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Livro de Eduardo Sinkevisque aborda diários e escritas memorialistas dos séculos XVI ao XX, por meio de obras manuscritas e impressas dos acervos da Biblioteca Nacional
Lançamento | Dos escritos sem autor à invenção de identidades - Uma antologia de diários e memórias do acervo da Biblioteca Nacional
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) – vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) – lança uma nova publicação: “Dos escritos sem autor à invenção de identidades - Uma antologia de diários e memórias do acervo da Biblioteca Nacional”, de Eduardo Sinkevisque_._ Neste livro, os objetos de atenção são diários e escritas memorialistas dos séculos XVI ao XX, exemplificados por meio de obras manuscritas e impressas dos acervos da Biblioteca Nacional.
O livro pode ser acessado gratuitamente no link: Dos escritos sem autor à invenção de identidades: uma antologia de diários e memórias do acervo da Biblioteca Nacional vol. 22 — Fundação Biblioteca Nacional
Sinopse
Da Antiguidade, passando pela Era Moderna à Época Contemporânea, o diário é praticado como gênero histórico ou gênero da memória, registro científico amplo e variado. Hoje se caracteriza cada vez mais pela subjetividade em escritas do “eu” nos diários pessoais, cujas relações com a autobiografia e com a epistolografia (correspondência) são estreitas.
Os diários pessoais, na sua especificidade, denominam os sujeitos da escrita e remetem a outras identidades que podem representar experiências, uma vez que a mediação da linguagem é por si só uma transcriação do vivido e a memória do vivido, a cada vez acessada, é uma recriação também dos eventos por meio de poéticas sistematizáveis que regem os registros de tais eventos.