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Quando o cuidado faz a diferença: conheça a trajetória de Divanete Gomes no HUOL
A dona de casa Divanete Pereira da Rocha Gomes, 59 anos, natural de Natal, casada com Ederson Gomes e mãe de Rafaela, teve sua vida transformada após uma queda da cama, sobre o braço direito, na manhã do dia 7 de janeiro de 2026.
Mulher ativa, apaixonada pelos afazeres domésticos, pela culinária, pelas plantas e por atividades como pintura, bordado e artesanato,Divanete também dedica parte do seu tempo ao voluntariado no Clube dos Idosos da Praia do Meio. Após o acidente, no entanto, viu sua rotina ser drasticamente interrompida, ficando impossibilitada de usar o braço e a mão direita. Como ela própria relata:
“Foi uma queda muito feia. Eu bati primeiro a cabeça! Senti muita dor do ombro aos dedos da mão direita. Tudo latejava e eu não sabia o que tinha acontecido de verdade. Eu gritei e pedi socorro ao meu marido para que me levasse ao Hospital das Rocas, o mais próximo. De lá, fui encaminhada para o Hospital Municipal de Natal.”, relembra.
Após a realização de um raio-x, Divanete conta que não houve o cuidado adequado durante o exame. “O técnico, que estava deitado, não pediu nem para eu tirar o sutiã. Disse que não precisava. Quando o médico me atendeu, já com o resultado, afirmou que eu não tinha nada quebrado, prescreveu um medicamento e orientou apenas o uso de uma tipoia.”
O resultado foi uma semana de dor intensa. “Foram sete dias chorando de dor em casa. Eu não dormia, ficava sentada por causa do incômodo.” A virada aconteceu quando ela conseguiu atendimento no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), unidade hospitalar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vinculada à Rede HU Brasil.
Diagnóstico Preciso
No HUOL, a equipe de médicos e fisioterapeutas verificaram em novo raio-x que a minha clavícula estava quebrada, sim! Eles fizeram um laudo e me pediram para entrega-lo no primeiro hospital em que fui atendida.
Quando apresentei o laudo a outro médico que me atendeu nesse hospital do dia da queda, ele disse que eu não havia sido atendida lá, não! Que meu nome não constava no sistema!.
Eu tive que apresentar os comprovantes de entrada no hospital, a receita dos medicamentos passados com o carimbo do médico de lá. Foi a minha salvação! O médico também não quis aceitar o raio-x do HUOL e pediu para fazer um novo raio x.
Foi quando ele confirmou que realmente eu estava com uma fratura. Logo eles me deram uma injeção para dor e me encaminharam para cirurgia, na sexta-feira da mesma semana, no hospital Paulo Gurgel. Tudo ocorreu bem!
Reabilitação e Confiança

Eu chorei muito, logo que os profissionais do HUOL detectaram meu problema, mas eu me sinto muito grata por todos eles e por todo atendimento prestado pela equipe do hospital.
Porque eu sou uma pessoa muito ativa e eu poderia ter tido sérias consequência com a falta de atenção e o erro gravíssimo de diagnóstico do outro hospital.
Atualmente, faço minha fisioterapia no HUOL, com a fisioterapeuta Sayonara, além de exercícios em casa, com as devidas orientações dos profissionais do Onofre Lopes.
Quando eu saio de casa, saio com sorriso no rosto. Quando chego ao hospital para a minha fisioterapia, e ainda encontro a doutoura Sayonara, também com o sorriso no rosto, eu ganho o meu dia!
Visão Profissional
A fisioterapeuta Sayonara Nascimento explica: “Fraturas que saem do eixo são cirúrgicas, exigindo colocação de pino ou placa. No caso de dona Ivanete, com a cirurgia, aplicação de gelo, exercícios, alongamento e acompanhamento adequado, a recuperação tende a ser mais rápida. Sem essa orientação precisa, recebida no HUOL, ela poderia ter desenvolvido sequelas graves, como a limitação dos movimentos.”
Depoimento de Divanete Pereira da Rocha, 59 anos,
paciente do HUOL
Por Aretha Souza Lins,
Coordenadoria de Comunicação Social da HU Brasil