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Trabalho da Residência em Ginecologia e Obstetrícia conquista 1º lugar em Congresso
O trabalho intitulado “Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser: Um relato de caso” conquistou o primeiro lugar no 57º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia, realizado no mês de novembro em Belém – PA. O trabalho teve como autores os residentes em Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Universitário da UFMA (HU-UFMA) Katrine Cançado, Lays Costa, Leiliane Martins, Andressa Benvindo e Camila Lobão, sob a supervisão dos preceptores Diego Trabulsi Lima, Danielle Orlandi Gomes, Erika Krogh e Graciete Helena Nascimento Santos (chefe da Unidade de Atenção à Saúde da Mulher do HU-UFMA).
A Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia do HU-UFMA desenvolveu sete trabalhos científicos só no ano de 2017, um marco nessa área e um avanço em relação ao ano anterior. O Serviço de Ginecologia e Obstetrícia é responsável por parte do processo que envolve o treinamento em serviço, disponibilizando profissionais médicos de elevada qualificação para orientação dos residentes.
O coordenador da Residência, Diego Trabulsi, destacou que o ano de 2017 foi muito promissor. “Mesmo diante de todas as dificuldades, conseguimos ter alguma produção, desenvolver pesquisa. E tivemos uma produção que inclusive foi premiada. Eu acho isso importante, tanto para a valorização da residência médica como do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia. Precisamos estimular nossos residentes para sempre produzirem. E uma coisa importante a se destacar é que o trabalho que foi premiado será publicado na mais importante e conceituada revista da área de ginecologia e obstetrícia, que é a Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, uma revista indexada. Isso dá um ânimo ao Serviço, dá um ânimo a Instituição”, ressaltou.
A residente de Ginecologia e Obstetrícia, Katrine Cançado, uma das autoras do trabalho premiado no Congresso, comenta a surpresa dos congressistas quando souberam da procedência do trabalho. “As pessoas se surpreendiam quando falávamos que éramos do Maranhão. E sempre tinham essa surpresa por sermos um estado pobre e de pouco destaque. O prêmio fez a gente ter um impacto positivo, trazendo prestígio para o Hospital, e para nós enquanto profissionais. Esse estímulo é muito importante”, disse.
Por Alexsandra Jácome