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Inventário
Equipamentos vão agilizar e melhorar controle e inventário de bens permanentes no HU-UFSC
Sabe essas etiquetas com códigos de barras que estão em todos os computadores, mesas, cadeiras e demais bens móveis em seu local de trabalho, aquelas que têm um número? Essas etiquetas são o número de “identidade” do bem patrimonial, permitem o cadastro e o controle do patrimônio da instituição. Atualmente para fazer o inventário destes bens, todo o processo é realizado por meio de listas impressas, de forma manual, permitindo o controle de tudo que é usado dentro do hospital. A realização do inventário e coleta de dados, a partir da implantação da tecnologia RFID, vai ser feita de forma automática: uma pessoa vai entrar na sala com um equipamento que fará a leitura de tudo que está no ambiente.
Isso porque a Unidade de Patrimônio do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC/Ebserh) recebeu três leitores e coletores RFID e 4000 etiquetas RFID, adquiridos por meio de uma compra centralizada pela Sede da Ebserh, em um projeto que busca o aprimoramento do controle dos bens patrimoniais da Rede.
Do inglês Radio Frequency Identification ou a Identificação por Rádio Frequência é um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos denominados etiquetas RFID.
Basicamente todos os bens do HU receberão uma nova etiqueta de patrimônio compatíveis com a tecnologia RFID. Esta etiqueta possui uma antena interna que ao receber um sinal de radiofrequência emitido pelos Leitores, retorna o número armazenado dentro da etiqueta, conforme imagem abaixo.
Na prática, durante a realização do levantamento físico dos bens que é uma das etapas do inventário, a equipe que for realizar o levantamento não vai mais necessariamente precisar ver a etiqueta de patrimônio, pois o leitor consegue identificar a etiqueta em uma distância de até 2 metros.
De acordo com a Unidade de Patrimônio do HU, após a realização do inventário patrimonial de 2022, todos os bens receberão as novas etiquetas com a nova tecnologia.
Os principais benefícios na utilização desta tecnologia são:
Agilidade: Processo mais ágil, uma vez que não é mais necessário ter contato visual com a etiqueta de patrimônio. Durante os testes de utilização obteve-se a coleta de 100 etiquetas por segundo;
Acurácia: Diminui a possibilidade de esquecimento de registro de bens na etapa de levantamento físico do inventário; reduzindo a quantidade de bens não localizados;
Custo: Redução de custos tendo em vista a utilização de menos pessoas durante a etapa de levantamento físico.