Mês do Patrimônio no Pará reúne programação sobre preservação e Patrimônio Mundial
Ações entre os dias 17 e 20 de agosto destacam o Theatro da Paz e os patrimônios culturais da Amazônia

A Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Pará realiza, entre os dias 17 e 20 de agosto, uma série de atividades em celebração ao Mês do Patrimônio. A programação reúne apresentações culturais, debates e encontros voltados à valorização e à preservação do patrimônio cultural brasileiro, com destaque para o Theatro da Paz, reconhecido juntamente com o Teatro Amazonas, em Manaus (AM), como Patrimônio Mundial da Unesco.
Na segunda-feira (17), Dia Nacional do Patrimônio Histórico, o Iphan e o Governo do Estado do Pará promovem, no Theatro da Paz, um espetáculo comemorativo dedicado ao patrimônio cultural e ao reconhecimento internacional do bem.
A programação segue na quarta-feira (19), às 9h30, no Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), com o Bate-Papo Iphan: A preservação do patrimônio sob múltiplos olhares. A mesa reunirá técnicos do Instituto, estudantes e o público em geral para discutir diferentes perspectivas sobre a proteção do patrimônio cultural. Participam o historiador André Andrade, as arquitetas e urbanistas Andréia Cardoso e Érica Pinheiro e o arqueólogo Augusto Miranda, todos do Iphan no Pará.
Já na quinta-feira (20), às 9h30, o auditório da Casa da Linguagem recebe uma mesa de debates e reunião celebrativa do Grupo de Trabalho dos Teatros da Amazônia. Coordenado pela superintendente do Iphan no Pará, Cristina Vasconcelos, o encontro abordará o processo de reconhecimento, os encaminhamentos realizados até o momento e os próximos passos relacionados à valorização dos teatros amazônicos e do Patrimônio Mundial.
Mês do Patrimônio
Durante todo o mês de agosto serão promovidas ações em celebração ao Mês do Patrimônio que, em 2026, tem como tema “Patrimônio Criativo: Inclusão Produtiva, Trabalho e Renda".
O Dia do Patrimônio é celebrado em 17 de agosto, data que convida à reflexão sobre a importância da memória, da diversidade cultural e da preservação dos bens que compõem o patrimônio cultural brasileiro, tanto material quanto imaterial.
A escolha do dia 17 foi uma homenagem ao advogado e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, que fundou o Iphan em 1937, e também tem seu nome no Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.
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