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HUWC FAZ O BEM!
Anestesiologista usa moto elétrica infantil e óculos de realidade virtual para acalmar crianças durante exames de diagnóstico por imagem
Toda segunda-feira era aquele chororô ou aquela cara feia para fazer exame. Até que o anestesiologista Filipe Bastos Vasconcelos teve uma ideia. Ou melhor, duas. Usar uma motinha elétrica para manter a criançada quietinha na hora do exame de raio-x e óculos de realidade virtual para a meninada se distrair durante a tomografia. Os equipamentos lúdicos foram doados pelo médico à Unidade de Diagnóstico por Imagem do HUWC.
Filipe explica que, às segundas-feiras, a Unidade de Diagnóstico por Imagem recebe um grande volume de pacientes crianças para realizar exames como ultrassom, raio-X, tomografia, entre outros. Para melhorar a qualidade dos exames, gerar conforto às crianças e recorrer menos à anestesia, os colaboradores da unidade passaram a aplicar métodos alternativos de entretenimento.
O exame de raio-X, por ser um procedimento rápido, necessita que a criança fique parada por pouco tempo. Para possibilitar essa condição, a unidade usa uma moto elétrica infantil para que a criança realize o exame sentada no brinquedo. Além disso, ela pode sair do exame pilotando a moto pelo corredor até chegar à saída da unidade.
“Nas tomografias (com exceção das de cabeça e pescoço), óculos de realidade virtual transmitindo vídeos infantis distraem a criança enquanto ela está deitada para fazer o exame”, explica o anestesiologista. Por fim, para presentear a criança pelo bom comportamento durante o exame, a unidade oferece brinquedos e sacolas de doces. “Eu achei muito legal a ideia da motinha, pois, às vezes, as crianças vêm estressadas fazer o exame, e o brinquedo deixa o menino entretido até chegar à sala e fazer o exame”, relata Maria Lucimar, mãe do Guilherme, de 10 anos.
“Depois do uso desses métodos, a qualidade dos exames melhorou bastante e os profissionais ficaram mais satisfeitos porque conseguem evitar a irritação ou o choro das crianças. O ambiente dos exames de imagem se tornou mais acolhedor e lúdico para as crianças, diminuindo até mesmo a tensão já apresentada nelas, por causa de outros procedimentos que passaram antes do exame, como coletas de sangue. Desejamos que as crianças saiam dos exames se sentindo mais como crianças e menos como pacientes”, finaliza o anestesiologista. Parabéns, Filipe e toda a equipe da Unidade de Diagnóstico por Imagem pela iniciativa!
Jornalista responsável: Ludmila Wanbergna (MTB 1809 CE)
Unidade de Comunicação Social
Hospital Universitário Walter Cantídio
Complexo Hospitalar da UFC
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