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Após mais de uma década sem concurso público, instituição recebe dez pesquisadores aprovados no CNU e fortalece sua atuação em defesa da cultura afro-brasileira.
Fundação Cultural Palmares recebe novos servidores e reforça quadro técnico após 13 anos sem concurso público
A Fundação Cultural Palmares viveu um momento histórico nesta quinta-feira (11). Após 13 anos sem a realização de concurso público, a instituição recebeu oficialmente dez novos servidores aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU), que passam a integrar o quadro técnico da Fundação no cargo de Pesquisador.
Os novos servidores foram recepcionados pelo presidente da Fundação Cultural Palmares, João Jorge Rodrigues, em uma reunia marcada pela acolhida institucional e pelo compromisso compartilhado com a missão de valorização, preservação e promoção da cultura afro-brasileira.
Tomaram posse os pesquisadores Débora Silva de Azevedo, Renata Patrícia Silva Moraes, Victor Pinheiro da Silva Moreira, Joaquim Barbosa dos Santos Junior, Lucas Paranhos Netto Bernardes, Marília Carneiro Brandão, Rafael de Mesquita Oliveira Ferreira Freitas, Maria Beatriz de Morais Silva, Gustavo Igor Lopes de Jesus e Aline Montezine Favaro.
As nomeações foram oficializadas por meio da Portaria nº 174, publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio de 2026, representando um importante marco para a recomposição da força de trabalho da instituição.
O processo de integração dos novos profissionais teve início nesta data, com a posse e entrada em exercício dos servidores, fortalecendo áreas estratégicas da Fundação e ampliando a capacidade institucional de desenvolver pesquisas, produzir conhecimento e atuar na preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro.
A chegada dos novos pesquisadores contribui diretamente para o fortalecimento das atividades finalísticas da Fundação Cultural Palmares, especialmente nas ações voltadas à produção de conhecimento, à salvaguarda do patrimônio cultural material e imaterial e ao aprimoramento dos processos institucionais voltados à promoção da igualdade étnico-racial.
Para o presidente da Fundação Cultural Palmares, João Jorge Rodrigues, o momento simboliza uma nova etapa para a instituição.
“Receber novos servidores após mais de uma década sem concurso público representa um passo fundamental para o fortalecimento da Fundação Cultural Palmares. São profissionais que chegam para somar conhecimentos, renovar energias e contribuir com uma missão que é estratégica para o Brasil: preservar a memória, valorizar a cultura afro-brasileira e ampliar as políticas de promoção da igualdade racial”, destacou.
Mais do que uma recomposição administrativa, a chegada dos novos pesquisadores representa um investimento na capacidade da Fundação de responder aos desafios contemporâneos, ampliar sua atuação junto à sociedade e fortalecer as políticas públicas voltadas à valorização da história, da memória e das contribuições da população negra para a formação do país.
Henrique Bertoldo