Governo do Brasil fortalece a democracia com a expansão das Casas da Igualdade Racial e a nomeação de Rachel Barros para a pasta
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A segunda Casa da Igualdade Racial, foi inaugurada em Pelotas, no Rio Grande do Sul, para prestar atendimento qualificado com apoio jurídico, social e psicológico no tratamento de crimes raciais. A ideia é promover um espaço de ações produtivas, culturais, de acolhimento e de articulação para que a população negra possa acessar.
Essas e outras iniciativas representam o compromisso do Governo do Brasil com a continuidade das políticas de promoção da igualdade racial e com o fortalecimento da democracia, a partir da nomeação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que oficializa Raquel Barros como nova ministra da igualdade racial.
Doutora em Sociologia, ativista dos direitos humanos, ex-chefe da Secretaria-Executiva e da Assessoria Especial da pasta, Rachel Barros assume com a missão de garantir a continuidade das agendas e das políticas públicas em andamento.
Em seu discurso de posse, a ministra Rachel Barros destacou o significado histórico de ocupar a chefia do Ministério da Igualdade Racial, do legado das lutas do movimento negro no país e o papel das políticas públicas na transformação de trajetórias individuais e coletivas.
Leia aqui o discurso da cerimônia na íntegra.
Já em suas duas primeiras agendas internacionais, a ministra Rachel Barros discursou na abertura do V Fórum Permanente dos Afrosdescendentes da Organização das Nações Unidas, em Genebra e cumpriu agenda oficial em Barcelona, na Espanha, ao lado do presidente Lula [] em compromissos voltados ao fortalecimento do diálogo entre Brasil e Espanha na promoção da igualdade racial.
Entre outros destaques do mês, estão a assinatura [] de mais dois decretos de titulação de territórios quilombolas que contemplam os territórios quilombolas de Curuanha e Luziense, em Sergipe. E o lançamento do Glossário de Termos do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS 18) realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para qualificar o debate público sobre racismo e discriminação étnico-racial e fortalecer a implementação dessa agenda no Brasil e no mundo.