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TARIFAS
ANEEL autoriza novas tarifas da Energisa MS
O Reajuste Tarifário Anual de 2026 da Energisa Mato Grosso do Sul foi aprovado pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), nesta quarta-feira (22/4). Com sede na cidade de Campo Grande/MS, a distribuidora atende cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras.
Veja na tabela abaixo os novos índices que passam a valer a partir da publicação da resolução homologatória:
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Empresa |
Consumidores residenciais - B1 |
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Energisa MS |
11,75% |
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Classe de Consumo – Consumidores cativos |
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Baixa tensão em média |
Alta tensão em média |
Efeito Médio para o consumidor |
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11,98% |
12,39% |
12,11% |
Os índices aprovados foram reduzidos pela aplicação de diferimento tarifário, mecanismo que permite postergar para ciclos futuros custos reconhecidos no reajuste, reduzindo o impacto imediato para os consumidores conforme estabelecido pelo Procedimentos de Regulação Tarifária (PRORET).
Os principais fatores que contribuíram para os valores foram os custos com encargos setoriais, transporte e compra de energia, além de componentes financeiros apurados no reajuste tarifário atual.
Revisão tarifária x Reajuste tarifário
A Revisão Tarifária Periódica (RTP) e o Reajuste Tarifário Anual (RTA) são os dois processos tarifários mais comuns previstos nos contratos de concessão. O processo de RTP é mais complexo - nele são definidos: (i) o custo eficiente da distribuição (Parcela B); (ii) as metas de qualidade e de perdas de energia; e (iii) os componentes do Fator X para o ciclo tarifário. Já o processo de RTA é mais simples e acontece sempre no ano em que não há RTP. Nesse processo, é atualizada a Parcela B pelo índice de inflação estabelecida no contrato (IGP-M ou IPCA) menos o fator X (IGP-M/IPCA – Fator X). Em ambos os casos são repassados os custos com compra e transmissão de energia e os encargos setoriais que custeiam políticas públicas estabelecidas por meio de leis e decretos.