Ministra Anielle Franco participa do 3º Prêmio Mulheres das Águas, ao lado do presidente Lula

Cerimônia reconheceu 11 mulheres que transformam a pesca e a aquicultura em todo o país

Publicado em 26/10/2026 18:49
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Foto: Ricardo Stuckert/PR

Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, esteve presente nesta quarta-feira (18) na cerimônia do 3º Prêmio Mulheres das Águas, realizada no Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília. A iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reconheceu 11 mulheres de todo o país por suas contribuições à pesca, à aquicultura e ao fortalecimento das comunidades que dependem das águas para viver.

O presidente Lula participou da homenagem às vencedoras, reforçando a importância da liderança feminina, dos saberes tradicionais e do papel das comunidades pesqueiras para o desenvolvimento sustentável e para a proteção do meio ambiente no Brasil. “Reconhecer o trabalho dessas mulheres é reconhecer o papel essencial que exercem na produção sustentável, na proteção dos territórios e na transmissão de saberes que garantem o futuro das comunidades pesqueiras em todo o Brasil,” pontuou.

A ministra Anielle Franco destacou que as mulheres pescadoras, marisqueiras, quilombolas, indígenas e ribeirinhas estão entre as populações que mais enfrentam os efeitos das mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, entre aquelas que mais protegem os ecossistemas aquáticos do país. “Dar visibilidade a essas mulheres é reparar uma dívida histórica. Elas sustentam suas comunidades, protegem os territórios e enfrentam diariamente os efeitos das mudanças climáticas. Reconhecer seus saberes e fortalecer suas condições de trabalho é fortalecer o Brasil”, afirmou.

A agenda diálogo diretamente com o Decreto nº 8.750/2016, alterado pelo Decreto nº 11.481/2023, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais que reconhece oficialmente esses grupos como guardiões dos territórios e da biodiversidade.

O MIR reforça que o fortalecimento das comunidades tradicionais, com inclusão produtiva, proteção territorial, promoção da igualdade racial e valorização dos saberes ancestrais, é fundamental para uma agenda de justiça climática e de combate às desigualdades sistêmicas.

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Comunicações e Transparência Pública
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