Notícias
FESTIVIDADES NATALINAS
Coral de Natal do HC-UFG/Ebserh inicia as celebrações natalinas com uma cantata itinerante para colaboradores e pacientes
É Natal no Hospital das Clínicas da UFG/Ebserh! Foi o que colaboradores e pacientes puderam presenciar na manhã desta terça-feira (13/12), com a ‘Cantata de Natal’ realizada por profissionais de diversos setores do HC, abrindo as comemorações natalinas da unidade hospitalar. Ao percorrer os corredores entoando músicas como “Bate o Sino”, “Então é Natal”, “Noite Feliz”, o grupo levou alegria e alento a todos que puderam presenciar a apresentação.
Idealizado pela técnica em enfermagem do Ambulatório A que atende aos pacientes de cirurgia plástica, vascular e geral, Luciene Guedes, o coral teve a condução dos colaboradores da Engenharia Clínica do HC, Adriano Almeida, como maestro, e do músico Jonas Bastos, ao violão. Contou ainda com as participações de Dirty Paula de Araújo, Chefe da Unidade de Diagnósticos Especializados, Cláudia de Paula Guimaraes, Chefe da Divisão de Enfermagem, Margareth Novais, do Serviço Social, Vitória de Lima, do Ambulatório de Pediatria, Adilma Brito, do Holter e Marca-Passo do Ambulatório C, de Ricardo Camargos, da Engenharia Clínica, de Debora Fagundes, da Radiologia, de Lindimara Barcelos, do Teste Ergométrico do Ambulatório C, de Izabela, Atendimento do NIRA, de “Luizinho” da Recepção do NIRA, de Alice Marcelino e de Meyrivan Aguiar, da Otorrinolaringologia do Ambulatório A e de Luciene Guedes, do Ambulatório A.
A interação dos pacientes foi visível, pois enquanto aguardavam atendimento e assistiam à apresentação, batiam palmas e até cantavam junto. Oriundos de diversas localidades de Goiás, muitos pacientes também filmaram a ação com os seus celulares e balançavam o corpo durante a cantata.
Durante as apresentações, a técnica em enfermagem Alice Marcelino distribuía bombons de chocolate para os pacientes com uma mensagem de Natal e era possível ver a alegria estampada no rosto de cada um que recebia o ‘mimo’.
Para a dona de casa Marizete Terra, 69, que aguardava uma consulta com o cardiologista, essa ação foi muito boa. “Foi muito bonito, nossa! Deixou as pessoas muito animadas. O coral do HC está de parabéns!”, elogiou.
Já o paciente Daniel Souza, 65, prestes a ser internado no HC-UFG, assistiu a tudo e chorou de emoção. “Foi muito lindo. Fico emocionado (choro). Eu não tenho família, então o Natal tem um significado diferente para cada um, né?”.
Para a assistente social do HC, que atua no Ambulatório C, Margareth Novais, membro do coral, a emoção de participar de um projeto tão nobre e voltado para os pacientes, foi muito grande.
“Eu topei participar assim que fui convidada. Sabia que iria alegrar aos pacientes que procuram o HC com tantos problemas e tribulações. Por isso, ter essa possibilidade de amenizar as dores da vida com música foi uma grande satisfação! ”
Um projeto nascido de um momento crítico
Luciene Guedes explica como se deu a concepção do projeto.
“Esse projeto começou em outro trabalho que eu tenho, pelo Estado, e eu pensei em trazê-lo para o HC. Pensei nos bombons e na cesta. As ideias foram surgindo. Pedi doações de colegas de trabalho. Convidei os colegas para o coral e, no final, deu certo! O público que frequenta o HC foi atingido”, explicou.
Ela ainda ressalta como foram os ensaios. “Fizemos em duas semanas, quando dava, dentro do horário de expediente, mas a vontade de fazer dar certo foi o que nos impulsionou a levar mensagens de amor e paz que o período pede em forma de canção”.
De acordo com Adilma Brito, a criação do coral também surgiu de um momento muito crítico.
“Eu e Luciene começamos a trabalhar juntas em 1997. E nesse ano de 2022 ela foi surpreendida com um problema sério de saúde e, mesmo assim, com todos ao redor tristes, ela não deixava a gente chorar. Ela é quem nos dava força! Então, ela pediu para fazer esse coral, porque ela queria levar alegria para os pacientes que se consultavam nos ambulatórios. Daí, fomos correndo atrás das pessoas e das doações. No início estávamos com vergonha. Mas, acho que no final, foi algo de Deus!”, concluiu.
Para Luciene, a ação foi muito gratificante. “No final me senti muito realizada e tive muita vontade de chorar, mas eu prometi que eu não faria isso. Eu vi pacientes me pedindo para cantar mais. Eu quis passar para eles que eles são muito importantes para nós. Deu certo!”.