CONVENÇÃO DE SEGURANÇA NUCLEAR

Participação brasileira em Viena ratifica compromisso com padrões globais de segurança

ANSN evidenciou o papel do Brasil no diálogo internacional sobre segurança nuclear, em alinhamento às diretrizes internacionais.

Publicado em 24/04/2026 11:21Modificado há 8 dias
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Participação da ANSN reforça o compromisso do país com a transparência e com a adoção das melhores práticas
Participação da ANSN reforça o compromisso do país com a transparência e com a adoção das melhores práticas

Na segunda semana da 10ª Reunião de Revisão da Convenção de Segurança Nuclear (CNS), realizada entre 13 e 24 de abril de 2026, em Viena, a ANSN evidenciou o papel do Brasil no diálogo internacional sobre segurança nuclear, com destaque para o avanço das práticas regulatórias e o alinhamento às diretrizes globais.

A participação da ANSN integrou a delegação brasileira, composta ainda por representantes da Eletronuclear e da Missão Permanente do Brasil junto à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Nesse período, foram realizadas as sessões de revisão entre pares, etapa central do encontro, em que os países signatários apresentam seus relatórios nacionais, respondem a questionamentos técnicos e analisam mutuamente suas práticas.

Durante as discussões, o Brasil apresentou contribuições sobre a evolução de suas práticas regulatórias e operacionais, com foco na gestão da segurança das instalações nucleares. O processo de avaliação entre pares permitiu não apenas demonstrar avanços, mas também identificar oportunidades de aprimoramento contínuo, em linha com os princípios da Convenção.

A atuação da ANSN reforça o compromisso do país com a transparência, com a cooperação internacional e com a adoção das melhores práticas, reconhecendo o papel da articulação multilateral na elevação dos padrões globais de segurança.

A Convenção de Segurança Nuclear constitui um dos principais fóruns internacionais para o intercâmbio de experiências e o fortalecimento das políticas de segurança, reunindo periodicamente os Estados signatários em um processo estruturado de revisão.

Com sua participação, o Brasil reafirma sua posição como ator responsável no uso pacífico da energia nuclear, ao mesmo tempo em que fortalece a credibilidade de suas instituições perante a comunidade internacional.

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