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Povos e comunidades tradicionais já receberam mais de 170 mil cestas de alimentos em todo o país

Povos e comunidades tradicionais já receberam mais de 170 mil cestas de alimentos em todo o país

Foto: João Claudio Moreira/Funai

Já ultrapassa a marca de 170 mil o número de cestas de alimentos doadas para povos e comunidades tradicionais durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Os produtos são distribuídos por meio de uma parceria entre o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

A medida, de caráter emergencial, busca amenizar os efeitos da pandemia nas populações em situação de vulnerabilidade social. Além disso, a ação evita que famílias saiam de suas casas para buscar comida em outros locais.

Até esta terça-feira (23), já foram entregues 10,6 mil cestas em Alagoas, 20,7 mil no Amazonas e 294 no Amapá. Já na Bahia ocorreu a entrega de 35 mil e no Ceará de 2,4 mil cestas. No Maranhão, foram entregues 9 mil, em Minas Gerais, 14,7 mil e no Mato Grosso, 18 mil. O Pará recebeu 6,2 mil; a Paraíba, 6,3 mil; e Pernambuco, 13,6 mil. Outras 2,6 mil cestas foram distribuídas no Piauí; 2,6 mil no Paraná; 2 mil em Rondônia e 1,3 mil no Rio Grande do Norte. Já no Rio Grande do Sul foram 14,4mil; 5,3 mil em Santa Catarina; 330 em Sergipe; 3 mil em São Paulo e 428 no Tocantins.

Mais de 323 mil cestas de alimentos ainda serão disponibilizadas. De acordo com a Conab, responsável pelas unidades armazenadoras, a entrega deve ocorrer até o final do mês de julho.

A ministra Damares Alves frisou que o Governo Federal tem somado esforços para combater os efeitos da pandemia. "Esse trabalho conjunto é fundamental para que a gente atenda da melhor forma possível as nossas comunidades indígenas e povos tradicionais. Unidos, não vamos deixar ninguém para trás", ressaltou.

A ação faz parte do Plano de Contingência para Populações Vulneráveis - anunciado pelo Governo Federal e coordenado pelo MMFDH - que prevê o investimento de R$ 4,7 bilhões em políticas para minimizar os efeitos provocados pela Covid-19.

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