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VACINAÇÃO
Profissionais da saúde do HUSM também irão fazer a vacina DTPacelular destinada às gestantes
Desde setembro do ano passado, mulheres grávidas ganharam, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um novo reforço para proteção contra coqueluche. A vacina acelular contra difteria, tétano e coqueluche (DTPA) passou a fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação.
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina gera proteção da mãe para o filho. Além de se proteger, a mãe passa anticorpos para seu filho ainda no período de gestação, garantindo ao bebê imunidade nos primeiros meses de vida até que ele complete o esquema vacinal contra coqueluche, definido pelo calendário básico. A aplicação da dose é recomendada a partir da 20ª semana de gestação.
- Priorizando de 27 a 36 semanas – explica a enfermeira Marta Mozzaquatro, responsável pela Sala de Vacinas do HUSM.
Contudo, no HUSM, além das gestantes, os profissionais que atuam na área neonatal do Centro Obstétrico, Maternidade e UTI RN também serão imunizados. A enfermeira Marta solicita que médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, técnicos e auxiliar em enfermagem façam o cadastro na unidade onde atuam para que seja contabilizada a quantidade de doses necessárias. A vacina será solicitada via Secretaria Municipal de Saúde e aplicada no hospital.
COQUELUCHE – A coqueluche é uma doença infecciosa aguda de alta transmissibilidade, causada pela bactéria Bordetella pertussis. Suas principais complicações secundárias são a pneumonia, otite média, ativação de tuberculose latente, enfisema pneumotórax, entre outras. O número de casos da doença reduziu de 40 mil notificações nos anos 80, em média, para cerca de 1.500 casos na década de 2000. No entanto, a partir de 2011, houve aumento nos casos da doença em todo o mundo, sobretudo em crianças menores de seis meses, por não terem ainda recebido o esquema completo da vacinação contra a doença.
FONTE: http://www.blog.saude.gov.br