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TREINAMENTO
Residentes e preceptores da cirurgia cardíaca do HU-UFMA participam de curso de implante percutâneo de válvula aórtica
São Luís (MA)- Foi realizado nesta sexta-feira (29), no Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o curso de implante percutâneo de válvula aórtica – TAVI. Ele aconteceu no auditório azul da Unidade Presidente Dutra e teve como público-alvo, residentes e preceptores de cirurgia cardíaca.
A chefe da Unidade do Sistema Cardiorrespiratório do HU-UFMA, Vanisse Portela, reforça que a formação e capacitação dos profissionais para ocupar os espaços pelas novas tecnologias, exigem treinamento, buscando a verticalização do conhecimento. “Nesse cenário, o treinamento e capacitação dos residentes em cirurgia cardíaca é importante para ter profissionais capacitados, além de aumentar a motivação para este novo profissional, faz com eles estejam aptos a trazer ainda mais soluções e inovações”, pontuou.
O cirurgião cardíaco, Joseval da Silva Lacerda, explicou em quais casos é necessário utilizar a técnica. “Quando a cirurgia cardíaca convencional é de grande risco, como no caso de pacientes mais idosos e de alto risco, é indicado o implante percutâneo de válvula aórtica, uma prótese que pode ser colocada por via femoral (artéria localizada na virilha). Embora existam outras vias alternativas, o treinamento hoje é pela via citada anteriormente. O momento se faz importante para capacitar os futuros cirurgiões cardíacos para a implantação dessas válvulas em pacientes com estenose aórtica severa, nos casos em que não é indicado a cirurgia”, relatou.
O curso contou com treinamento em simuladores, palestra com especialista e vídeo aula.
Sobre a Ebserh
O HU-UFMA faz parte da Rede Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
Por Danielle Morais
Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh