FISCALIZAÇÃO

Anvisa proíbe venda de suplementos alimentares irregulares

Medidas foram publicadas nesta quinta-feira (28/5) no Diário Oficial da União

Publicado em 28/05/2026 16:03
Compartilhe:

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (28/05), a apreensão do suplemento alimentar líquido Rejuvita 30 ml, fabricado pela empresa Rejuvita Ltda (CNPJ: 46.476.729/0001-30). A Resolução 2.131/2026 também proíbe a venda, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto.

O produto Rejuvita 30 ML, divulgado como suplemento alimentar, apresenta indícios de irregularidade sanitária por veicular alegações não permitidas, como efeitos “anti-idade”, “renovação profunda da pele” e “dermocosmético oral”, o que induz o consumidor a erro. O produto apresenta ainda a informação de que é “100% regularizado e aprovado pela Anvisa” é enganosa, além de haver outras inconsistências quanto à identificação do fabricante.

Mayben Pharmaceutical

Já a Resolução 2.129/2026 ordenou o recolhimento de todos os suplementos alimentares fabricados pela empresa Mayben Pharmaceutical Ltda (CNPJ: 31170914000124). A comercialização, a distribuição, a fabricação, a divulgação e o uso ficam suspensos.

Confira os itens que sofreram sanções fiscais:

  • Suplemento alimentar em solução à base de lactulose, marcas Lactben e Lactulose Nativida

  • Suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio e vitamina D, marca Calcioben D

  • Suplemento alimentar em comprimidos à base de cálcio, marca Calcioben

  • Suplemento alimentar em pó de carboidrato e eletrólitos, marca Aqualev

Durante inspeção sanitária realizada entre os dias 25 e 26 de abril, foi constatado que a empresa apresenta falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação, como: estrutura e limpeza inadequadas, falta de controle de temperatura e umidade, exaustão ineficiente, equipamentos danificados, uso de matérias-primas vencidas, mistura inadequada entre linhas de produção, ausência de lavatórios e materiais para higienização das mãos, falhas na rastreabilidade e uso de embalagens impróprias.

Categorias
Saúde e Vigilância Sanitária
Compartilhe: