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GESTÃO
Ebserh apresenta caderno de práticas a gestores do Hucam
O sistema que envolve todo o trabalho do Hospital Cassiano Antonio Moraes (Hucam), da Universidade Federal Espírito Santo (Ufes), enfrenta o desafio de adequar-se às melhores formas de gestão. Para isso, o hospital conta com a ajuda da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que gerencia os hospitais universitários, para assegurar as melhores práticas do Aplicativo de Gestão dos Hospitais Universitários (AGHU). Com essas diretrizes, cada hospital está adaptando o seu fluxograma das melhores práticas de acordo com suas necessidades.
Com isso, é preciso saber os caminhos a serem trilhados, mas alguns passos importantes já estão sendo dados. Uma equipe junto com o coordenador de Gestão de Processos da Ebserh, Davison Ferreira, está apresentando durante dois dias (14 e 15/07) uma ferramenta de gestão que irá aprimorar a forma sobre como lidar com documentos, medir desempenho e controlar procedimentos da rotina administrativa do hospital.
Com esses processos em andamento, informatizados sob o cumprimento do que preveem as diretrizes na área da saúde, o Hucam também estará trabalhando para ter um ambiente cada vez mais humanizado. De acordo com o coordenador da Ebserh, o importante é apoiar os hospitais universitários federais, através do AGHU, que já tenham módulos implantados na potencialização da utilização da ferramenta por meio da análise e redesenho dos processos de trabalho.
Dentro da proposta, Davison Ferreira veio ao Hucam para apresentar o Caderno de Processos e Práticas da sede. O documento foi feito com base na experiência de seis hospitais da rede, incluindo o Hucam.
"Vim representando a sede para trabalhar a reflexão, essa é a palavra-chave. O caderno é uma ferramenta para guiar o processo de reflexão do hospital para produção de seus manuais", explicou Davison Ferreira, cuja coordenadoria está integrada à Diretoria de Gestão de Processos e Tecnologia da Informação da Ebserh.
Antes da apresentação, o superintendente do Hucam, Luiz Alberto Sobral Vieira Júnior, destacou a necessidade em estabelecer padrões para as práticas do hospital.
"Vamos tentar uniformizar o máximo possível o que consideramos como boas práticas. É um processo fundamental. Setenta por cento das nossas ações não dependem de recursos financeiros, mas de processos", disse o superintendente.