Mapa do Jardim

Publicado em 06/03/2014 11h50 Atualizado em 27/10/2020 16h17

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Chafariz das Musas (Chafariz Central)

Foi trazido do Largo da Lapa em 1895, por ordem de Barbosa Rodrigues, autoria de Herbert W. Hogg. Fabricado na Inglaterra, possui várias alegorias que representam a música, a poesia, a ciência e a arte.

Ao nos aproximarmos do Chafariz Central, é possível ouvir o som das águas e apreciar a beleza ornamental do monumento, localizado sobre falsas pedras no centro de um grande tanque. De autoria do escultor Herbert W. Hogg, original de Derby, Inglaterra, o chafariz em ferro fundido faz referência à mitologia grega, ressaltando quatro musas. [...] filhas de Júpiter e Mnemósina, isto é, da Inteligência e da Memória [...], as quais se distinguem pelos objetos que trazem nas mãos. São elas: Calíope, a “Bela Voz” ou “Palavra”; representa a poesia épica, canta a glória dos reis e heróis. Na mão esquerda traz um bloco onde se vê uma efígie masculina sendo que na outra mão, possivelmente, teria um estilete de escrita. Seu pé direito repousa sobre um livro. Clio, é a alegoria da História e seu nome significa “fama”, em grego. Porta uma tiara e segura um rolo de pergaminho. Erato, a “Amorosa”, inspiradora dos poemas de amor. Toca lira, dado que na Antiguidade, as poesias eram declamadas com este acompanhamento musical; e Thalia, a “Festeira”, é a alegoria da Comédia. Usa tiara e segura um torçal de hera. Na outra mão, segura um cajado de pastor, atributo habitual dos atores na antiga Grécia. Originalmente, o chafariz ocupava um outro lugar na cidade do Rio de Janeiro: o Largo da Lapa. Foi trazido para o Jardim Botânico só no final do séc. XIX pelo então administrador Barbosa Rodrigues, que se aproveitou de obras de demolição na cidade.

Fabricado em ferro fundido na Inglaterra, foi trazido do Largo da Lapa em 1905 por ordem do então diretor do Jardim Botânico, João Barbosa Rodrigues, para adornar a aleia principal. O chafariz tem alegorias e quatro figuras representando a música, a poesia, a ciência e a arte.

Placa 13 Uma homenagem às musas Chafariz abastecido com a água do Rio dos Macacos é um verdadeiro símbolo do Jardim Botânico [Um monumento emblemático] Ao longo da história, cascatas, fontes, lagos e outras obras de gerenciamento das águas do Rio dos Macacos foram criadas para valorizar a coleção de plantas vivas do Jardim Botânico. No cruzamento entre as aleias – dois importantes eixos do parque –, uma delas se destaca, a ponto de ter se tornado um símbolo do Jardim: o Chafariz das Musas. [Da Lapa ao Jardim Botânico] O Chafariz das Musas enfeitava originalmente o Largo da Lapa. No final do século 19, Barbosa Rodrigues, então diretor do Jardim Botânico, soube que a peça seria removida dali em função de obras de demolição no centro da cidade. Ele tratou de trazê-la para o arboreto e instalou-a no centro de um grande tanque, onde havia anteriormente uma bacia de mármore. [Identifique as musas] O chafariz representa quatro das nove musas, criaturas mitológicas que eram filhas de Zeus e Mnemósina e apadrinhavam as artes e ciências. Empunhando um bloco está Calíope, musa da poesia épica, a mais velha das irmãs. Com um pergaminho na mão e uma tiara na cabeça está Clio, musa da História. A que está tocando uma lira é Erato, musa da poesia lírica. Por fim, com uma coroa de hera e um cajado, vemos Tália, musa da comédia. [Reconhecimento tardio] Por muito tempo o autor do Chafariz das Musas permaneceu desconhecido, até que esse enigma foi resolvido em 2005. Durante um trabalho de restauração, a arquiteta do jardim, Mônica Rocio Neves, identificou as iniciais e o sobrenome do autor em baixo-relevo na escultura de ferro fundido. Essas pistas permitiram atribuir ao escultor britânico Herbert W. Hogg a autoria da peça, feita no final do século 19.

Origem Inglesa, s.d, ferro fundido Possui várias alegorias e quatro figuras representando a música, a arte , a poesia e a ciência. Ficava no Largo da Lapa, Centro, até ser desmontado e trazido para o Jardim Botânico, pelo então diretor João Barbosa Rodrigues, em 1905.

Jardim Japonês

Placa 16 A beleza sutil do jardim japonês A água é um elemento central no espaço criado no Jardim Botânico para celebrar duas culturas [A natureza recriada] Os japoneses cultivam uma tradição milenar de fazer jardins, muito diferente da praticada no Ocidente. Em vez de imitar a natureza de forma objetiva, eles propõem recriá-la no espaço do jardim, um microcosmo em que plantas como cerejeiras, camélias e azaléias são dispostas com um “naturalismo estilizado”. A assimetria é um traço marcante desses jardins, que os distingue dos ocidentais, ordenados geometricamente. [No princípio era a água] Seja na forma serena de um lago ou no dinamismo de um riacho ou cascata, a água é um elemento essencial do jardim japonês. A própria construção do jardim é definida em função de sua disponibilidade. Sem forma fixa e em constante mutação, a água é uma metáfora da vida. Os lagos dos jardins são muitas vezes povoados por carpas, elas próprias símbolos de fertilidade e prosperidade. [A harmonia dos opostos] Os jardins japoneses são governados pelo princípio do ying e do yang, forças contrárias e complementares que coexistem em equilíbrio. A transitoriedade das plantas e da água é balanceada pela estabilidade das pedras. Elementos como lanternas, pontes, cercas e portões são dispostos de forma a fazer com que aquele espaço se integre com seu entorno. A paisagem deve ser uma extensão do jardim. [Uma ponte entre duas culturas] O Jardim Botânico tem desde 1935 um jardim japonês, criado para abrigar 65 mudas de plantas típicas do Japão oferecidas pela embaixada daquele país. Sessenta anos depois, os votos de amizade entre os dois povos foram renovados na inauguração do novo jardim japonês, projetado pelo paisagista Haruho Ieda. Nessa ocasião, a princesa Sayako e outras autoridades plantaram mudas de cerejeiras e ipês, árvores típicas dos dois países.

O jardim Japonês foi criado no Jardim Botânico em 1935 e reinaugurado em 1995 pela princesa Sayako, filha do Imperador Akihito do Japão. A cultura japonesa é representada por Bonsais, cerejeiras, bambuzais, lagos artificiais com carpas, areia e pedra.

A idéia da implantação do Jardim Japonês surgiu em 1935 quando, a partir da visita da Missão Econômica Japonesa ao Jardim Botânico, foram doadas cerca de 65 mudas de espécies típicas do Japão. Ele reproduz também alguns outros elementos da civi1ização japonesa como lanternas, casa dos jardins, portão de entrada e um revestimento no chão com pequenas pedras que atuam como estimulantes da energia vital, segundo a cultura oriental. Em novembro de 1995, como parte das comemorações do centenário do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão, foi reinaugurado o Jardim Japonês pela Princesa Sayako, filha do Imperador Akihito, com bonsais, bambuzais, dois lagos artificiais com carpas e plantas importadas daquele país tais como a cerejeira (árvore nacional), azaléias, buquês de noiva e salgueiros chorões. Como curiosidade, segue a descrição de elementos presentes neste espaço, com palavras que representam os ideogramas: - TYUMON - Pórtico que dá acesso ao jardim, constituído por duas colunas de madeira com pequeno telhado; - AZUMAYA - Quiosque hexagonal, construído com ripas leves, cuja projeção sobre o lago facilita a contemplação das carpas; - TAKI - cascatinha artificial; - TOOROO - Farolete em pedra utilizado tradicionalmente na iluminação externa de templos e santuários; - TAIKO BASHI - Ponte de madeira em forma de arco, que liga as margens do lago; - ISHINIWA - Jardim seco de pedra e areia utilizado para meditação nos templos budistas; - SHISHI ODOSHI - O aproveitamento da água que passa pelo bambu provoca um batimento ritmado da ponta do tubo de bambu contra a pedra produzindo o som que ecoa no silêncio do jardim. Os lavradores japoneses valiam-se do método para afugentar animais de seus cultivos; - YATSUBASHI - Pranchas de madeira dispostas de modo a permitir que os visitantes caminhem sobre as águas do lago. As árvores brasileiras existentes no espaço acrescido de espécies ornamentais e construções específicas da arte de jardinagem do Japão simbolizam a harmonia preconizada pelas culturas brasileira e japonesa.

Palmeira-Imperial

Originária da América Central-Guiana, é uma palmeira solitária, medindo até 50m de altura sendo mais larga na base. O botânico e oficial português, Luiz de Abreu Vieira e Silva, ao fugir da prisão na ilha Maurítius, trouxe várias espécies do Jardim Gabrielle, o principal jardim de especiarias da Ilha. As mudas foram oferecidas ao príncipe regente D. João que plantou o primeiro exemplar no Jardim Botânico em 1809. Conhecida como Palmeira Imperial, sua propagação pelo país deve-se aos escravos que, descumprindo ordens do Diretor do Jardim Botânico, roubavam suas sementes à noite para vendê – las por 100 réis cada. As duas mais antigas aleias - aleia Cândido Baptista e aleia Barbosa Rodrigues - são formadas por exemplares desta palmeira, símbolos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Originária da região do Caribe. Plantada em substituição a Palma Mater, fulminada por um raio em 1972, a Palma Filia é oriunda de uma semente da palmeira original.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: América Central, Colômbia, Venezuela CARACTERÍSTICAS: Uma das mais altas e belas palmeiras, chegando a 50 m de altura; frondes pinadas, grandes, regularmente espalmadas em curva graciosa, cacho revestido com pelos lanosos nos seus ramos; fruto pequeno; rápido crescimento. INFORMAÇÕES ADICIONAIS/DIDÁTICAS: Uma das palmeiras mais cultivadas nas nossas avenidas, parques e jardins, pela beleza de seu porte e pelo seu rápido crescimento. Sua introdução no Brasil deve-se a Luiz de Abreu Vieira e Silva, português, que aprisionado pelos franceses na Ilha de França, onde existia um jardim com numerosas plantas exóticas, conseguiu fugir desta localidade, trazendo mudas e sementes com as quais presenteou d. João VI. Entre elas encontrava-se esta palmeira que foi plantada no Jardim Botânico (então Real Horto), em 1809 pelo próprio Príncipe. Acreditava-se que as primeiras plantas tinham sido trazidas do Jardim Gabrielle, de onde vieram muitos espécimes, principalmente durante o período em que Caiena esteve sob domínio português em represália à ocupação de Portugal pelos franceses. Porém o Jardim Gabrielle ficava na Guiana Francesa e as primeiras plantas que aqui chegaram vieram, na verdade, do Jardim La Pamplemousse, nas Ilhas Maurício, trazidas por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a d. João VI. A Planta Real tornou-se logo objeto de cuidados por parte dos dirigentes do estabelecimento, florescendo pela primeira vez na administração de José Serpa Brandão. O então diretor, querendo reservar para o Jardim o monopólio da planta nobre, mandava recolher todos os frutos antes da maturação e queimá-los sob suas vistas. Mas, apesar dessa vigilância, os escravos afrontando a ira e os castigos do feitor, levantavam-se à noite, subiam no tronco liso da Palmeira e apoderavam-se de sementes que depois vendiam a um tostão cada uma. Propagada por este meio, espalhou-se por todo Brasil, tornando-se por vezes mais conhecida que as nativas.

Bromeliário

O Bromeliário compreende cerca de 1700 indivíduos em sua coleção. Podem ser observadas várias espécies oriundas de diferentes regiões do Brasil, tais como: Amazônia, Mata Atlântica, Restinga, Caatinga, além de exemplares de outros países da América do Sul e Central.

O Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro compreende cerca de 10.000 exemplares distribuídos em duas grandes estufas e em canteiros. A estufa principal (Roberto Burle Marx), inaugurada no início de 1996, contém exemplares das coleções do Jardim Botânico e do Sítio Roberto Burle Marx, além de doações recebidas e de exemplares obtidos no desenvolvimento de projetos científicos. Na estufa podem ser apreciadas espécies de diversas formações - Amazônia, Floresta Atlântica, restingas, caatingas, assim como exemplares da América do Sul e Central. O Projeto Bromélia faz do Jardim Botânico um centro de referência na família Bromeliaceae, além de promover o intercâmbio de espécies e informações, dar suporte às pesquisas científicas voltadas para a conservação, com ênfase nas espécies endêmicas, raras e ameaçadas de extinção.

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