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Setor de TI do HUPAA informa sobre os principais pontos da política de impressão da Rede Ebserh
Implantada no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) em meados deste ano, a política de impressão foi instituída pela Rede Ebserh para disciplinar o uso de documentos em papel dentro dos HUFs, visando economicidade de recursos e combate ao desperdício. Todos os usuários têm inicialmente uma cota padrão de 60 impressões. Aqueles que necessitarem de número maior podem solicitar um adicional de 20% via sistema GLPI, abrindo um chamado na central de serviços, pedindo a cota reserva.
O chefe do setor de Tecnologia da Informação, Alexsandro Santos, explica que as quantidades acima da cota extra devem ser comunicadas pelo usuário à chefia do seu setor, que abrem, via SEI, um processo justificado comunicando que o usuário em questão necessita de um valor maior (100 páginas, por exemplo). O processo é encaminhado à TI, que faz os ajustes necessários para atender à demanda. É recomendado que as solicitações sejam feitas com antecedência, pois o prazo para atendimento depende do fluxo de demandas.
Devido às obrigatoriedades com relação a relatórios e prontuários de pacientes, que precisam ser impressos e assinados, a política de impressão não têm caráter restritivo. Se os usuários da área assistencial, a exemplo de médicos e enfermeiros, precisam de mais impressões, a solicitação será atendida. “Precisamos ter o controle e evitar o desperdício. É uma política de conscientização”, completa Alexsandro.
As diretrizes não afetam o que é realizado no AGHU. O que é impresso através do aplicativo não é descontado da cota do usuário. “No entanto, é necessário que ele imprima apenas o necessário, revisando o conteúdo impresso”, reforça o chefe do setor de TI.
A política de impressão não é restrita ao HUPAA, mas sim uma exigência para toda a rede Ebserh, com metas a serem alcançadas, a exemplo da redução do volume de impressão em até 50%. Quando política foi estabelecida, a quantidade de impressões era de 300 mil páginas anuais. Contudo, de acordo com o setor de TI do Hospital Universitário, em levantamento realizado no mês de junho, o número havia chegado a quase 150 mil, valor estimado para todo o ano.
Para Alexsandro Santos, o atingimento dessa meta será fruto de um trabalho contínuo, de longo prazo, que demandará apoio dos setores. A política apontará os processos que precisam ser melhorados, informatizados e digitalizados para evitar a impressão desnecessária, bem como os fluxos a serem revistos. A superintendência e suas gerências associadas foram as áreas do HU que serviram como projeto-piloto para implantar a política de impressão. “Começamos pela alta administração para que os usuários vejam que as diretrizes devem alcançar a todos, sem distinção”, acrescenta.
Raoni Santos
Jornalista
HUPAA-UFAL