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Ebserh e Aeronáutica fecham parceria para uso de aplicativo de gestão: instituição vai usar AGHU em busca de economia de recursos
Brasília (DF) - A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a Aeronáutica assinaram um termo de parceria nesta terça-feira, 22, para uso do Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU). A ferramenta, um sistema informatizado de gestão hospitalar administrado pela Ebserh, será adotado pela instituição das Forças Armadas em seus hospitais.
O AGHU contribui na rapidez do diagnóstico, propicia maior segurança nos dados, auxilia na economia e na utilização dos recursos, permitindo agilidade no acesso às informações do paciente. A melhor qualidade e confiabilidade das informações permitirem ao gestor a tomada de decisão com segurança.
“A tecnologia é indispensável para os hospitais e o AGHU, em especial, vem avançando no suporte à gestão das nossas filiais. Além disso, temos sempre buscado melhorias na ferramenta. Tem ajudado muito os nossos gestores e agora pode dar suporte à Aeronáutica”, destacou o presidente da Ebserh, professor Newton Lima.
O Comandante-Geral do Pessoal da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro Raul Botelho, ressaltou que a instituição vem buscando há mais de cinco anos um software que possa atender as demandas dos seus hospitais. O primeiro contato com o AGHU foi em uma de suas unidades em Canoas (RS), que teve uma experiência de sucesso com o aplicativo do Hospital das Clínicas em Porto Alegre (HCPA).
“Precisamos de uma ferramenta para entender o custo dos nossos hospitais em uma grande estrutura como a da Aeronáutica. Com essa parceria, esperamos dar passos mais firmes em busca de uma gestão melhor e também trocar informações com a Ebserh para melhorar o sistema de saúde do Brasil”, destacou.
O diretor da Diretoria de Gestão de Processos e Tecnologia da Informação (DGPTI/Ebserh), Cristiano Cabral, destacou a economia que as instituições têm com o uso do aplicativo da Ebserh. “É um software público, que dispensa o governo de pagar licenças enormes em outras ferramentas. Agora, é trabalhar para melhorar ainda mais o que existe para fortalecermos essa ferramenta”, analisa.
FONTE: Coordenadoria de Comunicação da Ebserh