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Centro de Telessaúde: referência também na produção e compartilhamento de conteúdo de saúde
A excelência do Centro de Telessaúde do Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh vai além da telemedicina, alcançando também a criação de conteúdos sobre saúde. Na última semana, ele atingiu a marca de 100 mil inscritos em seu canal no Youtube e recebeu da plataforma de vídeos uma placa comemorativa, conferida ao criadores de conteúdo de todo o mundo que se destacam na web. O feito é resultado do comprometimento com o uso de tecnologias para beneficiar com assistência à saúde e inovação contínua populações de áreas remotas.
No ar desde fevereiro de 2014, o canal já soma mais de 6,5 milhões de visualizações. Lá estão disponíveis vídeos, cursos e palestras em diversas áreas da saúde com a participação de especialistas de uma das principais universidades públicas do país, a UFMG. Também são realizadas transmissões de eventos e webaulas ao vivo.
A oferta gratuita de conhecimento de saúde com autoridade e credibilidade torna-se fundamental na atualidade, quando a disseminação de fake news é cada vez mais comum. Com a tele-educação, um dos braços da Rede de Teleassistência de Minas Gerais, a qual é coordenada pelo Centro de Telessaúde do HC-UFMG, são produzidas e compartilhadas informações confiáveis, promovendo a saúde e a qualidade de vida.
“Atingir a marca de 100 mil inscritos no canal do Youtube é motivo de grande orgulho e nos motiva a continuar a produzindo material educacional de qualidade, contribuindo para a formação de profissionais de saúde com informação confiável aos nossos seguidores”, afirmou a chefe da Unidade E-Saúde, Cristina Paixão.
O que é o Telessaúde
A Rede de Teleassistência de Minas Gerais tem como objetivo dar suporte à saúde pública por meio de tecnologias de informação e comunicação. O HC-UFMG/Ebserh coordena o projeto, por meio do Centro de Telessaúde, onde atua uma equipe composta por profissionais de saúde de diversas áreas, especialistas em tecnologia da informação e gestores de saúde.
Com isso, médicos de todas as partes do país podem interagir de forma remota com esses especialistas e outros tantos de sete universidades públicas – UFMG, UFU, UFTM, UFJF, Unimontes, UFVJM e UFSJ. O Ministério da Saúde é o principal financiador do serviço.
São mais 1.344 cidades brasileiras atendidas desde o início do projeto em 2005. Atualmente, são desenvolvidas atividades de telediagnóstico em cardiologia (ECG, MAPA e Holter), oftalmologia (retinografia) e pneumologia (espirometria), e suporte em doenças crônicas. Além disso, a Rede oferece teleconsulta – assistencial e educacional - em diversas áreas da saúde.
Redação: Luna Normand (Jornalista do HC-UFMG/Ebserh)