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Cooperação elabora recomendações para formação profissional do setor têxtil brasileiro

As recomendações serão apresentadas em foro internacional de Cooperação Sul-Sul, organizado pela OIT, em dezembro.
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Publicado em 14/09/2020 00h00 Atualizado em 30/01/2023 16h26

profissional do setor têxtil brasileiro.JPEG A Agência Brasileira de Cooperação (ABC), o Ministério da Economia, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e representantes do setor têxtil nacional desenvolveram um conjunto de recomendações sobre a formação profissional para o crescimento sustentável do setor têxtil brasileiro, com produtividade e trabalho decente, no período pós-pandemia. Na véspera do Dia Internacional da Cooperação Sul-Sul, celebrado em 12 de setembro, a iniciativa marca a construção de um trabalho inovador e tripartite no Brasil, com potencial de compartilhamento com outros países.

As recomendações fazem parte de um projeto desenvolvido pela OIT, que visa fornecer apoio técnico aos parceiros do setor têxtil para projetar e implementar estratégias de formação profissional e desenvolver habilidades necessárias para o crescimento sustentável, com produtividade e trabalho decente.

Cooperação Sul-Sul

Para facilitar a disseminação de boas práticas e o compartilhamento de conhecimentos com outros países em desenvolvimento, as recomendações serão apresentadas em foro internacional de Cooperação Sul-Sul, a ser realizado em 1º de dezembro, de forma virtual.

“Isso revela que, em meio à pandemia, é possível e viável seguirmos estimulando o diálogo social e construindo consensos de forma tripartite, além de estarmos compartilhando conhecimento e disseminando boas práticas entre o Brasil e outros países em desenvolvimento para a promoção da justiça social e do trabalho decente.” , disse Mônica Salmito, Analista de Projetos da ABC.

A iniciativa foi desenvolvida no âmbito de dois projetos globais da OIT de Cooperação Sul-Sul Algodão com Trabalho Decente e sobre o Futuro do Trabalho nos Setores Têxtil e de Confecções.

“Na véspera do Dia internacional da Cooperação Sul-Sul, o projeto Algodão com Trabalho Decente comemora o resultado final de um processo de elaboração de recomendações para o setor têxtil no brasil, com grande valor agregado, de ter sido construído de forma tripartite” , disse Fernanda Barreto, Coordenadora Programa de Cooperação Sul-Sul e Triangular.

“A mesma metodologia de prospecção foi compartilhada pelo Senai com o Peru e uma ação semelhante está sendo desenvolvida pela OIT na Etiópia e na Jordânia" , acrescentou.

Futuro do Trabalho e o setor têxtil

Em 2019, a OIT publicou um estudo global sobre o futuro do trabalho no setores têxtil e de vestuário, couro e calçados, que examina os impacto dos avanços tecnológicos, da globalização e das mudanças climáticas e demográficas sobre o trabalho decente no setor. O estudo elaborou ainda diferentes cenários sobre o futuro do trabalho em países com distintos níveis de desenvolvimento, tecnologia e renda.

Independentemente de como esses cenários se desenrolem, a formação profissional é um componente essencial para lidar com os desafios e as oportunidades do futuro do trabalho. Novas competências serão essenciais para garantir que empresas, trabalhadores e trabalhadoras possam se adaptar às novas tecnologias, aos novos materiais e à crescente necessidade de fabricação de produtos de forma ambientalmente sustentável e com responsabilidade social.

No Brasil, o setor têxtil e de confecção é o segundo maior empregador da indústria de transformação no país, gerando cerca de 1,5 milhão de empregos diretos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Em todo o país, o número de empresas formais chega a 25,2 mil. Na comparação internacional, o País abriga a sexta maior indústria têxtil do mundo.

Cenários e tendências

O ponto de partida do projeto foi a aplicação do Modelo Senai de Prospectiva ao setor têxtil brasileiro, que buscou identificar os cenários e as tendências das mudanças tecnológicas e organizacionais para os próximos 5, 10 e 15 anos, os impactos dessas mudanças nos perfis profissionais atuais (conhecimentos, habilidades e capacidades) de determinadas ocupações, e que novos tipos de profissionais serão necessários para as empresas têxteis brasileiras.

O passo seguinte foi a formação de um grupo de trabalho tripartite, reunindo representantes da OIT, do Senai, da ABC, do Ministério da Economia, da Abit e da CUT, com o objetivo debater as recomendações sobre a demanda futura de formação profissional para o setor. Para desenvolvê-las, foram consultados 40 especialistas de instituições governamentais, academia, e organizações de trabalhadores e empregadores, que responderam a uma ampla pesquisa.

"Os estudos prospectivos para o setor têxtil brasileiro permitirão a todas as instituições envolvidas estabelecer, de forma proativa, ações de atualização de perfis e cursos, bem como estratégias para manter a empregabilidade dos trabalhadores frente os desafios tecnológicos e organizacionais relacionados ao mundo do trabalho" , disse Marcello Pio, Especialista de Desenvolvimento Industrial III do Senai.

No contexto das mudanças tecnológicas, os especialistas consultados apontaram para um crescimento da difusão de tecnologias associadas à indústria 4.0, como, por exemplo, o uso de internet industrial das coisas para controle da produção e sistema de Big Data para planejamento da produção, entre outros pontos. Se confirmadas as percepções, o setor experimentaria um aumento de intensidade de capital, o que poderia levar a maior produtividade e competitividade. No entanto, o elevado grau de complexidade das novas tecnologias e a falta de mão de obra qualificada são alguns dos pontos destacados pelos especialistas como obstáculos à aquisição e ao uso dessas tecnologias no setor.

Segundo os especialistas, o setor têxtil brasileiro busca a implementação de ferramentas de gestão e iniciativas organizacionais para propiciar um equilíbrio entre oferta de produtos com baixo custo e maior valor agregado. Assim, liderança por custos, produção enxuta e diferenciação de produtos seriam os alvos das ações organizacionais das empresas nos próximos anos.

Por fim, o estudo divide as recomendações com foco em grupos alvos, a saber: instituições de formação profissionais; governo; sindicatos; empresas; instituições de pesquisa; e associações setoriais.

O presidente da Abit, Fernando Pimentel, considera que “discutir as questões que vão impactar o emprego no futuro, as habilidades e as necessidades para os profissionais que atuam na área têxtil é de vital importância” .

“O mundo está numa velocidade extremamente rápida e acelerada e as demandas com relação às habilidades e às potencialidades das pessoas vão se alterando. Nós temos que estar preparando os profissionais do futuro, ao mesmo tempo em que temos que estar requalificando aqueles que já estão na sua jornada de trabalho." , disse Pimentel.

“Portanto, essa discussão, que vai culminar em um encontro Sul-Sul para debater esse tema, teve na Abit uma participação relevante, por meio de sua equipe, porque tudo que nós fizermos de bom será feito por meio do humano. A tecnologia é fundamental, mostrou a sua importância durante essa crise da pandemia, mas é o humano que define como nós estaremos no futuro. Portanto qualificar, treinar, capacitar e identificar as tendências é um fator crítico do sucesso para as pessoas, para os negócios e para o país" , acrescentou.

Fotos: OIT/JBayona, OIT/Kivanc Ozvardar

Fonte: Com informações da OIT

Tags: Peru, Etiópia e Jordânia
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