Investimento em rodovias é essencial para preservar vidas, diz secretário nacional de Trânsito
Adrualdo Catão participou da abertura do 22º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, na Câmara dos Deputados

Em um cenário de deterioração das rodovias federais em todas as regiões brasileiras nos últimos anos, o Governo Federal, por meio do Ministério dos Transportes, tinha como desafio para 2023 retomar o investimento maciço em manutenção com o objetivo de salvar vidas. Com a aprovação da Emenda Constitucional 126/2022, foi possível a manutenção de programas sociais como o Bolsa Família e a Farmácia Popular, além de recompor o orçamento da pasta.
Para este ano, são R$ 23 bilhões a serem investidos em manutenção e conservação de estradas e ferrovias, além de obras de ampliação de capacidade de trânsito em todo o Brasil. “A retomada dos investimentos é fundamental para recuperar as nossas estradas, salvar vidas e recolocar o Brasil na rota do crescimento”, defendeu o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, ao participar, nesta quarta-feira (21), da abertura do 22º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.
Segundo o secretário, a diminuição dos investimentos públicos nos últimos anos tem causado um dano ao setor de transportes que vai além do problema da logística. Diante do reforço orçamentário, a prioridade do ministério é investir em projetos estruturantes, com recuperação, construção e retomada de obras rodoviárias e ferroviárias. “Isso também interfere na quantidade de sinistros, especialmente sinistros fatais”, acrescentou Catão
Na comparação de janeiro a maio, 2023 é o ano com maior execução desde 2016, quando foram investidos cerca de R$ 4,3 bilhões. Entre 2017 e 2022, os valores sempre ficaram abaixo dos R$ 3 bilhões, atingindo a menor cifra da história em 2021, com R$ 1,9 bilhão aplicados. “Estamos virando dia e noite para colocar em prática e executar o orçamento que a gente tem. E vamos conseguir fazê-lo tanto na área de rodovias quanto na de ferrovias e de trânsito”, concluiu Adrualdo Catão.
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes