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DISQUE 100
Disque 100 registra crescimento expressivo de denúncias pelo WhatsApp
(Foto: Gabriela Oliva/MDHC)
O Disque Direitos Humanos – Disque 100 tem registrado crescimento expressivo no uso do WhatsApp como canal de recebimento de denúncias. Dados consolidados mostram que, apenas nos primeiros meses de 2026, já foram registradas 36.892 denúncias pela plataforma, evidenciando a ampliação do acesso da população aos serviços de proteção e defesa de direitos.
A evolução dos registros ao longo dos últimos anos reforça a consolidação do canal digital. Em 2023, foram contabilizadas 39.091 denúncias via WhatsApp. Em 2024, o número subiu para 57.416 e, em 2025, alcançou 81.683 registros. Ao todo, o serviço acumula 215.082 denúncias realizadas pelo aplicativo.
Os dados de 2026 também indicam forte crescimento mensal. Em janeiro, foram registradas 12.392 denúncias; em fevereiro, 11.662; e, em março, 12.838 — números significativamente superiores aos verificados nos mesmos períodos dos anos anteriores.
Para a coordenadora-geral do Disque 100, Franciely Luize Almeida, o uso do aplicativo representa um avanço importante na democratização do acesso ao serviço: “O uso do Disque 100 pelo WhatsApp amplia o acesso da população aos canais de denúncia e fortalece a proteção de direitos, especialmente porque permite o envio de provas, como imagens, vídeos e documentos, que podem contribuir de forma decisiva para a apuração dos fatos”.
Canal acessível e funcionamento contínuo
O Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um serviço de utilidade pública do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, previsto no Decreto n.º 10.174, de 13 de dezembro de 2019. O canal é destinado a receber, analisar e encaminhar denúncias de violações de direitos humanos, com atenção especial a populações em situação de vulnerabilidade.
Além de registrar denúncias, o serviço também orienta a população sobre direitos, programas, campanhas e redes de proteção disponíveis nas esferas federal, estadual, municipal e no Distrito Federal.
Qualquer pessoa pode relatar situações de violação de direitos humanos, seja como vítima ou testemunha. Entre os públicos atendidos estão crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+, população em situação de rua, além de povos indígenas, quilombolas, ciganos e outros grupos vulnerabilizados.
O atendimento funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, por meio de ligação gratuita — discando 100 — e também pelos canais digitais, como o site da Ouvidoria, WhatsApp (61) 99611-0100) e Telegram. O serviço ainda conta com atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras), disponível no portal da Ouvidoria.
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Texto: E.G.
Edição: G.O.
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