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COMUNICAÇÃO SEGURA
Radiocomunicadores passam a ser usados para urgências e emergências
Radiocomunicadores passam a ser usados para urgências e emergências.(Foto: Sarah Serafim)
Se um paciente tiver sua pressão alterada de forma grave enquanto estiver internado ou tiver alterações importantes de frequência cardíaca, entre outras situações, entrará em cena o Time de Resposta Rápida. O grupo é composto por médicos plantonistas clínicos e cirurgiões, residentes médicos das respectivas especialidades e o corpo de Enfermagem da unidade de internamento do paciente. Rapidez é a palavra-chave do Time. Para agilizar ainda mais a comunicação entre esses profissionais, o HU passou a usar aparelhos de radiocomunicadores para urgências e emergências.
O Time de Resposta Rápida foi pensado a fim de atender, no menor espaço de tempo possível, a pacientes que tenham tido um agravo clínico. O sistema de atendimento funciona 24 horas diariamente, em todos os dias da semana.
Dr. Otílio Nicolau, responsável pelo Time de Resposta Rápida do HU, explica que os radiocomunicadores vieram como alternativa de maior agilidade e comunicação efetiva entre os diversos setores.
“No processo de construção de um time de resposta rápida, observou-se que parte das dificuldades enfrentadas durante os atendimentos se devia a problemas de comunicação. Além disso, nem todos os setores do hospital contavam com um canal institucional oficial, sendo necessário o uso de celulares pessoais”, afirma Dr. Otílio.
No HU, a estratégia inicial para o uso dos radiocomunicadores foi implantada entre os atendimentos de urgência e emergência, os profissionais de plantão, unidades fechadas (UTI, Sala de Recuperação e Transplante) e setores de apoio à assistência (Farmácia, Unidade de Diagnóstico por Imagem, Laboratório, Hemodiálise e Banco de Sangue).
Alonso Soares, plantonista clínico, começou a usar o radiocomunicador no HU há cerca de duas semanas. Segundo ele, o recurso facilitou muito a interação entre os plantonistas e os demais profissionais do hospital. “Dentro do HU existem áreas que dificultam o sinal de celular, mas, com os rádios, não tem esse perigo. Já foram testados em vários pontos do hospital e não houve problema de sinal. Com isso, conseguimos passar informações cruciais e fazer acionamentos imediatos”, relata o plantonista.
Os radiocomunicadores já são utilizados por outros hospitais públicos e privados do Estado. Como inovação, o HU conseguiu contemplar os setores de apoio à assistência. “Isso traz uma perspectiva de maior proximidade desses setores com a assistência ao paciente e facilita a implantação de protocolos institucionais”, completa Dr. Otílio.
Aqui você confere o documento completo de como usar o radiocomunicador.
Jornalista responsável: Ludmila Wanbergna (MTB 1809 CE)
Unidade de Comunicação Social
Hospital Universitário Walter Cantídio
Complexo Hospitalar da UFC
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