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GENTE DO HU
Recepcionista do HU é rainha do Carnaval de Florianópolis
Lays disse que, às vezes, é reconhecida pelo público. Foto: Daniela Passold
Muita gente não sabe, mas os pacientes e acompanhantes que chegam ao ambulatório do Hospital da Universidade Federal de Santa Catarina Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC) estão diante da realeza em pessoa. É que ali, na recepção do ambulatório, trabalha Lays Matias, uma jovem formada em Educação Física, recepcionista do HU e que, neste época do ano, é mais conhecida como a Rainha do Carnaval de Florianópolis.
Lays foi eleita como membro oficial da Família Real do Carnaval 2020 no dia 18 de janeiro deste ano, juntamente com duas princesas e o Rei Momo. É a primeira vez que ela ocupa o cargo na Corte.
Ela trabalha desde outubro no HU, onde é responsável por receber e orientar as pessoas que chegam em busca de atendimento médico. “É um trabalho gratificante, pois são pessoas que, muitas vezes, vieram de outras cidades e nem conhecem o espaço. Com estas informações, eles podem chegar ao local de consulta ou exame”, disse.
Lays diz que muita gente não a reconhece, já que se considera bem diferente quando está produzida como rainha, com a fantasia e o salto alto. “Alguns chegam a reconhecer e me cumprimentam e outros se espantam quando ficam sabendo”, afirma a recepcionista real.
Ela é natural de Florianópolis, casada, tem 25 anos, graduada em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), atua também como professora de Ginástica Rítmica para crianças e dá aulas de dança e Treinamento Funcional para idosos.
Segundo Lays, a preparação foi intensa: muitos ensaios com seu professor de samba Leandro Murillo somados à vontade de ser rainha do Carnaval, um sonho de infância. A decisão definitiva de participar do concurso foi no ano de 2017, quando colocou como meta ganhar o posto de realeza em 2020. “E com um planejamento bem grande, muito trabalho, muito treino, muitos ensaios, o resultado veio. Graças a Deus!”, ela comemora.
Lays começou a desfilar como passista no bloco de Carnaval Gaviões Alvinegros no ano de 2012, quando os blocos de bairro se apresentavam na passarela. Depois, ficou alguns anos desfilando em alas coreografadas e alas comerciais, e em 2016 voltou como passista na escola de samba Embaixada Copa Lord.
Unidade de Comunicação - HU/UFSC/EBSERH - Com informações da Agecom/UFSC