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SEGURANÇA DO PACIENTE
Ações integradas fortalecem a cultura da segurança e a qualidade assistencial
Celebrado em 17 de setembro, o Dia Mundial da Segurança do paciente traz em 2026 o tema “Cuidados seguros para doenças crônicas não transmissíveis” e o lema “Cuidado seguro para a vida!”. A proposta é colocar em debate um dos maiores desafios da saúde: garantir um cuidado livre de danos a pacientes que necessitam de acompanhamento contínuo, múltiplas intervenções e articulação entre os diferentes níveis de atenção. O foco deste ano são as doenças crônicas não transmissíveis, com atenção especial a condições como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas.
Alinhado ao tema, o Hospital de Clínicas da UFTM (HC-UFTM), vinculado à HU Brasil, realizou nos dias 22 e 23 de setembro uma ação educativa destinada aos pacientes atendidos pela Unidade de Terapia Renal. A iniciativa propõe ampliar o diálogo sobre qualidade assistencial, compartilhar aprendizados e fortalecer a cultura de segurança como pilar do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS).
A temática deste ano reforça que a segurança deve acompanhar toda a jornada do paciente crônico, desde a prevenção de eventos adversos relacionados a medicamentos, risco de quedas até a coordenação do cuidado entre os diferentes pontos da rede.
Saiba mais
Segundo o Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP), as doenças não transmissíveis (DNTs), denominadas no Brasil como Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCTNs), são atualmente a principal causa de morte no mundo.
Para a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em escala global, estima-se que um em cada dez pacientes sofra algum dano durante a assistência à saúde, sendo que metade desses casos poderiam ser evitados. Pacientes com DCNTs são especialmente vulneráveis, em razão da cronicidade, da necessidade de tratamento contínuo e do contato frequente com os serviços de saúde. Em pessoas têm várias afecções crônicas concomitantes, o risco de danos é ainda maior.
Alinhada ao tema, a HU Brasil propõe ampliar o diálogo sobre qualidade assistencial, compartilhar aprendizados e fortalecer a cultura de segurança como pilar do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando que a segurança deve acompanhar toda a jornada do paciente crônico, desde a prevenção de eventos adversos relacionados a medicamentos, risco de quedas até a coordenação do cuidado entre os diferentes pontos da rede.