Evento paralelo marca a cooperação entre ABC, FAO e PMA no Comitê de Segurança Alimentar Mundial, em Roma

Alimentação escolar exige alimentos específicos e é ponte de entrada para melhor nutrição

Publicado em 29/10/2019 00:00Modificado em 22/03/2023 17:33
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O evento “Investindo em escolas para impacto na nutrição sustentável” foi co-organizado pela Agência Brasileira de Comunicação (ABC), pela

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)

e pelo

Centro de Excelência Contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos

, durante a programação do Comitê de Segurança Alimentar Mundial (CSA), que aconteceu em Roma, no mês de outubro.

Com foco na escola como um sistema alimentar específico, o seminário reuniu lideranças mundiais do setor para discutir ações que podem ser implementadas e boas práticas para melhorar os padrões de nutrição de crianças e jovens através da alimentação escolar, cujo modelo brasileiro é, reconhecidamente, referência internacional.

Ações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Ministério da Educação, executadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foram apresentadas pelas representantes do MEC, Maria Fernanda Bittencourt, secretária Executiva Adjunta do ministério e pela Diretora de Ações Educacionais do FNDE, Karine Santos.

Karine Santos apresentou o aplicativo e-PNAE e o PNAE Monitora, inovações tecnológicas de acompanhamento da política pública. “Essas ferramentas são estratégias inovadoras que qualificam a execução da política, podendo ser incorporadas em outros programas de alimentação escolar no mundo”, explicou

Uma em cada três pessoas em todo o mundo está desnutrida, de acordo com a FAO. A desnutrição entre crianças em idade escolar tem aumentado. Por isso, as escolas representam um ponto de entrada importante para uma melhor nutrição e a busca por hábitos alimentares saudáveis e sustentáveis.

Especialistas de diversas nacionalidades contribuíram para o debate, como representantes da Nova Parceria para o Desenvolvimento Africano (NEPAD) e delegados de Honduras e Senegal.

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