TENDA LILÁS

Palmas recebe projeto Tenda Lilás para fortalecer rede de proteção e combate à violência contra a mulher

Com a presença da secretária-executiva Eutália Barbosa, iniciativa itinerante promove acolhimento, orientação jurídica e integração entre órgãos de segurança e assistência social

Publicado em 23/04/2026 19:25
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Em Tocantins, secretária-Executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, participou do projeto Tenda Lilás. (Foto: Ana Carolina Novelli - Ascom/Mulheres)

Como iniciativa itinerante do Ministério das Mulheres, a cidade de Palmas, em Tocantins, recebeu o projeto Tenda Lilás. A proposta é oferecer, em um único espaço, acolhimento, orientação jurídica e social a mulheres, além de informações sobre os direitos das mulheres e como denunciar casos de violência, tanto em ambiente físico quanto digital.

Durante o dia 23/4, representantes da pasta das Mulheres prestaram atendimentos a mulheres, numa mobilização que envolveu Delegacia da Mulher; Defensoria Pública e Judiciário; Patrulha Maria da Penha; Centros de Referência (CRAS e CREAS).

A secretária-Executiva Eutália Barbosa, representando o Ministério das Mulheres, participou da ação. Durante o evento, foi possível fazer um diagnóstico da rede de atendimento local para melhorar o fluxo de proteção às vítimas.

“A Tenda Lilás é uma estratégia de comunicação pública, um direito da população. Por isso, é tão importante comunicar sobre a rede de atendimento, o direito das mulheres. A escalada da violência contra a mulher está crescente, mas precisamos reforçar que estamos trabalhando na ampliação da rede de serviços”, explicou a secretária.

Para Nayara Santos, ativista do movimento social Marcha Mundial das Mulheres, as ações da Tenda Lilás são importantes, pois muitas mulheres sofrem violência, como, por exemplo, as mulheres negras e periféricas. Para ela, o Ministério das Mulheres promove, por meio de ações como essa, a construção essencial na formação política de acesso a mulheres.

“A violência é um sintoma de um sistema maior, que massacra as mulheres todos os dias. É possível um novo mundo, em que mulheres e homens são tratados de forma igual, mas essa construção deve ser feita a muitas mãos”, reforçou Nayara.

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Justiça e Segurança
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