Notícias
RECONHECIMENTO
Atendimento humanizado e de qualidade é relatado por pacientes do HU-UFGD
A chegada de um bebê é sempre motivo de alegria para uma família. São meses de cuidado e preparo. E, o momento do parto, embora seja magnífico, ainda é cercado de apreensão, medo, insegurança, principalmente para as mamães de primeira viagem.Fazer com que o parto seja o menos desconfortável, adotando uma postura respeitosa quanto aos desejos e necessidades da mãe e do bebê, levando em conta sempre sua saúde, segurança e bem-estar, é uma das premissas do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD), filiado à Rede Ebserh.
Ester Pereira Gerke, recepcionista, 30 anos e moradora de Dourados (MS). Na última sexta-feira (07/04) foi internada no HU-UFGD a espera de seu primeiro filho: Davi. Ela fez todo o pré-natal no Posto de Saúde (Unidade Ipiranga) e procurou o hospital para ter o seu bebê. Davi nasceu saudável com 49 cm e 3.318 quilos. Mãe e bebê receberam os devidos cuidados assistenciais e já estão em casa.
Em suas redes sociais, Ester faz o seguinte relato: “ Madrugada do dia 07/04/23, às 03h40, estourou a bolsa, estava tudo tranquilo sem dor, as contrações começaram por volta das 05 horas da manhã. Esperamos o papai, tomamos café e as 08 horas chegamos no hospital HU. Fui examinada e estava com 2 cm de dilatação, já fiquei internada. Por volta das 15 horas estava com 8 cm de dilatação, foi então que as dores aumentaram bastante. Às 17 horas, 10 cm de dilatação. Nesse tempo todo fiquei entre chuveiro, banheira, massagem do papai e muita música relaxante. Após às 17 horas, demorou um pouco para a chegada do Davi, mas com a ajuda certa da equipe ele chegou às 19h59. O papai chorou de emoção, a mamãe sentiu um alívio gigantesco rsrs (sic). O Davi ficou uma hora no colinho da mamãe, já foi mamar. Muitos podem pensar: caramba 15 horas de trabalho de parto. Porém às 15 horas cheio de amor, carinho, e um parto muito feliz. Agradeço a todos os envolvidos e muito feliz com o atendimento via SUS do HU-UFGD, a sala de parto é referência na região. Obrigada ao marido por compartilhar esse momento. Passaria tudo de novo pelo meu príncipe”.
O hospital conta com a maior estrutura materno-infantil de Mato Grosso do Sul, o local foi construído para receber de maneira mais acolhedora as gestantes, com um olhar mais humano para a saúde materno-infantil, além de proporcionar oportunidades para profissionais da saúde em residência obstétrica e de enfermagem, e por fim evitar superlotação com o escoamento do público específico.
O bebê Davi que nasceu muito saudável no HU-UFGD em 07 de abril
A hospitalização é um acontecimento que marca profundamente a pessoa e produz percepções únicas e repletas de sentido. Nesse momento a atenção da família, amigos e profissionais da saúde tornam-se ainda mais relevantes através de um olhar diferenciado e humanizado. São momentos delicados, em que o paciente está fora de seu ambiente habitual, fragilizados, inspirando cuidados em que, muitas vezes, a tolerância diminui e a irritação aumenta, o humor oscila, a espera cansa.
No entanto, existem aquelas pessoas que, mesmo com tudo isso, não perdem a fé e o otimismo. É o caso da Tallyne Lima, 32 anos, autônoma, também moradora de Dourados, que está com seu filho Luiz Guilherme de Lima, 8 anos, internado há 140 dias na pediatria do HU-UFGD. Ele tem osteomielite, uma infecção óssea geralmente causada por bactérias, micobactérias (gênero de bactérias) ou fungos, que pode afetar pessoas em todas as faixas etárias, mas tem incidência maior em crianças, idosos e pacientes com outras doenças graves.No início do ano de 2022, Luiz Guilherme fez uma cirurgia de alongamento de tendão de um dedo do pé esquerdo em Campo Grande-MS. Após a cirurgia, ele apresentou dores no pé no meio do ano passado, foi necessário realizar uma cultura , em que foi detectada a osteomielite. No final de 2022, Luiz Guilherme foi internado no HU e segue na ala pediátria até o momento,realizando tratamento. Em 11 de março, sua mãe, Tallyne, publicou o seguinte depoimento nas redes sociais: “Hoje mais uma vez eu presenciei uma “mãe “ que acompanha o filho internado , há apenas 9 dias dizer que não via a hora de ir embora desse “inferno”! Gente eu não pude me conter e falei para ela que ela não deve saber o que é um inferno! Eu não tenho nada , para reclamar do HU-UFGD , todos nos tratam muito bem , desde as enfermeiras , médicas , copeiras , cozinheiras , meninas da limpeza , recepcionistas , seguranças , todos no geral , eu agradeço todos os dias a Deus pela vida desses funcionários que deixam suas casas para cuidar de outras pessoas , peço pela cura e saúde do meu filho , pela recuperação dele e de todos que estão aqui internados, realmente não é fácil ficar dentro de um hospital , mas devemos agradecer mais e reclamar menos né !? Afinal tem mães que davam tudo para estar com seu filho internado e vivo, mas infelizmente não os tem mais! Então, não isso aqui não é um inferno”!
Luiz Guilherme e sua mãe no momento da refeição no HU-UFGD
Para o superintendente do HU-UFGD, Dr. Hermeto Macario Amin Paschoalick, relatos como esses são incentivadores: “contribui em muito com o propósito do nosso trabalho e nos dá muita força para avançarmos mais e mais. Em nome de todas nossas equipes, agradeço o reconhecimento e estendo a elas os agradecimentos. Significa que estamos no caminho certo do ensino e da assistência, levado um atendimento de qualidade para todos".
Fotos particulares e devidamente autorizadas pelas depoentes.
Sobre a Ebserh:
Hospital Universitário da Grande Dourados (HU-UFGD) faz parte da Rede Hospitalar Ebserh desde 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.
Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Os hospitais universitários são, por sua natureza educacional, campos de formação de profissionais de saúde. A Rede Hospitalar Ebserh não é responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país, apenas atua de forma complementar ao SUS.