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Modernização
Modernização de sistema de aquecimento de água da instituição gera economia de R$ 100 mil/mês

O sexagenário prédio do Hospital de Clínicas, desde que começou a contar com água quente encanada, foi alimentado por cadeiras mantidas à xisto – um combustível fóssil, fonte de energia não renovável.
Para que a água quente chegasse ao seu destino final, as caldeiras geravam vapor em alta temperatura. Este era encanado e redistribuído às áreas técnicas. Em contato com esse vapor, a água aquecia e então estava pronta para ser distribuída.
Durante a pandEmia o Complexo, além de atender às demanda da assistência, do ensino e da extensão, também deu andamento aos projetos de melhorias estruturais:
“Hoje, ao invés de levar vapor às áreas técnicas, levamos gás natural. Ele vai passar pelo sistema de aquecedores – como acontece nas residências – e realiza o processo de aquecimento de água para posterior distribuição para consumo” – explica Ricardo Mendes, engenheiro e chefe do Setor de Infraestrutura Física do CHC-UFPR/Ebserh.
“O gás natural, apesar de também ser um combustível fóssil, é menos poluente que o xisto, o que faz com que o sistema de aquecimento da água à gás natural seja também mais benéfico ao meio ambiente” – completa Mendes.
Claudete Reggiani, Superintendente do CHC-UFPR/Ebserh destaca:
"Para a modernização foram investidos R$ 1.6 milhão, que está gerando uma economia mensal de R$ 100 mil. Ou seja, com o saldo positivo economizado em 16 meses a melhoria quita o investimento."
Além disso, até julho, a rede será ampliada para o Anexo G – que inclui os laboratórios e área de coleta de exames -, único edifício que ainda não recebe água quente.