CHECAGEM DE FATOS

Vacinas em uso no Brasil NÃO são experimentais

Casos recentes de sarampo mostram que se vacinar é o caminho seguro para afastar o risco

Publicado em 14/08/2026 16:45Modificado há 21 horas
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Mulher com uma seringa na mçae aplica vacina
Foto: Rodrigo Nunes/MS

Em meio ao alerta contra o sarampo emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), surgem novamente informações falsas contra a vacinação. É importante deixar claro que NÃO existe dúvida sobre a importância da vacinação para a proteção das pessoas contra doenças graves.

As vacinas em uso no SUS e na rede privada passaram por todas as etapas necessárias para verificar sua segurança e eficácia. NÃO existem vacinas experimentais sendo utilizadas no país. Vacinas NÃO causam intoxicação. Vacinas NÃO contêm ingredientes secretos ou partes de corpos humanos.

Como todo medicamento, as vacinas são produtos importantes para o controle de doenças. Antes de chegar à população, porém, precisam passar por estudos realizados pelas empresas que desenvolvem o produto para a comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia. A Anvisa monitora continuamente a segurança das vacinas.

Para muitas doenças, como o sarampo, o tétano, a meningite, a Covid-19 e tantas outras, as vacinas são a opção mais segura, acessível e efetiva de proteção.

No Brasil, as vacinas em uso são monitoradas pelo sistema de farmacovigilância e também pelo Programa Nacional de Imunizações, para que eventos adversos possam ser identificados e avaliados. Ou seja, existe uma análise constante do perfil de benefício-risco desses produtos.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 13 de agosto deste ano, havia registro de 24 casos de sarampo, relacionados à importação do vírus por viajantes que estiveram em outros países. Por isso, é importante que a população busque os postos de vacinação para participar da Campanha de Multivacinação, que vai até o dia 1º de setembro em todo o país.

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Saúde e Vigilância Sanitária
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