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HOMENAGEM
Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira vai premiar iniciativas de comunicação em defesa do meio ambiente e povos tradicionais
O governo do Brasil, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), lançou o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira – Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.
A iniciativa tem como objetivo reconhecer e premiar trabalhos que contribuam para a proteção do meio ambiente, a valorização dos territórios e o fortalecimento dos direitos de povos indígenas e comunidades tradicionais no Brasil.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 30 de março a 21 de maio de 2026, por meio de formulário eletrônico disponível no site oficial.
Acesse aqui: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/concurso-dom-phillips-e-bruno-pereira/
O concurso homenageia o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira, assassinados em 2022 no Vale do Javari, na Amazônia. Ambos atuavam na defesa dos povos indígenas e na denúncia de crimes ambientais, tornando-se símbolos da luta pela preservação da floresta e pela proteção de comunidades tradicionais.
Podem se inscrever pessoas físicas maiores de 18 anos, incluindo jornalistas profissionais e independentes, fotojornalistas, artistas visuais, comunicadores indígenas, representantes de comunidades tradicionais, além de educadores e pesquisadores das áreas de comunicação, meio ambiente e povos indígenas. A proposta é ampliar a diversidade de vozes, perspectivas e formatos na produção de conteúdos comprometidos com o interesse público.
Ao todo, são seis categorias: reportagem em texto; fotojornalismo e artes visuais; reportagem audiovisual; iniciativa de comunicação de autoria indígena; iniciativa de comunicação de comunidades tradicionais; e educação midiática. Cada categoria premiará três iniciativas, com valores de R$ 30 mil para o primeiro lugar, R$ 15 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro.
Os trabalhos serão avaliados por especialistas com base em critérios como relevância social, qualidade técnica, originalidade, contribuição no combate à desinformação, rigor ético e defesa dos direitos humanos e territoriais. Também serão consideradas iniciativas que promovam a ancestralidade e a valorização cultural dos povos envolvidos.
Podem concorrer produções realizadas ou publicadas a partir de janeiro de 2023, desde que abordem temas relacionados à proteção ambiental, aos direitos dos povos indígenas ou às comunidades tradicionais. O resultado final será divulgado em 28 de maio de 2026, e a cerimônia de premiação está prevista para o dia 12 de junho.
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Edição: G.O.
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