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INTERNATO HU
Ex-internos do HU-Univasf comemoram conclusão do curso e avaliam experiência
Ex-alunos do internato HU.
No último dia 21/07, mais uma turma de internos do Hospital Universitário da Univasf se formou. Para registrar o fim deste ciclo de aprendizado, os alunos estiveram no hospital realizando filmagens e visitando alguns pacientes.
Entre programas de residência, internato e outros projetos de ensino, o HU recebe anualmente estudantes dos cursos de enfermagem, fisioterapia, técnico em enfermagem, psicologia, educação física, farmacia, medicina, entre outros. Apesar de ser um hospital de portas abertas para a população e para o ensino, acolhendo alunos de diversas instituições e cidades, a maioria dos estudantes são provenientes da própria Univasf e da Universidade Estadual de Pernambuco.
No caso específico dos internos de medicina, o período de duração das aulas práticas vivenciadas no hospital é de dois anos. Nesta etapa do curso, são capacitados em diversas áreas de atendimento como clínica médica, emergência, urgência, enfermaria, entre outras. Todos os alunos são acompanhados por residentes e profissionais de carreira, os quais são responsáveis por apresentar os aspectos técnico-científicos e de trabalho em equipe, oportunizando uma formação plena em atenção à saúde.
Para Elídio Rodrigues, recém-formado da 12ª turma de medicina, o aprendizado depende muito da relação com a preceptoria. “No HU, os residentes (preceptores) são bastante atuantes. Apesar de ter ainda alguns problemas a serem superados, o hospital não deixa a desejar em termos de formação. A chegada da EBSERH tem sido positiva, o concurso foi importante. Há insumos, preceptores competentes com alto padrão de conhecimento que nos passam a parte prática do pós ciclo básico com maestria” afirmou o ex-interno.
Alexandre Cortez do Amaral, também da 12ª turma, fez sua avaliação sobre a experiência. “O internato no HU foi rico por proporcionar vários cenários com residentes e médicos experientes. Isso ajuda de fato na escolha da carreira a ser seguida. Sou do sudeste de Minas Gerais, lá temos outra realidade. No HU, pude compreender como se dá a vivência da medicina no sertão, no vale.”, comentou.
Para finalizar, a médica Jéssica Diniz, que também passou pelo internato do HU, enfatizou a importância das aulas práticas. “É inevitável reconhecer o quanto foi essencial. O internato contribuiu muito com experiência profissional em todos os aspectos, tanto na parte técnica quanto na sociabilidade com a comunidade e outros profissionais. Já de olho em novos desafios, Jéssica disse que pretende fazer residência em clínica médica. Para ela, a vivência neste campo de atuação durante o período que esteve no HU influenciou na decisão. “Pude conhecer a importância desta área, principalmente no sentido de prestar acolhimento aos mais carentes. Essas pessoas precisam de mais que atendimento assistencial, precisam de atenção além da científica. Por isso, pretendo atuar na região, mais especificamente, no HU”, concluiu.