Lançamentos

Publicado em 27/07/2020 20h26 Atualizado em 01/12/2021 10h52

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Remoções de favelas no Rio de Janeiro
Empresários, Estado e movimento de favelados (1957-1973)

Marco Marques Pestana

Impresso | EM BREVE

Este livro retoma a história da massiva política de remoções de favelas no Rio de Janeiro do período 1962-1973, observando-a pelo prisma das relações entre Estado e sociedade civil. Sua análise rejeita a tradicional dicotomia liberal que enxerga uma simples oposição entre os dois termos, em favor de uma abordagem de alicerces gramscianos que enfatiza a articulação entre eles. Para isso, é fundamental o recurso ao conceito de classes sociais, capaz de iluminar a dinâmica dessa articulação, evidenciando as assimetrias na circulação de sujeitos e ideias. Assim, o projeto remocionista que se instalou no Estado – tanto em regime democrático, quanto sob a ditadura de 1964 – tem a sua origem rastreada em setores empresariais organizados na sociedade civil. De forma complementar, são também apresentados os mecanismos manejados pelo aparato estatal para limitar o escopo das lutas e organizações surgidas das favelas, de forma a bloquear o seu transbordamento em uma política de questionamento do conjunto da ordem social.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Marco Marques Pestana
Série: Prêmio de Pesquisa Memórias Reveladas, 2017
Volume: 10
ISBN:  978-65-995573-3-0
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 368
Formato: impresso


 

A invenção do inimigo

História e memória dos dossiês e contradossiês da ditadura militar brasileira (1964-2001)

Pedro Ivo Teixeirense

Impresso | EM BREVE

A invenção do inimigo revela o processo político de elaboração, montagem e uso de dois arquivos. De um lado, a documentação que a ditadura militar organizou para perseguir os “inimigos da pátria”. De outro, o arquivo da Comissão de Anistia reunido por vítimas do regime que sofreram inúmeras formas de perseguição política entre 1964 e 1985. A obra investiga as formas de construção, organização e apresentação dos modelos narrativos com pretensão de valor de verdade. Como o Serviço Nacional de Informações (SNI) montou seus arquivos? Quem foram os homens e mulheres perseguidos na história recente do Brasil? De que maneira circulavam os documentos secretos entre os órgãos das comunidades de informação e repressão da ditadura? Como foram organizados os arquivos que buscam contar a história das vítimas do regime? Essas são algumas das questões enfrentadas neste livro.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Pedro Ivo Teixeirense
Série: Prêmio de Pesquisa Memórias Reveladas, 2017
Volume: 11
ISBN:  978-65-995573-1-6
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 288
Formato: impresso


 

Dançando na mira da ditadura
Bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970

Lucas Pedretti

Impresso | EM BREVE

A proposta deste livro é tentar compreender o regime iniciado em 1964 colocando no centro da análise a questão racial. Para isso, o autor se dedica à experiência de frequentadores e organizadores dos bailes de música soul que ocorriam nos subúrbios cariocas ao longo da década de 1970. Essas festas, que naquele momento se tornaram um dos principais espaços de lazer da juventude negra e trabalhadora da cidade, foram rapidamente vistas pelo regime autoritário como ameaça à segurança nacional, e aqueles jovens foram monitorados, perseguidos, censurados e presos. Assim, a obra mostra como, independentemente de ter ou não atuação política, a juventude negra foi alvo de diversas violações aos direitos humanos durante a ditadura.

Ao defender a ampliação do olhar sobre quais foram os setores da sociedade atingidos pela violência ditatorial, Dançando na mira da ditadura tenta, por um lado, questionar uma memória arraigada em parte da esquerda, de que as vítimas do regime foram apenas um restrito rol de militantes envolvidos na luta armada ou no movimento estudantil. Por outro, busca enfrentar o negacionismo da direita sobre a ditadura, que se ancora amplamente na falsa ideia da “ditabranda”. Em um momento em que as disputas de memória sobre o passado recente se tornaram tão centrais na sociedade brasileira, este livro oferece uma contribuição para que, compreendendo melhor nosso passado, tenhamos capacidade de construir nosso futuro.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Lucas Pedretti
Série: Prêmio de Pesquisa Memórias Reveladas, 2017
Volume: 12
ISBN:  978-65-995573-4-7
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 152
Formato: impresso


 

Revista Arquivo em Cartaz

Arquitetura
Cenário, imaginação e personagem do cinema

Arquivo Nacional

Gratuito

A edição 2021 da revista Arquivo em Cartaz tem como tema Arquitetura: cenário, imaginação e personagem do cinema e busca explorar a multiplicidade de nexos que se estabelecem entre cinema e arquitetura. A publicação contempla textos com perfis de pesquisa acadêmica, relatos de experiências e depoimentos pessoais, formando uma coletânea com referências importantes para a produção de conhecimento no campo da arquivologia, do cinema e da preservação audiovisual. Participaram deste número Denise Morais, Mauro Domingues, Marta Prochnik, José Luiz Macedo, Joel Pizzini, Marcelo Nogueira de Siqueira, Maria José Vicentini Jorente, Walter Couto, Luciana Savaget, Claudia Tebyriça e Suély C. Góes Balo – arquivistas, historiadores, pesquisadores, restauradores, profissionais da ciência da informação. A revista Arquivo em Cartaz oferece conteúdo essencial para quem deseja se aprofundar em cinema de arquivo e preservação audiovisual.

Ficha técnica
Editora: Arquivo Nacional
Autor: Arquivo Nacional
Editor deste número: Antonio Laurindo
Ano: 2021
ISSN: 2447-4177
Número de páginas: 104
Formato: digital (pdf)


 

Difusão de acervos arquivísticosDifusão de acervos arquivísticos
O conceito de user experience no Sistema de Informações do Arquivo Nacional

Bianca da Costa Maia Lopes

Digital: pdf

Com o despontar das tecnologias digitais, a disponibilidade dos recursos informacionais da rede mundial de computadores suscitou novas possibilidades de comunicar os acervos arquivísticos ao seu público. Nesse cenário, a potencialidade de tais recursos ampliou os horizontes de busca e recuperação da informação dos arquivos, produzindo efeitos sobre a difusão de seus acervos. Esta publicação aborda o fenômeno de uma nova geração de instrumentos arquivísticos de referência, a partir do caso do Sistema de Informações do Arquivo Nacional (Sian), principal instrumento disponibilizado pelo Arquivo Nacional, sob a ótica de user experience (UX) design. Parte-se de revisão bibliográfica e, em seguida, promove-se a coleta e análise de dados segundo uma adaptação de métodos empíricos com normas de usabilidade. A partir dos resultados, buscou-se compreender a percepção dos usuários acerca dessa ferramenta e identificar seus recursos e funcionalidades passíveis de alterações, a fim de facilitar e otimizar a experiência dos usuários. Os resultados indicam uma insuficiência dos instrumentos de referência on-line das instituições arquivísticas para atingir seu amplo público, em que pesem os critérios de inteligibilidade, operacionalidade e satisfação dos usuários.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autora: Bianca da Costa Maia Lopes
Série: Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca, 2018
Volume: 3
ISBN: 978-65-995573-5-4
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 55
Formato: digital (pdf)


 

Usos e apropriações da memóriaUsos e apropriações da memória
Documentos arquivísticos em centros de memória do Judiciário federal brasileiro

Rodrigo Costa Japiassu

Impresso: em breve
Digital: pdf

Este livro é resultado de um trabalho de pesquisa realizado nos espaços de memória dos tribunais do Poder Judiciário federal. Arquivo, memória e informação foram aqui tratados como construções sociais. Compreende-se a memória como um processo, no qual se permitem múltiplas interpretações quanto aos documentos arquivísticos deslocados para espaços memoriais. A ideia defendida é a de que há um processo de “sobrevaloração” dos documentos arquivísticos quando eles são deslocados dos arquivos permanentes para os centros de memória. A pesquisa nos leva a uma cartografia não só dos caminhos, mas das condições e potenciais de realização de trabalhos memoriais com documentos arquivísticos em centros de memória do Judiciário federal brasileiro. O tema em questão ganha importância ainda maior a partir da edição da resolução n. 324/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institucionaliza os trabalhos memoriais nos tribunais, com a reformulação do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname).

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Rodrigo Costa Japiassu
Série: Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca, 2018
Volume: 4
ISBN: 978-65-995573-0-9 (impresso) | 978-65-995573-0-9 (digital)
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 100
Formato: impresso | digital (pdf)


 

Exceções legais ao direito de acesso à informação
Dimensões contextuais das categorias de informação pessoal nos documentos arquivísticos

Welder Antônio Silva

Impresso: em breve
Digital: pdf

Este livro traz uma contribuição essencial para as reflexões, no âmbito da arquivologia e da ciência da informação, sobre o justo equilíbrio entre o direito de acesso à informação e os direitos à vida privada, à intimidade, à honra e à imagem. Como ponto de partida, Welder Antônio Silva contextualiza o acesso pleno aos arquivos e a responsabilidade dos arquivistas diante do conflito entre esses direitos, e analisa, em seguida, aspectos da aplicação da lei federal n. 12.527, de 2011, Lei de Acesso à Informação – LAI, no Brasil, junto ao Poder Executivo federal, no que se refere aos pedidos de acesso à informação negados ou parcialmente concedidos por se referirem a “dados pessoais”. Ao identificar a possibilidade de irregularidades e/ou dificuldades na definição de “informações pessoais”, o autor apresenta, mediante percursos nos campos do direito e da arquivologia, um quadro de referência capaz de evidenciar os requisitos que caracterizam essas informações, para que se possa promover o acesso pleno aos documentos arquivísticos respeitando as exceções legais ao direito de acesso à informação. No direito, explora a aplicabilidade da teoria dos direitos fundamentais e identifica os traços distintivos e os aspectos convergentes dos direitos fundamentais que tutelam a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem, para compreensão desses conceitos e sua aplicabilidade em casos concretos. E na arquivologia, destaca as características próprias dos documentos arquivísticos e a visão contemporânea e ampliada do princípio da proveniência, assim como o conceito de contexto arquivístico. Esses dois caminhos de exploração e análise da teoria evidenciam requisitos que contribuem para a identificação dos documentos arquivísticos que devem ser estruturados, gerados, administrados e interpretados como possuidores de informações que violam a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. 

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Welder Antônio Silva
Série: Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca, 2018
Volume: 5
ISBN: 978-65-995573-2-3 (impresso) | 978-65-995573-9-2 (digital)
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 372
Formato: impresso | digital (pdf)


 

Vidas precárias
A experiência da arte na esfera pública

Luiz Cláudio da Costa (organização)

Gratuito: pdf

Esta coletânea reúne artigos de especialistas que participaram do colóquio realizado no Arquivo Nacional em 2018, resultado de parceria com o Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGArtes/Uerj). O evento Vidas Precárias - A Experiência da Arte na esfera Pública contou com a presença de artistas, curadores, sociólogos, filósofos, e seus trabalhos, reunidos em parte nesta publicação, tratam de temas como artes visuais, teatro, filosofia, fotografia, história e modelos de ação curatorial em acervos arquivísticos e de museus. Alguns artigos trazem  acervo do Arquivo Nacional e reproduções de obras de artistas que foram objeto de reflexão e discussão.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional, Uerj
Organizador: Luiz Cláudio da Costa
Série: Publicações Avulsas
Volume: 97
ISBN: 978-65-995573-6-1
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 167
Formato: digital (pdf)


 

Rio e a República: a cidade nas imagens da Agência NacionalPublicações Históricas

O Rio e a República
A cidade nas imagens da Agência Nacional

Claudia Beatriz Heynemann
Maria Elizabeth Brêa Monteiro (curadoras)

Gratuito: pdf | epub
Edição em epub melhor visualizada com Adobe Digital Editions e iBooks

A publicação reúne cerca de cem fotografias do Rio de Janeiro nas décadas de 1930 a 1970, pertencentes ao fundo Agência Nacional, nominado Memória do Mundo Brasil em candidatura apresentada em parceria com a Fundação Cinemateca Brasileira. As imagens reunidas no livro, marcadas pela qualidade técnica e artística, ressaltam aspectos arquitetônicos e urbanísticos da cidade em sua relação com a paisagem natural, e tornaram-se acessíveis há poucos anos a partir da digitalização dos negativos das fotografias. A Agência Nacional é herdeira dos registros do Departamento de Imprensa e Propaganda e do Departamento de Propaganda e Difusão Cultural da década de 1930, e reúne mais de cinco mil fotografias, além de filmes, gravações e documentos textuais, abrangendo o período de 1935 a 1982. O obra traz textos de apresentação das curadoras e de Ana Maria Mauad, professora da Universidade Federal Fluminense que se dedica a estudos sobre fotografia, e se organiza em quatro partes dedicadas à “Arquitetura das transformações”, “Arquitetura da moradia”, “Arquitetura do trabalho e do poder” e “Arquitetura da participação”. As imagens contam com descrições para acessibilidade visual.

Ficha técnica
Curadoras: Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro
Textos de apresentação: Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro; Ana Maria Mauad
Editora: Arquivo Nacional
Série: Publicações Históricas
Volume: 117
Ano: 2021
Edição: 1ª
Formato: digital (pdf e epub)
ISBN: 978-85-7009-000-3 (epub) | 978-65-995573-7-8 (pdf)
Imagens com descrições para acessibilidade visual


 

Organizacao_de_representantes_digitais_2021.PNGPublicações Técnicas

Organização de representantes digitais no Arquivo Nacional
Manual de procedimentos

Arquivo Nacional

Gratuito

Versão revista e atualizada do manual de padronização da produção, organização e guarda dos representantes digitais, cada vez mais numerosos diante do crescimento exponencial da atividade de digitalização. A necessidade de haver uma orientação para o tratamento desses documentos foi constatada, em 2010, pelos grupos de trabalho Recursos Computacionais e Gerenciamento dos Acervos Digitais no Arquivo Nacional (GT Gadan), que perceberam problemas como duplicação e dificuldade de identificação desses documentos. São destaques desta nova edição: revisão dos conceitos arquivísticos e atualização do glossário; atualização dos ambientes de trabalho das equipes, com redefinição das áreas de Transferência e inclusão das áreas Saídos da Quarentena e Atendimento ao Usuário; definição da área destinada aos projetos de digitalização, bem como das áreas de Natos Digitais e de Representantes Digitais de Outras Entidades, com previsão de área específica para o Memórias Reveladas; e inclusão da padronização de código de referência para apensos e anexos.

Ficha técnica
Autor: Arquivo Nacional
Editora: Arquivo Nacional
Série: Publicações Técnicas
Volume: 62
Ano: 2021
Edição: 2ª rev. e atual.
Número de páginas: 37
Formato: digital (pdf)


 

Declaração digital: recomendações para digitalização, restauração, preservação digital  e acessoPublicações Técnicas

Declaração digital
Recomendações para digitalização, restauração, preservação digital e acesso

International Federation of Film Archives

Gratuito

A publicação deste documento é fruto da participação do Arquivo Nacional como associado da International Federation of Film Archives (Fiaf), principal entidade internacional dedicada à preservação e ao acesso ao patrimônio audiovisual. A Fiaf possui comissões para tratar de assuntos relacionados ao campo do audiovisual, como a Comissão Técnica, a Comissão de Catalogação e Documentação e a Comissão de Programação e Acesso às Coleções. Essas comissões especializadas publicam regularmente, nas línguas oficiais da federação (inglês, francês e espanhol), orientações e referências para cinematecas e arquivos audiovisuais. Como forma de democratizar o acesso a essas fontes, o Arquivo Nacional realizou a tradução para o português da parte I da Declaração digital, elaborada pela Comissão Técnica da Fiaf. Acredita-se que essa tradução possa contribuir para o intercâmbio de conhecimento entre as diferentes instituições de preservação e acesso ao patrimônio audiovisual do Brasil e do mundo.

Ficha técnica
Autor: International Federation of Film Archives
Editora: Arquivo Nacional
Tradutora: Mariana Monteiro da Silveira
Original: The digital statement, part I: Recommendations for digitization, restoration, digital preservation and access (International Federation of Film Archives – Fiaf, 2018)
Série: Publicações Técnicas
Volume: 63
Ano: 2021
Edição: 1ª
Número de páginas: 14
Formato: digital (pdf)


 

acervo_v34n2_historia_indigena.jpgRevista Acervo, v. 34, n. 2 (2021)

História indígena, agência e diálogos interdisciplinares

Gratuito

Este número da revista Acervo traz o dossiê “História indígena, agência e diálogos interdisciplinares”, reunindo artigos no campo da história indígena marcados pela originalidade nos temas, problemas e fontes documentais, com destaque para as agências indígenas entre os séculos XVI e XXI. O dossiê tem como editoras Juciene Ricarte Apolinário, professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e Maria Regina Celestino de Almeida, professora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Esta é a primeira edição da Acervo no formato de publicação contínua, iniciativa que acompanha as boas práticas em editoração de periódicos científicos e confere agilidade ao processo de publicação. Este ano de 2021 marca também os 35 anos da revista, que conta hoje com quase sessenta edições.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Série | periódico: Revista Acervo
Volume: 34
Número: 2
Ano: 2021
Editores do dossiê: Juciene Ricarte Apolinário e Maria Regina Celestino de Almeida
ISSN: 2237-8723
Publicação contínua
Formato: digital (pdf)


 

Revista Acervo, v. 34, n. 1

História da arquivologia no Brasil
Instituições, atores e dinâmica social

Gratuito

“O leque de objetos específicos e abordagens (...) apresentado neste dossiê demonstra o potencial da pesquisa em história da arquivologia, suas instituições, atores envolvidos e a relevância que podem ter, seja para entender a conformação atual da área como para traçar seus possíveis rumos. Aponta também para questões que merecem maior atenção, como a construção de conceitos e metodologias no Brasil, a partir de reflexões autóctones ou estrangeiras, a identificação e preservação das fontes para essa história e o relevante papel exercido por instituições e indivíduos nesse processo de construção do saber e da prática arquivística no Brasil, ultrapassando cronologicamente o período que se inicia na segunda metade do século XX.” - Paulo Roberto Elian dos Santos e Vitor Manoel Marques da Fonseca (apresentação)

Lançada no ano em que se celebram os trinta anos da Lei de Arquivos, lei n. 8.159, de 1991, esta edição da revista Acervo reúne artigos sobre instituições arquivísticas, universidades e centros de memória, destacando personagens, eventos e entidades marcantes para a história da arquivologia no país.

O dossiê temático – História da arquivologia no Brasil: instituições, atores e dinâmica social – teve como editores Paulo Roberto Elian dos Santos, doutor em história pela Universidade de São Paulo e pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz, e Vitor Manoel Marques da Fonseca, doutor em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFF. A edição traz dez artigos na seção Dossiê Temático e uma entrevista com Marilena Leite Paes, que ilustra a capa do número, além dos textos das seções Artigos Livres e Resenhas.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Série | periódico: Revista Acervo
Volume: 34
Número: 1
Ano: 2020
Editores do dossiê: Paulo Roberto Elian dos Santos e Vitor Manoel Marques da Fonseca
ISSN: 2237-8723
Número de páginas: 274
Formato: digital (pdf)


 

Capa | Recomendações para constituição de Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD) | Série Recomendações para Gestão de Documentos nos Órgãos e Entidades do Poder Executivo Federal, 6Série Recomendações para gestão de documentos nos órgãos e entidades do Poder Executivo federal

Recomendações para constituição de Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD)

Arquivo Nacional

Gratuito

Este guia oferece orientações para constituição de Comissões Permanentes de Avaliação de Documentos (CPADs). Essas comissões, de acordo com a legislação atual, têm como responsabilidade realizar a análise, avaliação e seleção da documentação produzida e acumulada no âmbito de atuação de órgãos e entidades, identificando os documentos para guarda permanente e eliminação. Foram contempladas nessas recomendações as mudanças relativas ao processo de eliminação de documentos trazidas pelo decreto n. 10.148, de 2 de dezembro de 2019, e suas consequências no que diz respeito às CPADs. Sexto volume da série Recomendações para Gestão de Documentos nos Órgãos e Entidades do Poder Executivo federal, foi elaborado pela Equipe de Gestão de Documentos do Arquivo Nacional, e esclarece como devem ser constituídas essas comissões, suas atribuições, composição e funcionamento, além das principais dúvidas encaminhadas ao Arquivo Nacional.

Ficha técnica

Elaboração: Maria Izabel de Oliveira, Raquel Bandeira e Thayron Rangel
Supervisão: Claudia Lacombe Rocha
Série: Recomendações para gestão de documentos nos órgãos e entidades do Poder Executivo federal
Volume: 6
Ano: 2020
Edição: 1ª
Número de páginas: 16
Digital (pdf)


 

Instrumentos de Pesquisa

Guia de fundos e coleções
Imagens em movimento

Arquivo Nacional

Gratuito

O acervo de imagens em movimento do Arquivo Nacional – considerado o segundo maior do Brasil – possui importantes registros da história social, cultural, política e administrativa do país, da década de 1920 aos dias atuais. O acervo é composto por cerca de cinquenta mil latas de filmes, dez mil fitas videomagnéticas e imagens em movimento digitais, entre eles cinejornais e documentários da Agência Nacional, programas de tevê, registros visuais realizados por órgãos públicos, peças publicitárias, gravações familiares e de eventos, além de filmes de ficção e documentários de cineastas e produtores brasileiros, além de registros de produtoras privadas feitos por encomenda de órgãos públicos. Este guia apresenta a relação desses fundos e coleções, acompanhados de códigos de referência e formas de entrada, a fim de ampliar o conhecimento sobre os documentos custodiados pela instituição.

Ficha técnica
Autor: Arquivo Nacional | Equipe de Processamento Técnico de Documentos Audiovisuais, Sonoros e Musicais
Série: Instrumentos de Pesquisa
Editor: Arquivo Nacional
Ano: 2020
Edição: 1ª
Número de páginas: 17
Formato: digital (pdf)


 

Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa

Na proa dos negócios
A inserção feminina nas transações de crédito fluminenses no início do século XIX (1800-1820)

Daiane Estevam Azeredo

Impresso | R$ 20

"a autora dá uma lição de método. Aprende-se com o crédito que a autora nos fornece, que os registros de notas podem ser ótimos documentos para compreender as relações de gênero e o papel feminino na história, seguindo, portanto, trilhas abertas por Natalie Zemon Davis. [...] Com efeito, nessa seara, inovadoramente, deu vida e protagonismo às mulheres, já que abordagens sobre o crédito em sociedades de Antigo Regime e/ou pré-capitalistas tenderam a considerar aquele mercado como exclusivo aos homens. Definitivamente, Daiane Estevam Azeredo rompe com essa perspectiva.” - Roberto Guedes (prefácio)

Sabe-se que as práticas de crédito permearam diversas sociedades ao longo do tempo, permitindo vendas financiadas e empréstimos a agentes de diferentes estratos sociais. Neste livro, selecionado em 3º lugar no Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa de 2017, a historiadora Daiane Estevam Azeredo mostra quem eram as mulheres que realizavam transações por via cartorial e quais teriam sido as brechas e motivações que levaram à aparição delas em negociações à base de crédito no Rio de Janeiro, entre os anos de 1800 e 1820. Para isso, baseia-se nas Ordenações Filipinas, código legal português da época, nas escrituras de dívida, de venda com financiamento e de quitação do Primeiro Ofício de Notas do Rio de Janeiro, além de inventários post-mortem das credoras e devedoras desse cartório. Esses documentos permitem confrontar normas e práticas creditícias do início do período oitocentista, sobretudo no que se refere às questões de gênero, evidenciando, assim, que a participação feminina em transações de crédito foi mais significativa do que se pensava até então.

Sumário
Prefácio | Roberto Guedes
Introdução
Capítulo 1 – A regulamentação de crédito no mundo luso-brasileiro entre o século XVIII e o início do XIX
Capítulo 2 – Agentes e condições de crédito fluminenses entre os anos de 1800 e 1820
Capítulo 3 – Nas teias do crédito: a atuação de credoras e devedoras no mercado carioca
Capítulo 4 – Vivendo e crescendo em meio a transações de crédito
Considerações finais
Fontes
Bibliografia

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autora: Daiane Estevam Azeredo
Prefácio: Roberto Guedes
Série: Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa | 2017
Volume: 41
ISBN: 978-85-7233-006-0
Ano: 2019
Edição: 1ª
Número de páginas: 180
Formato: impresso


 

Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa

Exílios meridionais
O degredo na formação da fronteira sul da América portuguesa (Colônia do Sacramento, Rio Grande de São Pedro e Ilha de Santa Catarina, 1680-1810)

Aluísio Gomes Lessa

Impresso | R$ 20

“quero saudar novamente a iniciativa do Arquivo Nacional em publicar este trabalho, que demonstra a maturidade da nossa historiografia sobre o período colonial brasileiro, na medida em que este e outros estudos têm renovado algumas percepções que costumam habitar o senso comum da sociedade brasileira. Em uma época de incertezas e penúrias como a que vivemos, recheada de injustiças e falsas informações, Aluísio Lessa presta um relevante serviço para o conhecimento histórico da sociedade que se formou nos confins da América portuguesa. A leitura deste livro oferece um cenário que mostra justamente o caráter diverso da nossa formação social, destacando os interesses políticos e estratégicos que o degredo teve para o Império lusitano.” - Fábio Kühn (prefácio)

Este livro expõe as práticas do governo português dos séculos XVII, XVIII e XIX no trato de um tipo particular de desterro, o exílio penal. Portugal utilizou-se do degredo para punir criminosas e criminosos que tiveram suas vidas transformadas e seus destinos traçados de acordo com os objetivos de povoamento e defesa dos territórios lusitanos de além-mar. Entre condenações a exílios internos e externos, a obra – selecionada em primeiro lugar no Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa de 2017 – trata, em especial, do degredo para as regiões meridionais da América portuguesa (Ilha de Santa Catarina, Rio Grande de São Pedro e Colônia do Sacramento), onde essa norma foi determinante para o efetivo domínio da região.

Sumário
Prefácio | Fábio Kühn
Introdução
Parte I – Colonização dirigida e forçada na formação da fronteira meridional da América portuguesa
Capítulo 1 – Novas terras para onde degredar: o degredo e o rio da Prata (1680-1737)
Capítulo 2 – A expansão da fronteira meridional em tempos de guerra (1737- 1775)
Capítulo 3 – O auge e o declínio do degredo na fronteira meridional (1775-1810)
Parte II – Trajetórias fronteiriças: degredados em uma sociedade setecentista
Capítulo 4 – O degredo que pune: criminalidade e expulsão penal
Capítulo 5 – Degredados, suas qualidades, cores e ocupações: adaptações entre o reino e a fronteira
Capítulo 6 – A vida no exílio penal: utilidade, purgação e transformação
Conclusão
Anexos
Fontes
Bibliografia

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Aluísio Gomes Lessa
Prefácio: Fábio Kühn
Série: Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa | 2017
Volume: 39
ISBN: 978-85-60207-99-2
Ano: 2018
Número de páginas: 240
Edição: 1ª
Formato: impresso


 

Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa

Criados, escravos e empregados
O serviço doméstico e seus trabalhadores na cidade do Rio de Janeiro (1850-1920)

Flavia Fernandes de Souza

Impresso | R$ 20

“A obra envolve a discussão sobre as formas de exploração do trabalho escravizado e assalariado, mas também de variantes que poderíamos chamar de combinadas, ou intermediárias, de relações de trabalho. Abrange a discussão sobre feminização de um espaço do mercado de trabalho e o debate sobre o destino de ex-escravos e escravas no pós-abolição, assim como sobre o peso do racismo na definição de mecanismos legais/criminais de controle sobre uma força de trabalho dominantemente segregada aos espaços mais precários do mercado." - Marcelo Badaró Mattos (prefácio)

“Com Flavia Fernandes abrimos portões de casebres e mansões, desfilamos em gabinetes e palácios legislativos e avançamos sobre cômodos servis, espaços interditos e sons multivocais dos trabalhadores domésticos.” - Flávio Gomes (apresentação)

A obra apresenta um panorama histórico do chamado serviço doméstico e dos seus trabalhadores na cidade do Rio de Janeiro entre os anos 1850 e 1920, com o objetivo de compreender as transformações ocorridas nessa esfera laboral com o fim da escravidão e o avanço do trabalho livre e assalariado, mudanças que faziam parte do processo de construção da modernidade no Brasil. A análise é feita a partir de um conjunto variado de fontes primárias e secundárias, de um enfoque teórico-metodológico transnacional e inspirado na tradição crítica do materialismo histórico, bem como do diálogo crítico com estudos recentes e clássicos sobre o tema na historiografia brasileira.

A autora discute questões sobre a composição social do conjunto dos trabalhadores domésticos, as diferentes modalidades de arranjos de trabalho, o agravamento de conflitos nas relações de trabalho estabelecidas entre amos e criados, e os processos de estigmatização e de regulamentação pública daquele setor no mundo do trabalho urbano. A obra traz, ainda, a reprodução de charges, anúncios e notícias de publicações da época. Vencedora da edição de 2017 do Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa, em segundo lugar.

Sumário
Apresentação | Flávio Gomes
Prefácio | Marcelo Badaró Mattos
Introdução – Nos domínios de Zita: considerações sobre a história do serviço doméstico
Capítulo 1 – Proletários e subalternos: as múltiplas faces dos trabalhadores domésticos
Capítulo 2 – Na dinâmica do mercado: arranjos e contratos de trabalho na prestação de serviços domésticos
Capítulo 3 – Sobre senhores e escravos, amos e criados, patrões e empregados: as relações de trabalho doméstico em um cenário de crise
Capítulo 4 – Sob o olhar das autoridades públicas: as tentativas de regulamentação do serviço doméstico
Considerações finais
Anexos
Fontes
Bibliografia

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autora: Flavia Fernandes de Souza
Apresentação: Flávio Gomes
Prefácio: Marcelo Badaró Mattos
Série: Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa
Volume: 40
ISBN: 978-85-7233-008-4
Ano: 2019
Edição: 1ª
Número de páginas: 328
Formato: impresso (em breve)


 
 

capa_acervo_usos_e_usuarios.jpgRevista Acervo, v. 33, n. 3

Usos e usuários de arquivos

Gratuito

"quando se pensa na difusão da instituição [arquivística] e suas atividades, das formas de acesso, do acervo e seus instrumentos de pesquisa, muitas vezes o que é feito não conta com a contribuição de um sujeito essencial ao debate, que é justamente o usuário do arquivo ou os potenciais usuários. Com isso, percebe-se que à falta de pesquisas sobre as práticas de difusão soma-se a carência de estudos sobre os usos e usuários de arquivo. [...] Ficam aqui os convites à leitura dos artigos para entendimento do tratamento dado ao tema atualmente pela comunidade  científica brasileira, e ao aprofundamento  dos estudos, em especial na  arquivologia  brasileira, pelos leitores e novos pesquisadores a se encantarem pelo gosto do arquivo." - Ivana Denise Parrela e Eliane Cristina de Freitas Rocha (apresentação)

O dossiê desta edição da revista Acervo - Usos e usuários de arquivos - tem como editoras convidadas Ivana Parrela, doutora em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Eliane Cristina de Freitas Rocha, doutora em Ciência da Informação pela UFMG. Ambas são professoras da Escola de Ciência da Informação da mesma instituição. Esse campo de estudos, que recebe contribuições interdisciplinares e está em expansão no Brasil, é influenciado pelas perspectivas dos estudos de público da museologia e de usuários da biblioteconomia. São múltiplas as possibilidades de leituras e reapropriações dos documentos arquivísticos, levando em conta seus contextos de produção. Nos artigos que compõem o dossiê, são abordadas as distintas perspectivas de usuários das instituições arquivísticas e a multiplicidade de interesses que os fundos arquivísticos despertam nos pesquisadores, naqueles que buscam a garantia de seus direitos e ainda nos participantes das atividades de difusão, educação e cultura.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Série | periódico: Revista Acervo
Volume: 33
Número: 3
Ano: 2020
Editoras do dossiê: Ivana Denise Parrela e Eliane Cristina de Freitas Rocha
ISSN: 2237-8723
Número de páginas: 244
Formato: 18 x 24 cm
Digital (pdf)

 

 

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Imagens do Arquivo Nacional

Arquivo Nacional

Gratuito

Esta é a versão digital da publicação Imagens do Arquivo Nacional. A edição original – uma caixa com impressões em tamanho ampliado de uma seleção de documentos de diferentes tipologias e períodos históricos – foi produzida em meio à celebração dos 180 anos do Arquivo Nacional, em 2018. A proposta era comemorar esta data apresentando ao público uma amostra da diversidade de documentos sob a guarda da instituição, que revelam um pouco da trajetória de imperadores, presidentes, artistas, imigrantes, movimentos sociais, além de registros jornalísticos e culturais. Agora, com a versão digital, é possível apreciar, baixar, imprimir e desfrutar a qualidade estética das imagens, e conhecer uma pequena amostra da pluralidade do acervo do Arquivo Nacional.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Pesquisa e textos: Januária Teive de Oliveira, Sátiro Ferreira Nunes e Thiago Cavaliere Mourelle
Ano: 2019
Edição: 1ª
Número de páginas: 92
Formato: 42 x 29,7cm
Digital (pdf) e impresso (caixa com lâminas impressas em separado, sem encadernação)

 

  

capa_primeiros_brasileiros.pngOs primeiros brasileiros

João Pacheco Oliveira (curadoria/organização)

Gratuito

Edição impressa: em breve

A publicação propõe um passeio pela história do Brasil assinalando as diferentes formas pelas quais os indígenas do Nordeste foram vistos e incorporados ao processo de formação nacional. Aborda os primeiros brasileiros, o mundo colonial, o abrigo missionário, o índio como símbolo nacional, o mundo indígena e os indígenas no Brasil contemporâneo. É o registro em forma de catálogo da exposição itinerante Os Primeiros Brasileiros, sediada no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, em 2019. A mostra reuniu peças do acervo do Museu Nacional – de artefatos etnográficos a fotografias, ilustrações e documentos audiovisuais – que remontam à história, ao presente e às tradições dos povos indígenas, habitantes originários do nosso país e constituintes da nossa cultura.

Ficha técnica
Curador/organizador: João Pacheco Oliveira
Editores: Arquivo Nacional e Museu Nacional
ISBN: 978-85-7233-010-7
Ano: 2020
Edição: 2ª, red. e rev.
Número de páginas: 63
Formato: 26 x 26cm
Digital (pdf) e impresso

 

  

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Série Recomendações para gestão de documentos nos órgãos e entidades do Poder Executivo federal

Recomendações para o tratamento de fotografias digitais no contexto da gestão de documentos

Arquivo Nacional

Gratuito

A publicação apresenta recomendações elaboradas pelo Arquivo Nacional, como órgão central do Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos (Siga) da administração pública federal, para o tratamento de fotografias digitais no contexto da gestão de documentos, em idades corrente e intermediária, direcionadas aos órgãos e entidades do Poder Executivo federal. Traz orientações para a identificação das fotografias digitais como documentos arquivísticos, assim como para sua inclusão no âmbito do programa de gestão de documentos, propondo, ainda, a definição de procedimentos para produção, manutenção e destinação das fotografias digitais em idades corrente e intermediária, preferencialmente apoiados por um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (Sigad).

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Arquivo Nacional/Equipe de Documentos Digitais
Elaboração: Adriana Reguete e Natasha Hermida
Série: Recomendações para gestão de documentos nos órgãos e entidades do Poder Executivo federal
Volume: 5
Ano: 2020
Número de páginas: 12
Digital (pdf)


 

capa_cassio_costa.png

Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca

Records continuum
Limitações do ciclo vital dos documentos na era pós-custodial e as contribuições da arquivologia australiana

Cássio Murilo Alves Costa Filho

Gratuito

Edição impressa: em breve

“De que forma a teoria arquivística australiana, sobretudo o modelo records continuum, pode contribuir para a elucidação de possíveis limitações impostas pelo ciclo vital dos documentos e pela teoria das três idades diante das novas perspectivas advindas dos documentos digitais? [...] Este livro busca analisar o ciclo de vida do ponto de vista da gestão de documentos digitais, identificar o percurso histórico desse conceito, verificando sua possibilidade como conceito fundamental para a arquivologia, e, por fim, investigar as principais características da teoria arquivística australiana e do modelo records continuum. [...] A originalidade e profundidade desta obra permitem um mergulho na construção que o autor propõe. Os documentos digitais e todas as suas peculiaridades estão aí: é possível que princípios, conceitos e métodos pensados em contextos diferentes possam dar conta desse desafio contemporâneo?” - Renato Tarciso de Sousa (apresentação)

"Em um mundo que carece de modelos comuns para a construção de redes profissionais flexíveis e ativas, esta pesquisa me parece particularmente oportuna. A abordagem de records continuum que ele discute sobreviveu à crise arquivística das últimas quatro décadas de desenvolvimento tecnológico. Tal modelo vem angariando simpatizantes globalmente e pode desempenhar um papel chave na restauração da confiança nas tecnologias e na governança. O novo jogo tem importância. Potencialmente, ele pode ser interessante desde que um número suficiente de pessoas se divirta de forma criativa fazendo sua parte no multiverso arquivístico." - Frank Upward (prefácio)

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Cássio Murilo Alves Costa Filho
Apresentação: Renato Tarciso de Sousa
Prefácio: Frank Upward
Série: Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca
Volume: 2
eISBN: 978-85-7233-007-7
Ano: 2020
Edição: 1ª
Número de páginas: 170
Digital (pdf) e impresso (no prelo)

 

 

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Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca

Uma análise dos concursos públicos para arquivista no Brasil

Karina Xavier Holstein

Gratuito

"O estudo permitiu identificar a necessidade de pensar em como se configuram as seleções de concurso público para arquivista do ponto de vista das bancas e de refletir sobre a produção das provas, para que possam se adequar à valorização da produção científica e ao reconhecimento da profissão. (...) Além disso, a pesquisa foi premiada em primeiro lugar como o melhor artigo do Brasil proveniente de trabalho de conclusão de curso em arquivologia, pelo Fórum Nacional de Ensino e Pesquisa em Arquivologia (Feparq), ocorrido em 2017, na V Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia (Reparq), em Belo Horizonte, e ficou em primeiro lugar entre os trabalhos de conclusão de curso em arquivologia da região Sul do Brasil (2017), seleção realizada pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (Abecin). Esses prêmios são consequência do trabalho proposto e demonstram o interesse e a relevância do assunto em destaque nesta pesquisa para a comunidade arquivística." - Moisés Rockembach (prefácio)

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autora: Karina Xavier Holstein
Prefácio: Moisés Rockembach
Série: Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca
Volume: 1
eISBN: 978-85-7233-009-1
Ano: 2020
Edição: 1ª
Número de páginas: 137
Digital (pdf)

 


Revista Arquivo em Cartaz

Memórias do tempo presente
Registros da pandemia

Arquivo Nacional

Gratuito

A edição de 2020 da revista Arquivo em Cartaz se dedica a refletir sobre os impactos da pandemia de Covid-19 na realidade da produção audiovisual e do trabalho com os arquivos. Seus nove artigos discutem desde as consequências mais diretas da quarentena no trato com os acervos, os desafios da condução de projetos cinematográficos, as dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante a pandemia, até temas como a pesquisa de imagens para produções culturais, a canção e seus desdobramentos nesse período, o audiovisual originado nas periferias e o racismo estrutural, temas relevantes e que permeiam o debate público atual.

Participaram deste número Beatriz Kushnir, Ester Kimura, Jarret M. Drake, Marcus Vinicius Alves, Melissa de Oliveira Pereira, Monica Klemz, Priscila Serejo, Rafael José Azevedo e Wilq Vicente – arquivistas, cineastas, historiadores, pesquisadores, produtores musicais.

A revista Arquivo em Cartaz oferece conteúdo essencial para quem deseja se aprofundar em cinema de arquivo e preservação audiovisual.

Ficha técnica
Editora: Arquivo Nacional
Autor: Arquivo Nacional
Editores: Antonio Laurindo, Carlos Eduardo Marconi de Carvalho e Januária Teive de Oliveira
Ano: 2020
ISSN: 24474177
Número de páginas: 100
Digital (pdf)

 

 

capa_arquivo_em_cartaz_mulheres.pngRevista Arquivo em Cartaz

Mulheres de Cinema

Arquivo Nacional

Gratuito

A revista Arquivo em Cartaz oferece conteúdo essencial para quem deseja se aprofundar em cinema de arquivo e preservação audiovisual. Por meio de textos e imagens, a edição de 2019 aborda a produção de conhecimento realizada por mulheres, com ênfase nas atividades profissionais, artísticas e acadêmicas protagonizadas por elas. Resgata o valor dos relatos de experiências para a produção de conhecimento no campo da arquivologia, com ênfase nos arquivos audiovisuais do cinema e da preservação.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Arquivo Nacional
Editores/organizadores: Antonio Laurindo e Rafael Medeiros Santos
Ano: 2019
ISSN: 24474177
Número de páginas: 106
Digital (pdf)

Conheça também as edições anteriores:

2017
2016
2015


 

Controle dos corpos e das mentesO controle dos corpos e das mentes
Estratégias de dominação dos regimes fascistas e autoritários

Maria Elizabeth Brêa Monteiro e Maria Luiza Tucci Carneiro (org.)

Gratuito

"A maioria dos autores que colabora nesta coletânea procura demonstrar como o Estado fascista – tanto na Itália como na Alemanha, na Espanha e no Brasil – apelou para distintas ferramentas de controle com o objetivo de modelar o corpo social, normatizar as condutas e inibir as frentes de resistência. [...] Adentrando no mundo dos corpos e das mentes, constatamos que os discursos fascistas orientavam para a constituição de um corpo belo e saudável, sendo os caminhos estrategicamente supervisionados por médicos eugenistas, cientistas, educadores e arquitetos." – Maria Elizabeth Brêa Monteiro e Maria Luiza Tucci Carneiro (apresentação)

Esta obra reúne os trabalhos apresentados durante o Colóquio Internacional O Controle dos Corpos e das Mentes – Estratégias de Dominação dos Regimes Fascistas e Autoritários, realizado na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, em 2015. Apresenta dezoito estudos organizados em cinco partes, “Censura e propaganda: imagens idealizadas da nação”, “Diagnóstico e profilaxia da nação”, “Controle dos corpos e das mentes”, “Gestos, narrativas e imagens aprisionadas”, e “A violência e o controle institucionalizados”, trazendo contribuições sobre fascismo, autoritarismo e democracia no Brasil, Espanha, Itália, Portugal e suas colônias africanas. O encontro contou com a participação de 14 pesquisadores brasileiros e estrangeiros, e foi resultado de parceria com o Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER), do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da Universidade de São Paulo (USP).

Ficha técnica
Editores: Arquivo Nacional e Universidade de São Paulo
Organizadoras: Maria Elizabeth Brêa Monteiro e Maria Luiza Tucci Carneiro (org.)
Tradução: Carlos Alfredo Linhares Fabio (espanhol) e Heloisa Frossard (italiano)
Apresentação: Maria Elizabeth Brêa Monteiro e Maria Luiza Tucci Carneiro
ISBN: 978-85-7233-002-2
Ano: 2019
Edição: 1ª
Número de páginas: 364
Digital (pdf)

 

 

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Publicações Técnicas

O conceito de fundo arquivístico
Teoria, descrição e proveniência na era pós-custodial

Terry Cook

Gratuito

"A teoria arquivística postula que, no arranjo e descrição de arquivos, os documentos de um dado produtor nunca devem ser misturados com aquele de outro produtor. Cada um tem sua própria ordem, cada um tem seu próprio lugar. O argumento deste estudo é que, para muitas séries, os documentos de vários produtores estão orgânica e irremediavelmente misturados muito antes de sua chegada aos arquivos. É papel do arquivista ordenar essa mistura – intelectual, e não fisicamente – para ressaltar toda a proveniência contextual dos documentos."  - Terry Cook

Neste ensaio, o arquivista, professor e estudioso canadense Terry Cook tenta demonstrar que a noção de fundo arquivístico possui diversas sutilezas e que a maneira como é compreendida e usada está longe de ser uniforme, explicitando essas divergências, analisando rigorosamente o conceito e apresentando a construção de uma visão consensual sobre ele. Para isso, o estudo é organizado em cinco seções principais, que discutem natureza do fundo arquivístico, os critérios para designação do fundo, o conceito de record group em comparação com o conceito de fundo, as dificuldades práticas na aplicação deste conceito e soluções para esses desafios, propondo uma estrutura conceitual geral que permita alcançar um consenso.

O texto foi publicado originalmente em 1992, sob o título “The concept of the archival fonds: theory, description, and provenance in the post-custodial era”, como um capítulo do livro The archival fonds: from theory to practice, organizado por Terence M. Eastwood (Ottawa: Bureau of Canadian Archivists, Planning Committee on Descriptive Standards, 1992, 225 p.). A tradução que o Arquivo Nacional apresenta, realizada por Silvia Ninita de Moura Estevão e Vitor Manoel Marques da Fonseca, tornou este clássico da arquivologia disponível em português para estudantes, profissionais e pesquisadores interessados em se aprofundar nas discussões teóricas sobre o que se entende por fundo e como aplicar esse conceito no cotidiano de trabalho nos arquivos.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Autor: Terry Cook
Tradução: Silvia Ninita de Moura Estevão e Vitor Manoel Marques da Fonseca
Apresentação: Silvia Ninita de Moura Estevão e Vitor Manoel Marques da Fonseca
Série: Publicações Técnicas
Volume: 59
ISBN: 978-85-60207-94-7
Ano: 2017
Edição: 1ª
Número de páginas: 68
Digital (pdf)
 

capa_catalogo_memoria_do_mundo.png

Arquivos do Brasil
Memória do Mundo

Arquivo Nacional

Impresso | R$ 15
Digital | Gratuito

O catálogo da exposição Arquivos do Brasil, Memória do Mundo apresenta os acervos documentais brasileiros nominados Memória do Mundo pela Unesco, desde a criação do Programa até o ano de 2011. Expressivos da diversidade de tipologias documentais – manuscritos, fotografias, filmes, desenhos, arquivos sonoros –, são provenientes de diferentes estados e encontram-se sob a guarda de instituições públicas e privadas. A variedade de temas e temporalidades que os acervos oferecem permitiu um recorte que ao mesmo tempo reprisa momentos bastante estudados da história do país – Sentença de Tiradentes, Dia do Fico, Lei Áurea – e desvela ao expectador um cotidiano que muitas vezes não lhe é facultado – rascunhos de textos de Machado de Assis e Guimarães Rosa, cadernetas de campo com anotações de Oswaldo Cruz, desenhos não arquitetônicos feitos por Oscar Niemeyer.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Curadoria: Denise de Morais Bastos
Ano: 2016
Edição: 1ª
ISBN: 978-85-60207-80-0
Número de páginas: 204
Digital (pdf) e impresso


 

Publicações Técnicas

Dicionário brasileiro de terminologia arquivística

Arquivo Nacional

Impresso | R$ 20
Digital |
Gratuito

"o que há de especialmente novo nos Subsídios [para um dicionário brasileiro de terminologia arquivística, publicado pelo Arquivo Nacional] de 2004 e, em decorrência, neste Dicionário brasileiro de terminologia arquivística, é a tentativa de se observar a evolução dos conceitos, recorrendo-se à comparação entre os três DAT [Dictionary of archival terminology], procurando uma aproximação de ideias, nem sempre coincidentes nem de fácil percepção, e não uma mera tradução de termos ou versão de conceitos.” - Silvia Ninita de Moura Estevão (introdução)
O Dicionário brasileiro de terminologia arquivística é resultado de um intenso trabalho de pesquisa e sistematização realizado por um grupo de trabalho constituído no Arquivo Nacional com o objetivo de auxiliar as atividades de normalização de procedimentos técnicos na área de arquivos. O Dibrat, como também é conhecido, traz um conjunto de 462 termos com equivalências em seis idiomas além do português brasileiro (alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português de Portugal).

Esta obra de referência é, portanto, um instrumento fundamental para a normalização conceitual no trabalho com os arquivos, destinando-se tanto aos serviços arquivísticos da administração pública e aos arquivos públicos e privados, como aos profissionais que, direta ou indiretamente, estejam envolvidos com as atividades, o ensino e a pesquisa nesta área no país.

Ficha técnica
Editor: Arquivo Nacional
Coordenação: Silvia Ninita de Moura Estevão
Prefácio: Jaime Antunes da Silva
Introdução: Silvia Ninita de Moura Estevão
Série: Publicações Técnicas
Volume: 31
ISBN: 85-7009-075-7
Ano: 2005
Edição: 1ª
Número de páginas: 232
Formato: 16 x 23 cm
Impresso e digital (pdf)