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DESENVOLVIMENTO
Capacitação estimula inteligência emocional e social aliada ao servir no HU-Univasf/Ebserh
Com foco no aprimoramento da humanização nos serviços institucionais, o Hospital Universitário da Univasf (HU-Univasf/Ebserh) promoveu, entre os dias 20 e 23 de setembro, o curso ‘Inteligência emocional e social no servir’, ampliando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional junto aos colaboradores.
Identificar as dimensões da inteligência emocional, compreender o papel da empatia para carreiras, assim como entender os pressupostos da inteligência social e sua relação com o atendimento foram alguns dos objetivos da capacitação, contando com a participação de profissionais e líderes de equipes de diversas áreas do HU.
“No ano de 2021, durante a pandemia, ofertamos o curso ‘Gestão das Emoções’, tendo excelente repercussão no HU-Univasf. Devido às restrições da época, o processo aconteceu virtualmente e, desde então, recebemos muitos pedidos dos colaboradores para que fossem promovidas novas capacitações com essa temática. Este ano, finalmente conseguimos promover uma nova capacitação de maneira presencial, explorando ao máximo as potencialidades dos encontros. As vivências proporcionadas nesta fase promoveram um espaço muito positivo de protagonismo múltiplo, onde todos os participantes puderam se expressar e colaborar com a construção do conhecimento a partir das exposições e dinâmicas do instrutor”, explica a chefe da Unidade de Desenvolvimento de Pessoal, Monique Ribeiro.
O professor e instrutor do curso, Ricardo de Faria Barros, destaca que os momentos vividos no HU-Univasf caracterizaram uma das experiências mais gratificantes de sua vida: “Notei uma turma muito participativa e sensível diante da troca de vivências, dinâmicas de grupo e ilustração de conceitos. Foi uma honra ter lançado este curso, dedicado à Rede Ebserh, na filial localizada em Petrolina. Abordar esta temática para um grupo que realiza atividades de gestão, atenção à saúde, ensino e pesquisa é impressionante, sobretudo ao ouvir as histórias dos profissionais que se envolveram diretamente com o acolhimento de pacientes gravemente acometidos pela Covid-19. Conseguimos visualizar, na prática, o potencial do servir”, enfatiza Barros.