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NOVAS INSTALAÇÕES
Maternidade do HU-UFGD já funciona no novo prédio
Eram 7h desta quinta-feira (2) quando o Pronto-Atendimento Ginecológico e Obstétrico do Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) abriu as portas do novo prédio, a Unidade da Mulher e da Criança (UMC), para atendimento ao público. E pouco depois das 7h, chegou Fabiana Parra, 23 anos de idade, com 41 semanas de gestação, e já em trabalho de parto. Assim, com 3,5 Kg e 50 cm, a menina Dhaffiny Saffira foi o primeiro bebê a nascer no novo prédio da maternidade do HU-UFGD.
A mãe, Fabiana, havia passado por avaliação na quarta-feira (1), ainda no prédio antigo, e foi orientada a retornar na quinta. “Foi uma surpresa vir para o novo prédio! E como ela já estava nascendo, nem deu tempo de chegar no quarto. Mas foi uma experiência boa”, relata Fabiana.
Foi o segundo parto de Fabiana, que também é mãe de Enoque, um menino de 6 anos, igualmente nascido de parto normal na maternidade do HU-UFGD. “Aqui no prédio novo é tudo bem diferente, bem espaçoso, muito mais confortável”, comenta o pai, Lucas Parra, 23 anos, que foi o acompanhante em ambos os partos de Fabiana.
Centro de Parto Normal
E ainda na quinta-feira, por volta das 15h foi a vez de Tatiane Rodrigues, 21 anos de idade, com 40 semanas de gestação, trazer ao mundo a menina Lívia, que nasceu com 3,7 kg, estreando um dos quartos individuais de PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto) do novo Centro de Parto Normal (CPN) do HU-UFGD.
Foi o primeiro parto de Tatiane, que classificou a experiência como muito satisfatória. Tatiane teve oportunidade de usar praticamente todos os equipamentos disponíveis no quarto, como a bola, o cavalinho, banho de chuveiro e imersão na banheira. O parto foi no leito, com a assistência da equipe de Enfermagem Obstétrica e a participação do pai da bebê, Jeferson Martins, 27 anos, como acompanhante. “Eu quero parabenizar a equipe, que foi muito acolhedora. Dá muito alívio, num momento assim, a gente encontrar pessoas com tanta empatia e com tanto afeto”, disse Tatiane.
Realização
“Muita gente falava que isso era só um sonho, mas eu sempre acreditei que seria realidade e sempre esperei o melhor deste hospital. Se comparar o que temos agora com a realidade de dez anos atrás, a gente vê quantos passos importantes foram dados. Estou muito feliz. Realizada!”. O relato, cheio de emoção, é da colaboradora Maria de Fátima Brito Alcântara, técnica em Enfermagem e doula, que tem mais de dez anos de experiência na assistência ao pré-parto, que também acompanhou Tatiane.
Para a enfermeira obstetra Ana Carla Tamisari, as novas instalações da maternidade representam um salto de qualidade não apenas na assistência ao binômio mãe-bebê, mas também nas condições de trabalho e na estrutura de ensino. “Toda a equipe está muito feliz com a mudança para o novo prédio e especialmente com o Centro de Parto Normal. A nova estrutura permite que a Enfermagem Obstétrica tenha autonomia para trabalhar, além de oferecer privacidade e segurança para que a mulher permita a ação da sua fisiologia e seja, de fato, protagonista do parto. E no campo do Ensino, também ganhamos muito, com a possibilidade de oferecer um novo olhar para a assistência ao parto, e cumprir a missão de formar profissionais com qualificação técnica e humana”, avalia.
Sobre a Rede Ebserh
O HU-UFGD faz parte da Rede Ebserh desde setembro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.
Vinculadas a universidades federais, essas unidades hospitalares têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde da região que as unidades estão inseridas.