Valor total pago aos beneficiários:

Beneficiários por Regiões

Beneficiários por Unidade da Federação

Mapa interativo do Auxílio Emergencial

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Contratos para operacionalização do Auxílio Emergencial

Caixa Econômica Federal

R$ 414.316.930,26 milhões


Custo de R$ 1,25 por pessoa elegível (APP+ PBF + CadÚnico sem PBF) para pagar as cinco parcelas, considerando que o público elegível do auxílio soma 66.131.279 pessoas. Comparando com o total a ser pago nas cinco parcelas, que atualmente soma R$ 231.999.612.100, tem-se 0,18%.

Coube à Caixa:
1. Desenvolver o APP para solicitar o auxílio;
2. Desenvolver o aplicativo de pagamento digital (Caixa Tem);
3. Abrir as agências aos sábados e horário estendido
4. Contratar serviço de armazenamento e de processamento
DataPrev

R$ 19.078.578,7 milhões


Custo de R$ 0,13 por processamento (total processado pela DataPrev, elegíveis, inelegíveis, inconclusivos. Em 21/07 eram 150.776.118de requerimentos). Comparando com o total a ser pago nas cinco parcelas, que atualmente soma R$ 231.999.612.100, tem-se 0,01%.

Coube à DataPrev:
1. Análise de elegibilidade e plataforma de informações ao cidadão;
2. Sistema para cadastramento assistido dos Correios;
3. Desenvolvimento de sistema de Contestações (CPU e Cidadania) e sistema de gerenciamento dos pagamentos judiciais.
Correios

R$ 58,6 mil


Custo de R$ 4,03 por cadastramento assistido.

Saiba mais sobre o Auxílio Emergencial


Para receber o benefício, o cidadão precisa atender a uma série de requisitos, como ter mais de 18 anos, ser desempregado, trabalhador autônomo, informal ou microempreendedor individual (MEI). O requerente deve pertencer a uma família com renda mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135), além de não ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70.

O Auxílio Emergencial foi construído em cima dos três pilares que regem o atual governo: fraternidade, respeito à Constituição e eficiência.  O auxílio é fraterno porque oferece às camadas mais vulneráveis da população apoio financeiro para enfrentarem este momento tão conturbado. É constitucional, pois cumpre as leis e é transparente na prestação de contas aos brasileiros. E, por último, mas não menos importante, é eficiente, porque concretizou, em tempo recorde, o maior programa de transferência direta de renda do mundo. O Auxílio Emergencial já foi pago 65,2 milhões de brasileiros, sendo que desses, 25 milhões de cidadãos eram considerados “invisíveis”, ou seja, não estavam cadastrados em nenhum tipo de programa e jamais foram enxergados pelos governos anteriores. 

Para garantir que os pagamentos ocorram dentro do que foi determinado pela lei, foram firmados acordos de cooperação técnica com diferentes órgãos. A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) são responsáveis por auditar as verbas repassadas, já o Ministério da Justiça e Segurança Pública atua no combate às tentativas de fraudar o Auxílio Emergencial. Um outro acordo foi firmado entre o Ministério da Cidadania, responsável pela operacionalização do pagamento, e a Defensoria Pública da União no intuito de ajudar os cidadãos que tiveram o auxílio negado. 

Entretanto, o principal acordo do Governo Federal foi firmado com a população brasileira, com a finalidade exclusiva de prestação de contas. E é exatamente esse o objetivo deste site: mostrar com transparência ao cidadão como estão sendo disponibilizadas as verbas do Auxílio Emergencial.