Amazônia no prato! Embaixador da gastronomia brasileira conta como os sabores da floresta têm atraído turistas de todo o mundo
Das margens do Tapajós para a ONU, Saulo Jennings celebra a data compartilhando a transformação de ingredientes regionais em experiências turísticas inesquecíveis e inspirando um futuro mais verde

A COP 30, que será em Belém, é uma oportunidade para divulgar a culinária amazônica?
Saulo Jennings: Com certeza. A COP é uma vitrine global, e Belém vai mostrar que a floresta também produz alimentos incríveis. A culinária amazônica é uma das mais ricas do país. Mas mais do que pratos bonitos, queremos mostrar o que está por trás: o trabalho das comunidades, o saber ancestral, os ingredientes únicos. A Amazônia tem muito a ensinar - inclusive que a comida da floresta pode ser uma aliada no enfrentamento da crise climática.
Como você enxerga o papel da gastronomia como porta de entrada para o turismo na Amazônia? A culinária pode ser uma ponte entre o visitante e a cultura local?
A gastronomia é uma das formas mais poderosas de apresentar a Amazônia ao mundo. Quando alguém prova um prato feito com ingredientes da floresta, está experimentando mais do que sabores - está tendo contato com uma cultura, com saberes ancestrais, com histórias de comunidades inteiras. A culinária é uma ponte, sim - e uma das mais bonitas que existem. Ela aproxima, desperta curiosidade e abre caminhos para um turismo mais consciente e transformador.
Por Lívia Albernaz
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo