PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Ministério das Mulheres abre consulta para receber sugestões da sociedade sobre dados abertos

Os dados abertos são essenciais para fomentar a pesquisa, ampliar o controle social e impulsionar políticas públicas mais eficazes em defesa da equidade de gênero e da garantia de direitos das mulheres. Sugestões podem ser enviadas até 28 de março por meio da plataforma Participa + Brasil.

Publicado em 20/03/2025 17:03Modificado há um ano
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Nesta quarta-feira (19), o Ministério das Mulheres abriu consulta pública para ouvir da sociedade quais informações são prioritárias na divulgação da base de dados abertos. A iniciativa do Comitê de Governança Digital da pasta pretende aprimorar o Plano de Dados Abertos (PDA/Mulheres) na difusão de informações sobre as políticas que impactam a vida das mulheres. A consulta será encerrada em 28 de março de 2025 e os interessados podem contribuir acessando este link.

A ideia é garantir que as informações de interesse público estejam acessíveis de forma clara, organizada e de fácil reutilização, o que reforça o compromisso do Ministério das Mulheres com a transparência e acesso à informação como pilares da gestão pública. O convite se estende a jornalistas, pesquisadores, organizações, instituições e demais interessados a indicarem quais dados devem ser priorizados e a melhor forma de disponibilizá-los. 

As sugestões devem indicar quais os dados mais relevantes para acesso público imediato, a periodicidade ideal para a publicação de informações, o que pode ser aprimorado em relação à organização e estrutura dos dados, e até mesmo as outras bases de dados que deveriam ser consideradas no plano. 

As contribuições passam pelos temas: políticas e programas voltados às mulheres; indicadores de violência de gênero e atendimento às vítimas; informações sobre representatividade feminina em espaços de decisão; orçamento e execução financeira das políticas para as mulheres; demais dados relevantes para a promoção dos direitos das mulheres. 

Os dados abertos são essenciais para fomentar a pesquisa, ampliar o controle social e impulsionar políticas públicas mais eficazes para a promoção da equidade de gênero e dos direitos das brasileiras.

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Comunicações e Transparência Pública
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