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Seca fica mais branda no Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Intensidade do fenômeno fica estável no Sul segundo atualização do Monitor de Secas
De acordo com a última atualização do Monitor de Secas, entre janeiro e fevereiro deste ano, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em 17 unidades da Federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Tocantins. No sentido oposto, a seca se intensificou em fevereiro em somente dois estados: Amapá e Roraima. Em cinco estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina. Tanto o Distrito Federal quanto o Espírito Santo se juntaram ao Acre como unidades da Federação livres de seca no último mês.

- Mapa do Monitor em janeiro e fevereiro de 2026

- Seca por grau de severidade por unidade da Federação em janeiro e fevereiro de 2026
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Nordeste teve, em fevereiro, o quadro mais severo do fenômeno no País, sendo a única a registrar seca extrema, e o maior percentual de área com registro de seca: 95% da região. Já o Norte teve a condição mais branda do fenômeno no último mês, assim como o menor percentual de área seca: 29%. Entre janeiro e fevereiro, o fenômeno não teve variação de sua intensidade no Sul e se abrandou no Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. A área com seca aumentou somente no Sul e diminuiu nas outras quatro regiões.

- Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em janeiro e fevereiro de 2026
Na comparação entre janeiro e fevereiro, quatro estados registraram aumento da área com seca: Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul e Roraima. No sentido oposto, o Monitor identificou diminuição da área com seca em nove estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins. Em 11 unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Alagoas, Amapá, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Distrito Federal e Espírito Santo deixaram de registrar seca em fevereiro, condição que acontece no Acre desde janeiro.

- Percentual de seca por unidade da Federação entre janeiro e fevereiro de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Sete unidades da Federação registraram seca em 100% do território em fevereiro deste ano: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 8% a 94%.

- Percentual da área com seca por unidade da Federação em fevereiro de 2026
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de fevereiro, seguido por Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais e Maranhão. No total, entre janeiro e fevereiro, a área com o fenômeno diminuiu de 5,4 para 4,5 milhões de km², o equivalente a 54% do território brasileiro.

- Área com seca por UF em fevereiro de 2026 por km²
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
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UF |
ÁREA |
SEVERIDADE DA SECA |
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Acre |
Entre janeiro e fevereiro, o Acre ficou livre de seca. Desde a entrada do estado no Mapa do Monitor, em novembro de 2022, é a primeira vez que o AC fica livre do fenômeno por dois meses consecutivos. Somente três unidades da Federação ficaram livres do fenômeno em fevereiro: Acre, Distrito Federal e Espírito Santo |
A única unidade da Federação que ficou livre de seca tanto em janeiro quanto em fevereiro foi o Acre, que está em sua melhor condição quanto ao fenômeno desde novembro de 2022 |
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Alagoas |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca em Alagoas se manteve em 100% do estado. Desde o período entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021, é a primeira vez que o território alagoano registra seca em sua totalidade por três meses consecutivos |
O fenômeno se abrandou em Alagoas entre janeiro e fevereiro, com a redução da área com seca grave de 30% para 10% do estado. É a melhor condição em AL desde novembro de 2025, quando o território alagoano registrou apenas seca fraca e moderada |
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Amapá |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca no Amapá se manteve no patamar de 68% do estado. É a maior área com seca no estado desde dezembro de 2024, quando houve seca em 82% do AP. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Norte em fevereiro |
A seca se intensificou no Amapá entre janeiro e fevereiro com 8% do estado, passando da categoria de seca fraca para moderada. Com isso, o AP teve a pior condição desde sua entrada no Mapa do Monitor em dezembro de 2023 |
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Amazonas |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca aumentou de 30% para 33% do Amazonas |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Amazonas com o registro somente de seca fraca, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Bahia |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu na Bahia, passando de 93% para 88% do estado. É a menor área com seca na BA desde os 86% verificados em julho de 2025. Além disso, a Bahia teve o menor percentual de área com seca entre os estados do Nordeste em fevereiro |
Entre janeiro e fevereiro, houve um abrandamento do fenômeno na Bahia, já que a seca extrema deixou de ser observada. É a melhor condição de seca no estado desde fevereiro de 2025 |
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Ceará |
A área com seca no Ceará se manteve na totalidade do território do estado entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026. Desde o período entre junho e outubro de 2021, é a primeira vez que o CE registra seca em 100% de seu território por cinco meses consecutivos |
A seca se abrandou no Ceará entre janeiro e fevereiro com a redução da área com seca extrema de 24% para 14% do estado |
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Distrito Federal |
Em fevereiro, a seca deixou de ser registrada no Distrito Federal pela primeira vez desde setembro de 2023. Com isso, o DF ficou livre de seca em fevereiro juntamente com o Acre e o Espírito Santo. Entre maio de 2024 e janeiro de 2026, totalizando 1 ano e 9 meses consecutivos, a área com seca se manteve em 100% do Distrito Federal |
O Distrito Federal deixou de registrar seca em fevereiro, ficando livre do fenômeno juntamente com Acre e Espírito Santo |
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Espírito Santo |
Em fevereiro, o Espírito Santo deixou de registrar seca, ficando livre do fenômeno juntamente com o Acre e o Distrito Federal. Desde fevereiro de 2023, é a primeira vez que o ES fica livre de seca |
O Espírito Santo deixou de registrar seca em fevereiro, ficando livre do fenômeno juntamente com o Acre e o Distrito Federal |
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Goiás |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 100% para 76% de Goiás. É a menor porção com o fenômeno no estado desde outubro de 2023, quando houve seca em 63% do território goiano. Apesar disso, o estado teve o maior percentual de seca no Centro-Oeste em fevereiro |
O fenômeno se abrandou em Goiás entre janeiro e fevereiro, com a diminuição da área com seca grave de 25% para 4% do estado. É a condição mais branda no território goiano desde setembro de 2025. Por outro lado, GO teve a maior intensidade do fenômeno no Centro-Oeste em fevereiro |
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Maranhão |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca se manteve presente em 100% do Maranhão. Desde o período entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, é a primeira vez que o estado acumula três meses consecutivos com seca na totalidade de seu território |
O fenômeno se abrandou no Maranhão entre janeiro e fevereiro, com a diminuição da área com seca moderada de 99% para 47% do estado. É a condição mais branda do fenômeno no MA desde agosto de 2024 |
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Mato Grosso |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 86% para 57% de Mato Grosso. É a menor porção com o fenômeno no estado desde os 31% verificados em outubro de 2025 |
A seca se abrandou em MT entre janeiro e fevereiro com a redução da área com seca moderada de 6% para menos de 1% do estado. É a condição mais branda em Mato Grosso desde outubro de 2025 |
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Mato Grosso do Sul |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 60% para 35% de Mato Grosso do Sul. É a menor área com registro do fenômeno no estado desde agosto de 2025 |
O fenômeno se abrandou em MS entre janeiro e fevereiro, já que a seca grave ficou restrita a apenas um município do nordeste do estado. É a condição mais branda do fenômeno em Mato Grosso do Sul desde agosto de 2025 |
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Minas Gerais |
Entre dezembro e janeiro, a área diminuiu de 100% para 83% de Minas Gerais. É a menor porção com o fenômeno no estado desde os 74% observados em abril de 2025 |
O fenômeno se abrandou em Minas Gerais entre janeiro e fevereiro, com a redução da área com seca grave de 34% para 10% do estado. É a condição mais branda do fenômeno em MG desde setembro de 2025, quando foram registrados 8% de seca grave no território mineiro |
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Pará |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 35% para 11% do Pará. É a menor área com o registro do fenômeno no estado desde setembro de 2025, quando houve registro de seca em 4% do território paraense |
A seca se abrandou no Pará entre janeiro e fevereiro com a redução da área com seca moderada de 2% para 1% do estado |
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Paraíba |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca se manteve totalidade da Paraíba. Desde o período entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, é a primeira vez que o estado registra três meses consecutivos com seca em 100% de seu território |
A severidade da seca se abrandou na PB entre janeiro e fevereiro, com a redução da área com seca extrema de 74% para 43% do estado. É a melhor condição do fenômeno na Paraíba desde novembro de 2025 |
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Paraná |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca aumentou de 52% para 75% do Paraná. É a maior área com o fenômeno no estado desde maio de 2022, quando houve seca em 98% do território paranaense. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Sul em fevereiro |
A severidade do fenômeno se manteve estável no Paraná entre dezembro e fevereiro com registro de seca fraca, moderada e grave. É a condição mais branda do fenômeno no PR desde julho de 2025. Ainda assim, o Paraná teve a maior intensidade da seca entre os estados do Sul em fevereiro |
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Pernambuco |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca se manteve em 100% de Pernambuco. Desde o período entre fevereiro e abril de 2025, é a primeira vez que o estado registra o fenômeno na totalidade de seu território por três meses consecutivos |
O fenômeno se abrandou em Pernambuco entre janeiro e fevereiro, com a redução da área com seca extrema de 65% para 2%. É a condição mais branda no território pernambucano desde junho de 2025 |
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Piauí |
Entre abril de 2025 e fevereiro de 2026, a área com seca se manteve estável em 100% do Piauí. É a primeira vez que o estado registra seca na totalidade de seu território por 11 meses consecutivos desde o período entre maio de 2016 e março de 2017 |
A seca se abrandou no Piauí entre janeiro e fevereiro, pois a seca extrema deixou de ser verificada no estado. É a melhor condição do fenômeno no território piauiense desde abril de 2025 |
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Rio de Janeiro |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 79% para 37% do Estado do Rio de Janeiro. É o menor percentual de área com seca no RJ desde julho de 2025, quando o fenômeno foi verificado em 27% do território fluminense |
O fenômeno se abrandou no RJ entre janeiro e fevereiro, pois a seca grave deixou de ser verificada no estado e houve uma forte redução da área com seca moderada de 42% para 2% do território fluminense. É a melhor condição do fenômeno no Rio de Janeiro desde setembro de 2025 |
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Rio Grande do Norte |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca permaneceu em 100% do Rio Grande do Norte. É a primeira vez que o estado registra seca em sua totalidade por três meses consecutivos desde o período entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022 |
O fenômeno se abrandou no RN entre janeiro e fevereiro com a redução da área com seca extrema de 61% para 49% do estado. Ainda assim, o Rio Grande do Norte registrou a condição mais intensa de seca em fevereiro entre todas as unidades da Federação do Brasil com 49% de seca extrema, que é a segunda categoria mais severa na escala do Monitor |
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Rio Grande do Sul |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca aumentou significativamente de 21% para 63% no Rio Grande do Sul. É o maior percentual do território gaúcho com seca desde os 100% verificados em maio de 2025 |
A severidade do fenômeno se manteve estável no RS entre janeiro e fevereiro de 2026 com o registro somente de seca fraca, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Rondônia |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu significativamente de 42% para 8% de Rondônia. É o menor percentual de área com a presença do fenômeno no estado desde abril de 2025, quando RO ficou livre de seca |
A severidade do fenômeno se manteve estável em Rondônia entre janeiro e fevereiro, já que houve somente seca fraca no estado, que é a mais branda na escala do Monitor |
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Roraima |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca aumentou de 38% para 67% de Roraima. Com isso, o estado teve o maior percentual de área com seca desde setembro de 2024, quando foram registrados 77% de seca em RR |
Entre janeiro e fevereiro, a seca se intensificou em Roraima, pois a seca moderada voltou a ser observada em 23% do estado. Além disso, Roraima teve a pior condição entre os estados do Norte em fevereiro |
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Santa Catarina |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca se manteve estável no patamar de 39% de Santa Catarina. É o maior percentual de área com o fenômeno em SC desde outubro de 2025, quando houve seca em 55% do estado. Por outro lado, Santa Catarina teve o menor percentual de seca entre os estados da região Sul em fevereiro |
Entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026, a intensidade da seca se manteve estável em Santa Catarina, que seguiu somente com registro de seca fraca, que é a mais branda na escala do Monitor. Além disso, SC teve a melhor condição na região Sul em fevereiro |
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São Paulo |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca se manteve no patamar de 94% do Estado de São Paulo. É a menor área com registro do fenômeno em SP desde julho de 2025, quando houve seca em 89% do estado. Por outro lado, o estado teve o maior percentual de área com seca no Sudeste em fevereiro |
O fenômeno se abrandou em São Paulo entre janeiro e fevereiro, com a redução da área com seca grave de 34% para 12%. É a melhor condição do fenômeno em SP desde julho de 2025.Por outro lado, o estado teve a maior severidade do fenômeno no Sudeste em fevereiro |
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Sergipe |
Entre dezembro e fevereiro, a área com seca se manteve no patamar de 90% de Sergipe. É a maior área com o fenômeno desde janeiro de 2025, quando a seca foi registrada em 100% do estado |
Entre janeiro e fevereiro, a seca se abrandou em Sergipe, pois a seca grave ficou restrita a apenas um município do estado |
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Tocantins |
Entre janeiro e fevereiro, a área com seca diminuiu de 100% para 65% do Tocantins. É a menor área com seca no estado desde junho de 2025, quando houve seca em 56% do estado |
O fenômeno se abrandou no Tocantins entre janeiro e fevereiro, pois a seca grave deixou de ser observada no estado nesse período. É a condição mais branda da seca no TO desde outubro de 2023 |
O Monitor de Secas
O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. Essa ferramenta vem sendo utilizada para auxiliar o planejamento e a execução de políticas públicas de combate à seca e pode ser acessada tanto pelo site monitordesecas.ana.gov.br quanto pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para dispositivos móveis com os sistemas Android e iOS.
O projeto tem como principal produto o Mapa do Monitor, construído mensalmente a partir da colaboração dos estados integrantes do projeto e de uma rede de instituições parceiras que assumem diferentes papéis na rotina de sua elaboração. Por meio da ferramenta, é possível comparar a evolução das secas nos 26 estados e no Distrito Federal a cada mês vencido. O Monitor de Secas teve início em julho de 2014, começando pela região Nordeste, sendo que o processo de expansão dessa iniciativa, a partir de 2018, foi concluído com a entrada do Amapá no Mapa do Monitor de dezembro de 2023, completando sua cobertura em todo o território nacional.
A metodologia do Monitor de Secas foi baseada no modelo de acompanhamento de secas dos Estados Unidos e do México. O cronograma de atividades inclui as fases de coleta de dados, cálculo dos indicadores de seca, traçado dos rascunhos do Mapa pela equipe de autoria, validação dos estados envolvidos e divulgação da versão final do Mapa do Monitor, que indica a ausência do fenômeno ou uma seca relativa, significando que as categorias de seca em uma determinada área são estabelecidas em relação ao próprio histórico da região.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
(61) 2109-5129/5495/5103
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