Evento celebrou Dia Nacional da Caatinga com programação ambiental e cultural em Picuí (PB)

Publicado em 27/04/2026 15:09Modificado há um mês
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Semana da Caatinga marcada por articulação, troca de experiências e reflexões sobre a riqueza do bioma

A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Olho D’Água das Onças, na zona rural de Picuí (PB), realizou entre 20 e 28 de abril uma programação especial pelo Dia Nacional da Caatinga, comemorado em 28 de abril. As atividades incluíram ações de conservação, educação ambiental, ciência e valorização cultural do bioma.

O evento foi promovido em parceria com a FUNETEC, com financiamento do Banco do Nordeste e apoio de universidades como IFPB, UFCG, UEPB, UFPB e UFRN. A proposta foi integrar pesquisa, ensino e iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável no semiárido.

Ao longo da programação, foram realizadas atividades como plantio e doação de mudas nativas, acampamento e visitas guiadas. O objetivo foi aproximar o público da biodiversidade da Caatinga e estimular práticas de preservação ambiental.

Os principais eventos aconteceram entre os dias 24 e 26 de abril, com palestras, debates e ações culturais. Entre os destaques estiveram discussões sobre desenvolvimento regional, inovação na produção de alimentos, energias renováveis e o papel das universidades na gestão da reserva.

No dia 25, a programação incluiu ainda uma homenagem aos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, com a inauguração de réplicas de monumentos no Museu da Caatinga a céu aberto. Também foram entregues estruturas como a réplica do monumento “Ai Caduti Brasiliani Itália” e a Gruta de Orações Nossa Senhora de Lourdes.

O Instituto Nacional do Semiárido (INSA) esteve representado no evento pelo diretor, José Etham de Lucena Barbosa, e pela coordenadora de Pesquisa, Dilma Maria de Brito Melo Trovão.

Reconhecida oficialmente em 2025 pelo ICMBio, a RPPN Olho D’Água das Onças se destacou na conservação da Caatinga, pesquisa científica e educação ambiental. A reserva possui cerca de 20,7 hectares de vegetação nativa e manteve parcerias com universidades, instituições de pesquisa e comunidades locais.

Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram.

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