerezer, Fisioterapeuta
- Melissa Lampert, Médica
- Sandra Radatz, Secretária
- Salete Rizzatti, Enfermeira
Conta ainda: residência médica, mestrandos em gerontologia, residência multiprofissional nas áreas de fonoaudiologia, nutrição, fisioterapia , enfermagem e assistência social, além de alunos da Enfermagem,Medicina, Terapia Ocupacional.