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MAIS SEGURANÇA
HUSM começa imprimir pulseiras de identificação de pacientes
A primeira meta internacional de segurança do paciente corresponde à identificação correta dos pacientes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que as instituições de saúde desenvolvam e executem programas e protocolos com ênfase na responsabilidade dos trabalhadores de saúde para essa identificação.
Para colocar em prática essa determinação é que, desde a última sexta-feira, 7, o paciente que interna no Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) recebe a pulseira impressa de identificação com nome completo, data de nascimento e número do SAME. A iniciativa visa garantir a segurança do paciente durante a internação hospitalar e foi implementada no Dia Mundial da Saúde, durante a II Semana de Segurança do Paciente do hospital.
Três impressoras foram instaladas no HUSM: uma no Pronto-Socorro, para identificar os pacientes que chegam na sala de emergência e as gestantes que são encaminhadas para o Centro Obstétrico; a segunda na Internação Eletiva, junto a portaria central do HUSM, e a terceira no Bloco Cirúrgico.
- Caso precise ser removida a pulseira durante cirurgia, terá como imprimir outra antes que o paciente deixe a sala – explica a enfermeira Tânia Magnago, chefe do Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente.
As pulseiras são de material resistente, laváveis. O que significa que o paciente não precisa retirá-la nem na hora do banho. A proposta é identificar o paciente na chegada e liberá-lo, no momento da alta, com a pulseira. Ele só retira em casa.
A pulseira não elimina a chamada identificação a beira de leito, espécie de placa de identificação com os dados pessoais do paciente, que fica fixada na parede ao lado da cama ou maca.
O servidor que quiser saber mais sobre o protocolo de identificação do paciente, deve acessá-lo na Intranet do HUSM. Ele está disponível desde dezembro de 2015. O caminho é o seguinte: Protocolos/Protocolos de Serviço/Protocolos de Serviço implantados no HUSM/Identificação do Paciente.
O paciente adulto terá pulseira fixada no pulso direito e o recém-nascido, além da pulseirinha no pulso, ganhará uma no tornozelo.
- O objetivo da pulseira é fazer com que o profissional de saúde tenha certeza que o medicamento prescrito é para exatamente aquele paciente, que o exame indicado também. Ele tem que olhar a pulseira, sempre, antes de medicar o paciente ou conduzi-lo para qualquer procedimento – afirma a enfermeira Noeli Landerdahl.