Instrumento de Avaliação In Loco de Cursos de Graduação no Âmbito do Sinaes - Dimensões Comuns

Órgão: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Status: Encerrada

Publicação no DOU:  21/07/2025 

Abertura: 18/06/2025

Encerramento: 18/07/2025

Contribuições recebidas: 4491

Responsável pela consulta: DAES/INEP

Resumo


Consulta Pública sobre os novos instrumentos de avaliação de cursos de graduação no âmbito do Sinaes

 

1. Vinte anos do Sinaes: uma nova fase de aprimoramento técnico e responsivo

 

Instituído pela Lei nº 10.861/2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) consolidou-se ao longo das duas últimas décadas como uma política de Estado fundamental para a garantia da qualidade, da transparência e da responsabilidade pública na educação superior brasileira.

Nesse contexto, o Inep tem exercido papel estratégico na formulação, aplicação e revisão dos processos e instrumentos de avaliação externa dos cursos de graduação e das Instituições de Educação Superior. Agora, o Inep inaugura uma nova etapa de aperfeiçoamento propondo uma revisão dos instrumentos de avaliação in loco fundamentada em diretrizes pedagógicas, normativas e de políticas públicas voltadas à qualidade da educação superior.

Colaboraram na elaboração desta proposta dezenas de docentes com experiência em avaliação in loco dos cursos das diversas áreas de formação, vinculados a instituições públicas e privadas, e a faculdades, centros universitários e universidades de todas as regiões brasileiras.

Esta apresentação marca a conclusão de uma etapa inicial do processo de revisão dos instrumentos de avaliação e tem como objetivo subsidiar o início do debate público acerca dos aperfeiçoamentos necessários. Este processo ainda incluirá etapas de recebimento de contribuições dos atores interessados e a aplicação de avaliações simuladas, para teste empírico dos instrumentos e dos fluxos avaliativos propostos.

 

2. Qual reformulação está sendo proposta?

 

A estrutura vigente dos instrumentos de avaliação in loco dos cursos de graduação inclui as três dimensões abaixo:

·         Dimensão 1: Organização Didático-Pedagógica;

·         Dimensão 2: Corpo Docente; e

·         Dimensão 3: Infraestrutura.

Foram realizados estudos propositivos para reelaboração dessas três dimensões na tentativa de refletir as transformações contemporâneas do sistema educacional, com orientação para a revisão dos objetos de avaliação, alinhando-os aos parâmetros de qualidade e às exigências normativas, pedagógicas e sociais da educação superior brasileira.

 

3. A principal inovação proposta: a criação de uma dimensão 4 por área geral da Cine Brasil

 

A principal novidade introduzida é a criação da Dimensão 4, específica para cada área geral do conhecimento, conforme a Classificação Internacional Normalizada da Educação adaptada ao Brasil (Cine Brasil).

A nova dimensão amplia a capacidade analítica do instrumento de avaliação, permitindo captar com maior precisão as particularidades dos cursos de cada área. Busca-se, assim, reconhecer os diferentes modos de produção do conhecimento, os perfis profissionais e os impactos sociais específicos das Instituições de Ensino Superior (IES) nas suas respectivas áreas de atuação.

 

A Dimensão 4 incorpora objetos de avaliação voltados a:

·         integração entre ensino, pesquisa, extensão;

·         inserção social;

·         equidade e inclusão educacional;

·         atualização tecnológica e metodológica em consonância com a área de formação;

·         formação para atuação em contextos profissionais específicos; e

·         articulação com marco legal.

 

4. Avaliação formativa e crítica: novo enfoque da avaliação

 

Mais do que uma atualização técnica, os novos instrumentos promovem uma mudança de paradigma na avaliação de cursos. A avaliação passa a ser compreendida como processo formativo, dialógico e crítico, com capacidade de reconhecer tanto as potencialidades quanto as fragilidades institucionais.

O objetivo não se limita à atribuição de conceitos, mas se estende à indução de boas práticas, ao estímulo à autorreflexão e ao fornecimento de subsídios qualificados para a melhoria contínua da qualidade acadêmica.

Essa abordagem está alinhada aos princípios constitucionais da gestão democrática do ensino superior e à necessidade de instrumentos avaliativos mais responsivos à diversidade, complexidade e dinamicidade do sistema educacional superior brasileiro.

 

5. Objetivos da consulta pública

 

A presente consulta pública visa:

·         Aperfeiçoar a versão preliminar dos instrumentos;

·         Coletar contribuições da parte de especialistas e atores educacionais;

·         Promover a transparência e o controle social sobre os instrumentos de avaliação;

·         Reforçar o compromisso do Inep com uma avaliação orientada à qualidade, à diversidade, à inovação responsável e ao fortalecimento da formação superior.

 

As contribuições recebidas serão sistematizadas pela equipe técnica do Inep, e subsidiarão a consolidação de uma versão dos instrumentos de avaliação in loco para a realização dos testes em avaliações simuladas, previstos para o segundo semestre de 2025. Os resultados dos testes subsidiarão, por sua vez, a definição da versão final a ser aplicada no próximo ciclo avaliativo dos cursos de graduação, em consonância com os princípios da Lei do Sinaes.


A seguir apresentamos a proposta para as dimensões 1, 2 e 3 dos Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação no Âmbito do Sinaes. Os Objetos de avaliação também podem ser visualizados por meio do link:

Dimensões 1, 2 e 3

Apresentação no evento "Apresentação dos Estudos Propositivos de Revisão dos Instrumentos de Avaliação In Loco

Conteúdo

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Contribuições recebidas
1

DIMENSÃO 1  ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

2

 

3

1.1 Políticas institucionais no âmbito do curso    

4

a. As políticas institucionais de ensino:        

5

i. constam no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e estão coerentes com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI);

6

ii. estão implantadas no âmbito do curso;

7

iii. são de conhecimento do corpo docente do curso.

8

b. As políticas de pesquisa/iniciação científica/iniciação à docência (quando houver e conforme o caso):          

9

i. constam no PPC e estão coerentes com o PDI;

10

ii. estão implantadas no âmbito do curso;

11

iii. são de conhecimento do corpo docente do curso.

12

c. As políticas de extensão:   

13

i. constam no PPC e estão coerentes com o PDI;

14

ii. são de conhecimento do corpo docente do curso.

15

iii. ocorrem sob a forma de programas, projetos, cursos, oficinas, eventos ou prestação de serviços, devidamente documentados;

16

iv. estão implantadas com carga horária em consonância com as Diretrizes para Extensão na Educação Superior Brasileira.

17

d. O conjunto das políticas de ensino, pesquisa ou iniciação científica/iniciação a docência (quando houver e conforme o caso) e extensão implantadas no curso:

18

i. estão alinhadas às políticas públicas e às necessidades loco-regionais, incluindo campi, polos e ambientes profissionais, conforme o caso;

19

ii. tem impacto no desenvolvimento social e sustentável das comunidades inseridas na abrangência de atuação da Instituição de Educação Superior, incluindo campi, polos e ambientes profissionais, conforme o caso. 

20

e. As políticas institucionais implantadas no âmbito do curso incluem:      

21

i. políticas de incentivo à inovação, ao empreendedorismo, à economia criativa circular ou à economia solidária (conforme o caso).

22

ii. políticas de apoio a docentes iniciantes.  

23

f. Há disponibilidade do docente e políticas institucionais para propiciar:

24

i. participação em colegiados, NDE e grupos de trabalho;

25

ii. supervisão de estágio e outras atividades em campos profissionais (quando houver);

26

iii. orientação de trabalhos de conclusão de curso (quando houver).  

27

g. A experiência, diversidade e disponibilidade do corpo docente resulta na participação dos estudantes em:

28

i. trabalhos de iniciação científico-tecnológica ou iniciação à docência (quando houver);

29

ii. publicação de trabalhos científicos, culturais e/ou artísticos;

30

iii atividades de extensão;

31

iv. trabalhos de conclusão de curso (quando houver);

32

v. estágios (quando houver);  

33

vi. projetos de extensão realizados nos campi, polos e ambientes profissionais (conforme o caso).

34

 

35

1.2 Estrutura curricular e seus componentes      

36

a. A estrutura curricular e seus componentes:          

37

i. estão discriminados no PPC;

38

ii. estão implementados e articulados entre si;

39

iii. estão de acordo com as DCN ou Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST) e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso), relacionando a carga horária presencial e a distância. 

40

b. O estágio curricular ou supervisionado, se previsto nas DCN e/ou descrito no PPC:

41

i. está institucionalizado;

42

ii. possui convênios firmados com os ambientes profissionais;

43

iii. é desenvolvido a partir de plano de atividades acordado entre a Instituição de Ensino Superior (IES), estudantes e organização ou profissional liberal;

44

iv. possui carga horária determinada;

45

v. possui coordenação formalizada;

46

vi. adota processos de orientação cuja relação orientador/estudante seja compatível com as atividades e em acordo com as normativas vigentes;

47

vii. está em consonância com o perfil, competências e habilidades do egresso;

48

viii. proporciona vivências reais de atuação profissional;

49

ix. conta com ferramentas de tecnologias educacionais digitais para registro, acompanhamento e interação entre os estudantes, a coordenação e docentes com o ambiente profissional envolvido. 

50

c. As atividades complementares, se previstas nas DCN ou CNCST e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso), ou descritas no PPC:

51

i. estão institucionalizadas.

52

ii. são coerentes com as competências esperadas do egresso;

53

iii. atendem a normativa vigente no que se refere à relação com a carga horária total do curso;

54

iv. consideram uma diversidade de atividades que estimulem a formação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo, nos contextos local, regional, nacional e global.

55

d. O trabalho de conclusão de curso (TCC ou equivalente), se previsto nas DCN ou descrito no PPC:   

56

i. está institucionalizado;

57

ii. possui regras específicas para o papel do orientador e sua relação com os estudantes;

58

iii. possui critérios de aprovação, regras para o cômputo da carga horária, normas de orientação, e regras para as formas de apresentação e de divulgação, e disponibilização dos trabalhos como recursos educacionais abertos;

59

e. As atividades de extensão inseridas na estrutura curricular:        

60

i. estão institucionalizadas e atendem às Diretrizes para as Políticas de Extensão da Educação Superior Brasileira e à DCN da área do curso;

61

ii. estão articuladas com o perfil do egresso;

62

iii. estão articuladas com as necessidades do contexto regional e promovem o seu efetivo desenvolvimento, social, econômico, cultural e ambiental;

63

iv. dispõem de critérios de cômputo de carga horária e de avaliação do desenvolvimento das atividades e dos seus resultados;

64

v. contam com formas para registro, acompanhamento e interação entre os estudantes, a coordenação e docentes. 

65

f. A concepção da estrutura curricular, suas unidades e conteúdos evidenciam:     

66

i. o vínculo da teoria com a prática;

67

ii. os mecanismos de familiarização de docentes e estudantes com a modalidade a distância (conforme o caso).  

68

g. A concepção da estrutura curricular, suas unidades e conteúdos propiciam a abordagem de temas pertinentes às políticas e ao ensino de:    

69

i. educação ambiental;

70

ii. direitos humanos e de temas relacionados à pessoa com deficiência;

71

iii. das relações étnico-raciais;

72

iv. história e cultura afro-brasileira, africana e indígena. 

73

h. A estrutura curricular, suas unidades e conteúdos:

74

i. demonstram uma abordagem interdisciplinar;

75

ii. estimulam a articulação entre seus componentes de ensino;

76

iii. promovem a inovação ou empreendedorismo.

77

iv. evidenciam a oferta da disciplina de Libras;

78

i. Os planos de ensino dos componentes curriculares:         

79

i. explicitam seus objetivos de aprendizagem;

80

ii. são apresentados e estão disponíveis para os estudantes;

81

iii. explicitam suas contribuições para o desenvolvimento do perfil e das competências às quais estão relacionados na estrutura curricular. 

82

j. A estrutura curricular é aprimorada:          

83

i. por meio da avaliação de sua eficácia no desenvolvimento do perfil e das competências esperadas para os egressos. 

84

 

85

1.3 Metodologia        

86

a. A concepção metodológica:           

87

i. está descrita no PPC;

88

ii. está alinhada às DCN ou CNCST e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso);

89

iii. é coerente com a política pedagógica institucional descrita no PDI;

90

iv. está correlacionada com o perfil e as competências esperadas para os egressos;

91

v. considera a estratégias de retirada de barreiras de ensino que permitam a aprendizagem de pessoas com deficiência;

92

vi. orienta as estratégias de ensino-aprendizagem utilizadas nos diversos componentes curriculares;

93

vii. permite o desenvolvimento dos objetivos educacionais estipulados por unidade curricular, de acordo com o formato de oferta e suas combinações.

94

viii. evidenciam os percursos formativos, constituídos pelos componentes curriculares responsáveis por desenvolver cada uma das competências gerais e específicas esperadas do egresso.

95

b. As metodologias:   

96

i. estão evidenciadas no PPC;

97

ii. estão descritas nos planos de ensino de cada componente curricular, eixos ou núcleos disciplinares, quanto a vinculação e recomendação de utilização do PPC;  

98

iii. são desenvolvidas e aprimoradas em ações de formação continuada de docentes, inclusive no uso das tecnologias educacionais digitais;

99

iv. são aplicadas pelo corpo docente tal como previstas.

100

c. As estratégias de ensino-aprendizagem:    

101

i. estão descritas e justificadas nos planos de ensino dos componentes curriculares, incluindo detalhamento do formato de oferta do curso;

102

ii. são coerentes com os objetivos de aprendizagem dos componentes curriculares;

103

iii proporcionam acessibilidade metodológica e o ganho progressivo de autonomia do estudante.

104

d. A eficácia das metodologias e estratégias de ensino-aprendizagem e seus resultados são avaliados periodicamente e:      

105

i. analisados por instâncias de gestão do curso;

106

ii. acompanhados pela CPA;

107

iii. geram ações de aprimoramento.

108

e. As estratégias de ensino-aprendizagem e recursos didáticos incentivam a ação do estudante:  

109

i. na articulação entre teoria e prática ou no desenvolvimento de projetos, serviços ou produtos aplicados.

110

f. As metodologias de ensino-aprendizagem adotadas pelo curso:  

111

i. incorporam estratégias educacionais que proporcionem a aprendizagem adaptativa, promovendo o ganho progressivo de autonomia dos estudantes;

112

ii. enfatizam o desenvolvimento da motivação intrínseca do estudante para o aprendizado.

113

1.4 O Programa de Gestão da Aprendizagem do Curso 

114

a. O Programa de Gestão da Aprendizagem do curso:         

115

i. está documentado;

116

ii. tem cronograma definido e implementado;

117

b. O Programa de Gestão da Aprendizagem do curso:         

118

i. inclui ampla e relevante participação do corpo docente do curso;

119

ii. é supervisionado e validado pelo NDE.  

120

c. O Programa de Gestão da Aprendizagem do curso inclui:           

121

i. mecanismos de avaliação da aprendizagem dos estudantes ao longo do desenvolvimento das unidades curriculares;

122

ii. mecanismos de avaliação da aprendizagem dos estudantes em relação a todas as competências definidas para os egressos, podendo utilizar métodos quantitativos ou qualitativos;

123

iii. identificação de lacunas de aprendizagem a partir das avaliações realizadas.

124

d. O Programa de Gestão da Aprendizagem do curso inclui:          

125

i. concepção e implementação de intervenções no currículo e no PPC visando minimizar as lacunas de aprendizagem;

126

ii. instrumentos de aferição periódica da aprendizagem prevista a cada fase do percurso formativo e a aprendizagem efetivamente identificada mediante mecanismos de avaliação; 

127

iii. a avaliação continuada das intervenções realizadas a partir dos resultados do aprendizado dos estudantes no currículo do curso e no projeto pedagógico.

128

 

129

1.5 Procedimentos de avaliação da aprendizagem

130

a. Os procedimentos de avaliação da aprendizagem:           

131

i. estão descritos no PPC, coerentes com o PDI e orientados para atendimento das DCN ou CNCST e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso);

132

ii. estão descritos nos planos de ensino e são aplicados pelos docentes;

133

iii.  orientam as estratégias de ensino-aprendizagem utilizadas nas diversas unidades curriculares. 

134

b. Os procedimentos de avaliação da aprendizagem nas unidades curriculares possuem:

135

i. caráter formativo, que permitem aos estudantes compreenderem suas dificuldades de aprendizagem, e seus resultados são informados aos estudantes em interação com os docentes ou mediadores pedagógicos;

136

ii. ferramentas de identificação do estudante (em caso de oferta a distância).

137

c. Os procedimentos de avaliação da aprendizagem:           

138

i. variam em formas e métodos;

139

ii. possuem caráter somativo, que estão alinhados aos objetivos de aprendizagem definidos para a unidade curricular;     

140

iii. são periodicamente avaliados com base em evidências do processo formativo.

141

d. O Núcleo Docente Estruturante (NDE), o coordenador do curso e a instância responsável pelo apoio psicopedagógico:

142

i. dispõem de ferramentas analíticas que geram informações de progressão do desempenho dos estudantes em relação à aprendizagem.

143

e. Os resultados da avaliação periódica dos procedimentos de avaliação da aprendizagem:

144

i. subsidiam os processos de formação continuada do corpo docente e de mediadores pedagógicos (quando houver).

145

f. Os resultados da avaliação da aprendizagem:       

146

i. são utilizados pelos docentes e mediadores pedagógicos (quando houver) para o aprimoramento dos seus planos de ensino. 

147

 

148

1.6 O processo de aprendizagem mediado por tecnologias        

149

a. O processo de aprendizagem mediado por tecnologias:   

150

i. atende às demandas didático-pedagógicas da estrutura curricular;

151

ii. inclui docentes, mediadores pedagógicos (quando houver) e demais profissionais de educação envolvidos, conforme o caso;

152

iii. promove a mediação pedagógica junto aos estudantes, inclusive em momentos presenciais;

153

iv. inclui ações voltadas ao engajamento dos estudantes no aprendizado;

154

v. é coerente com o perfil esperado do egresso. 

155

b. As atividades de mediação pedagógica (quando previstas):        

156

i. facilitam a compreensão do conteúdo e formação das competências relacionadas aos componentes curriculares aos estudantes;

157

ii. permitem o acompanhamento dos estudantes no processo formativo. 

158

c. As avaliações do processo de aprendizagem mediado por tecnologias e atividades de mediação pedagógica (quando previstas):     

159

i. consideram as competências dos estudantes;

160

ii. consideram as competências e formação acadêmica da equipe pedagógica do curso;

161

iii. oportunizam a participação de estudantes na elaboração de indicadores de avaliação da mediação pedagógica; 

162

iv. apresentam indicadores dos quantitativos de estudantes acompanhados por docente e/ou mediador pedagógico;

163

v. apresentam indicadores de carga horária atribuída para cada docente e/ou mediador pedagógico para realizar suas atividades de mediação pedagógica em relação ao quantitativo de estudantes;

164

vi. apresentam indicadores captados junto aos estudantes e egressos sobre a qualidade da mediação pedagógica.

165

d. As ações de capacitação dos docentes, mediadores pedagógicos e demais profissionais de educação envolvidos no processo de mediação da aprendizagem:

166

i. são realizadas;

167

ii. estão devidamente documentadas;

168

iii.  são consideradas como insumo para a gestão dos mediadores pedagógicos;

169

iv. baseadas nas avaliações periódicas.  

170

e. As atividades de mediação da aprendizagem e de mediação pedagógica (quando houver):

171

i. colaboram para a inserção de novas metodologias de ensino, observadas as necessidades dos estudantes;

172

ii. direcionam os estudantes para o uso de recursos adicionais que promovem a aprendizagem;

173

iii. são explicitadas quanto à sua carga horária síncrona (presencial ou a distância) e sua frequência;

174

iv. auxiliam os estudantes no desenvolvimento de competências para a pesquisa, a escrita acadêmica, para a resolução de problemas, dentre outras;

175

v. facilitam a integração com a equipe multidisciplinar e dos polos (quando houver). 

176

 

177

1.7 Tecnologias Digitais no âmbito do curso        

178

a. As tecnologias digitais adotadas no âmbito do curso, inclusive o ambiente virtual de aprendizagem:  

179

i. são implementadas com ações de capacitação focadas no letramento digital de docentes e de outros profissionais da educação;

180

ii. são implementadas de forma a permitir a inclusão digital dos estudantes, docentes e demais profissionais da educação;

181

iii.  garantem a acessibilidade, inclusive com tecnologias assistivas;

182

iv. possibilitam a interatividade entre docentes, estudantes, mediadores pedagógicos (quando houver) e demais profissionais da educação (quando previstos). 

183

b. As tecnologias digitais adotadas no processo de ensino-aprendizagem, inclusive o ambiente virtual de aprendizagem:            

184

i. promovem o acesso e a disponibilidade dos materiais didáticos;

185

ii. promovem experiências colaborativas de aprendizagem;

186

iii. possuem recursos, sistemas, hardwares e softwares apropriados;

187

iv. possibilitam o desenvolvimento da cooperação entre mediadores pedagógicos (quando houver), estudantes e docentes;

188

v. permitem a realização das atividades didático-pedagógicas previstas no PPC.  

189

c. O ambiente virtual de aprendizagem:       

190

i. permite aos estudantes o acesso aos resultados de suas avaliações e devolutivas personalizadas pelos docentes e mediadores pedagógicos (quando houver);

191

ii. permite a realização de diferentes formas de atividades didático-pedagógicas, especialmente com foco no protagonismo dos estudantes.

192

d. O material didático:           

193

i. tem seu propósito, concepção e formatos detalhados no PPC;

194

ii. é validado pela equipe multidisciplinar;

195

iii. contempla o perfil do egresso e a estrutura curricular, conforme definidos no PPC;

196

iv. garante a acessibilidade;

197

v. promove a interdisciplinaridade, o ensino contextualizado e o raciocínio crítico-reflexivo;

198

vi. estimula o reconhecimento da diversidade, das práticas didáticas criativas, inovadoras e efetivas;

199

vii. indica o período e a taxa de sua atualização;

200

viii. prioriza a inserção de recursos interativos, diversificados e digitalmente enriquecidos.

201

e. Há avaliação sobre a efetividade das tecnologias digitais adotadas no processo de ensino-aprendizagem, inclusive o ambiente virtual de aprendizagem, por parte:    

202

i. dos estudantes;

203

ii. do corpo docente;

204

iii. dos mediadores pedagógicos (quando for o caso);

205

iv. da comunidade externa ao curso, que utiliza essas tecnologias. 

206

f. As tecnologias digitais adotadas no processo de ensino-aprendizagem (quando previsto):        

207

i. apresentam recursos imersivos de realidade virtual ou ampliada;

208

ii. incluem sistemas de inteligência artificial dedicados a promover a aprendizagem supervisionados por pessoas.

209

 

210

1.8 Processos de Gestão do Curso

211

a. O processo de gestão do curso, descrito no PPC, inclui:  

212

i. estrutura e responsabilidades definidas;

213

ii. fontes de informação dos indicadores provenientes de autoavaliação e de avaliações externas;

214

iii. análise dos indicadores provenientes de autoavaliação e de avaliações externas e identificação de oportunidades de melhorias.

215

b. Há periodicidade definida para:    

216

i. a autoavaliação do curso;

217

ii. as análises de oportunidades de aprimoramento;

218

iii. a implementação de melhorias;

219

iv. a avaliação da eficácia das ações de melhoria.  

220

c. Os resultados das avaliações são: 

221

i. conhecidos pela comunidade acadêmica, considerando todos os locais de oferta, incluindo campi, polos e ambientes profissionais (conforme o caso);

222

ii. disponibilizados por meio de tecnologias digitais;

223

iii. divulgados para o público externo.  

224

d. Há plano de ação de acompanhamento e monitoramento dos resultados das avaliações internas e externas devidamente implementado que:

225

i. inclua múltiplas fontes de informação para a avaliação;

226

ii. permita a identificação de oportunidades de melhoria contínua do curso;

227

iii. defina responsáveis pela implementação das ações de melhoria, com cronograma de execução;

228

iv. avalie a eficácia das ações propostas. 

229

e. O processo de autoavaliação do curso em conjunto com as políticas institucionais demonstra:

230

i. acompanhamento multidimensional do desempenho docente;

231

ii. planejamento e implementação de ações de capacitação e/ou formação continuada para a docência.

232

 

233

1.9 Sistema de acolhimento e apoio aos estudantes 

234

 a. O sistema de acolhimento e apoio implementado no curso:       

235

i. está definido no PPC e tem coerência com o PDI;

236

ii. é coerente com o perfil dos ingressantes no curso;

237

iii. considera as diferentes realidades socioeconômicas e culturais durante a vida acadêmica dos estudantes. 

238

iv. realiza avaliação diagnóstica de ingressantes, que permita identificar necessidades específicas de nivelamento acadêmico e outras demandas de suporte em função de deficiências resultantes dos níveis anteriores de educação.

239

b. O sistema de acolhimento e apoio contempla:     

240

i. ações de nivelamento;

241

ii. ações de intermediação;

242

iii. acessibilidade metodológica atitudinal e demais formas de inclusão;

243

iv. apoio psicopedagógico;

244

v. amparo socioemocional;

245

vi. ações para o desenvolvimento do letramento digital. 

246

c. O sistema de acolhimento e apoio contempla:     

247

i. promoção de estratégias de reconhecimento da diferença e da diversidade, da inclusão de segmentos sociais historicamente discriminados e da igualdade de oportunidades e de tratamento;

248

ii. suporte aos estudantes com deficiência, superdotação, altas habilidades, transtorno do espectro autista e demais neurodivergencias. 

249

d. O sistema de acolhimento e apoio é:        

250

i. desenvolvido por equipe de especialistas com perfil adequado às atividades;

251

ii.  avaliado a fim de mensurar a eficácia do processo em termos dos resultados alcançados, da permanência e do desempenho dos estudantes.

252

 

253

1.10 Ações de apoio à inserção profissional dos estudantes

254

a. As ações de apoio à inserção profissional dos estudantes:           

255

i. estão definidas no PPC;

256

ii. estão de acordo com as DCNs ou CNCST (quando houver) e normativa vigente;

257

iii. organizam-se com a participação do NDE;

258

iv. desenvolvem cadastros, bancos de dados ou sistemas de monitoramento mantidos pela instituição.   

259

b. As ações de apoio à inserção profissional dos estudantes:           

260

i. subsidiam a formulação de atividades práticas e de extensão no âmbito do curso;

261

ii. subsidiam a celebração de convênios de estágio, de cooperação acadêmica ou de mobilidade estudantil.

262

iii. incluem a divulgação regular de oportunidades disponíveis na área do curso;

263

iv. incluem canais ágeis, transparentes e conhecidos pela comunidade acadêmica para disseminação dessas informações. 

264

c. As ações de apoio à inserção profissional dos estudantes incluem:         

265

i. a prestação de serviços de mentoria, projeto de vida ou aconselhamento vocacional;

266

ii. o patrocínio a redes de contatos e apoio mútuo ou a eventos de intercâmbio de experiências entre estudantes e egressos.   

267

d. As ações de apoio à inserção profissional dos estudantes promovem o mapeamento:   

268

i.  de trajetórias ocupacionais típicas;

269

ii. do tempo médio de colocação no mercado de trabalho;

270

iii. das competências e características de perfil associadas à inserção no mercado e à maior adaptação, estabilidade e progressão profissional.

271

e. As ações de apoio à inserção profissional dos estudantes incluem:         

272

i. núcleos de incentivo à inovação, ao empreendedorismo, à economia criativa circular ou à economia solidária, conforme o caso;

273

ii. atualização na oferta de disciplinas ou atividades complementares em função de demandas de conhecimentos e habilidades identificadas.  

274

 

275

1.11 Perfil do Egresso          

276

a. Os perfis geral e específico do egresso:    

277

i. estão definidos no PPC;

278

ii. estão de acordo com as DCNs ou CNCST e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso).

279

iii. estão de acordo com o ambiente profissional para o qual o curso se propõe a preparar os egressos, seja local, regional, nacional ou global;

280

iv. são avaliados, considerando-se sua materialização/reflexo na estrutura, nos componentes e nos conteúdos curriculares, incluindo a devolutiva de estudantes e egressos (quando houver).

281

b. Os perfis geral e específico do egresso são periodicamente revisados e, quando pertinente, atualizados:        

282

i. para além do cumprimento básico das DCN ou CNCST;

283

ii. com o apoio de especialistas externos à IES, do ambiente de atuação profissional no qual se espera que os egressos venham a atuar. 

284

c. Os perfis geral e específico do egresso são periodicamente revisados:   

285

i.  em função das avaliações internas e externas realizadas, inclusive com especialistas externos à IES, do ambiente de atuação profissional, visando atualizações curriculares, aprimoramento do processo formativo, melhorias da organização de espaço pedagógico, para o aperfeiçoamento contínuo do curso.    

286

d. Os perfis geral e específico do egresso:    

287

i. são desenvolvidos utilizando-se da integração de tecnologias educacionais digitais, considerando-se sua materialização/reflexo na estrutura, nos componentes e nos conteúdos curriculares.

288

 

289

1.12 Competências gerais e específicas desenvolvidas pelos egressos   

290

a. As competências gerais e as específicas:  

291

i. estão definidas no PPC;

292

ii. estão de acordo com as DCNs ou CNCST e outras normativas associadas ao curso ou à área de formação (quando houver e conforme o caso).

293

iii. são coerentes com o perfil esperado do egresso;

294

iv. são compostas pelos conhecimentos, as habilidades e as atitudes que o egresso deve ter ao concluir o curso.

295

b. As competências gerais e as específicas são periodicamente revisadas e, quando pertinente, atualizadas:       

296

i. para além do cumprimento básico das DCNs e do CNCST;

297

ii. com o apoio de representantes, externos à IES, do ambiente de atuação profissional no qual se espera que os egressos venham a atuar. 

298

c. As competências gerais e as competências específicas são:        

299

i. desenvolvidas utilizando-se da integração com tecnologias educacionais digitais, considerando-se sua materialização/reflexo na estrutura, nos componentes e nos conteúdos curriculares.

300

d. As competências gerais e as específicas são revisadas periodicamente:  

301

i.  em função das avaliações internas e externas realizadas, inclusive com especialistas externos à IES, do ambiente de atuação profissional, visando atualizações curriculares, aprimoramento do processo formativo, melhorias da organização de espaço pedagógico, para o aperfeiçoamento contínuo do curso.    

302

 

303

1.13 Acompanhamento de egressos 

304

a. As ações de acompanhamento da inserção dos egressos no mercado de trabalho:

305

i. estão de acordo com as DCNs ou CNCST (quando houver) e normativa vigente;

306

ii. incluem coleta regular e sistemática de informações abrangendo áreas-chave como empregabilidade, remuneração, satisfação profissional.

307

iii. incluem métricas quantitativas e qualitativas;

308

iv. incluem estímulo para o engajamento dos egressos. 

309

b. As ações de acompanhamento dos egressos no mercado de trabalho:     

310

i. produzem relatório periódico com diagnósticos sobre o desempenho dos egressos junto a empregadores ou atores com centralidade na área de inserção profissional relacionada ao curso;

311

ii. contemplam a oferta de formação continuada ou de especialização aos egressos do curso.  

312

iii. subsidiam, com base no diagnóstico, a proposição de ações de melhoria envolvendo a oferta de disciplinas ou atividades complementares, a formulação de atividades práticas e de extensão, a celebração de convênios de estágio ou de mobilidade estudante, entre outras.

313

c. As ações de acompanhamento dos egressos possibilitam o mapeamento:          

314

i.  de trajetórias ocupacionais típicas;

315

ii. do tempo médio de colocação no mercado de trabalho;

316

iii. das competências e características de perfil associadas a inserção no mercado e a maior adaptação, estabilização e progressão profissional. 

317

d. As ações de acompanhamento dos egressos incluem:      

318

i. uso de tecnologias de análise de dados e inteligência artificial para obter uma compreensão do progresso e impacto dos egressos;

319

ii. análise preditiva e modelagem de trajetória de carreira;

320

iii. integração das devolutivas dos egressos no aprimoramento do curso em todas as suas fases, desde o desenho do currículo.

321

 

322

1.14 Ações de internacionalização acadêmica no âmbito do curso

323

(Obrigatório apenas para cursos que contemplam ações de internacionalização acadêmica no PPC ou nas DCN.).           

324

a. As ações de internacionalização:   

325

i. estão previstas no PDI e efetivam-se no PPC;

326

ii. possuem coordenação, setor ou responsável designado formalmente.

327

b.  As ações de internacionalização incluem:           

328

i. atividades de aprendizagem em colaboração com IES estrangeiras.

329

ii. eventos ou palestras que envolvem atores internacionais.  

330

iii. monitoramento e avaliação de resultados; 

331

iv. programas de mobilidade estudantil e/ou de pesquisas colaborativas entre instituições por meio de acordos firmados e implementados;

332

v. estímulo à promoção da interculturalidade e do combate à xenofobia. 

333

c. As ações de internacionalização:   

334

i. fomentam a mobilidade docente, facilitando que os docentes ministrem ou façam cursos no exterior;

335

ii. executam programa de acolhimento a estudantes, docentes e pesquisadores internacionais.

336

d. As ações de internacionalização estabelecem-se: 

337

i. i. na implementação de projetos com a colaboração de docentes estrangeiros para o desenvolvimento, disseminação e transferência de inteligência, tecnologia e conhecimento.


338

DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE

339

 

340

2.1 Perfil e experiência docente     

341

a. O perfil do corpo docente do curso:         

342

i. está descrito no PPC, conforme o PDI, contendo a formação, titulação, experiência profissional docente e não-docente e produção técnico-científica;

343

            ii. é compatível com os objetivos do curso e o perfil do egresso.

344

b. O perfil do corpo docente do curso descrito no PPC prevê:        

345

i. letramento digital e conhecimento das ferramentas utilizadas no curso;  

346

ii. experiência na docência em unidades curriculares oferecidas a distância (quando houver).

347

c. A atual composição do corpo docente:     

348

i. apresenta as características do perfil descrito no PPC e na legislação vigente.

349

d. O curso possui docentes:   

350

i. com experiência e atuação voltada à inovação e/ou ao empreendedorismo;

351

ii. com experiência e/ou formação internacional, que promove um ambiente acadêmico favorável à multiculturalidade;

352

iii. com experiência e atuação voltadas à interprofissionalidade e transdisciplinariedade;

353

iv. que abordam problemas e projetos práticos, de extensão, contextualizados e interdisciplinares. 

354

 

355

2.2 Corpo de mediação pedagógica           

356

(Exclusivo para cursos que ofertem unidades curriculares a distância)

357

a. O corpo de mediação pedagógica:

358

i. trabalha de forma integrada com os componentes do corpo docente;

359

ii. possui formação mínima, de acordo com a legislação vigente, e no mesmo campo de conhecimento dos cursos nos quais atua;

360

iii. está adequado numericamente ao quantitativo de estudantes do curso e metodologias propostas, conforme legislação vigente;

361

iv. demonstra capacidade para utilizar as tecnologias digitais e outras adotadas para a realização das atividades didático-pedagógicas previstas nos componentes curriculares nos quais atua;

362

v. tem atribuída carga horária adequada às interações com a tempestividade, profundidade e abrangência inerentes ao processo educacional conforme a quantidade de estudantes, turmas e cursos acompanhados.

363

b. O corpo de mediação pedagógica:

364

i. participa com regularidade dos espaços de interação com estudantes, docentes e a gestão do curso;

365

ii. trabalha o conteúdo em linguagem contextualizada às características da turma;

366

iii. apresenta regularmente exemplos relacionados à realidade local dos diferentes grupos de estudantes e associados aos componentes curriculares.

367

c. O corpo de mediação pedagógica:

368

i. é avaliado por estudantes dos diversos locais de vínculo em relação à tempestividade, profundidade e abrangência na interação com os estudantes.

369

ii. promove a interação em grupos de estudantes para a realização de atividades colaborativas;

370

            iii. possui experiência ou formação relacionada à área do curso;

371

            iv. incentiva o protagonismo dos estudantes no contexto do curso.

372

d. O corpo de mediação pedagógica auxilia:

373

i.  a orientação dos estudantes, sugerindo atividades e estudos complementares que cooperem com a formação;

374

ii. a elaboração de atividades específicas, em colaboração com outros docentes, para apoiar estudantes identificados com maiores dificuldades na aprendizagem.

375

 

376

2.3 Desempenho docente

377

a. O corpo docente:    

378

i. tem suas atribuições descritas no PPC;

379

ii. tem participação na análise e revisão dos objetivos e das atividades de aprendizagem e dos conteúdos das Unidades Curriculares (UCs).

380

iii. apresenta aos estudantes, presencialmente ou via tecnologias digitais, o plano de ensino das UCs que ministra;

381

iv. propõe melhorias no seu plano ensino e planos de aula com base nos resultados da autoavaliação.

382

b. O corpo docente:   

383

i. utiliza recursos pedagógicos, tecnológicos. digitais ou laboratoriais coerentes com as necessidades de aprendizagem;

384

            ii. utiliza metodologias ativas de aprendizagem;

385

iii. relaciona os conteúdos das unidades curriculares com publicações atualizadas;

386

iv. promove atividades que preparam os egressos para o enfrentamento de desafios interdisciplinares e demandas atuais do mundo do trabalho e da sociedade;

387

v. promove atividades que preparam os egressos para utilização das ferramentas digitais inerentes  ao exercício das competências profissionais esperadas.

388

c. O corpo docente:    

389

i. utiliza variados recursos pedagógicos, tecnológicos e práticos que garantam a diversidade metodológica que contribuem para a aprendizagem em cada tipo de atividade;

390

            ii. é avaliado pelos estudantes em relação a seu desempenho;

391

iii. realiza a autoavaliação para aprimoramento de sua prática docente.

392

d. O processo de avaliação do desempenho dos docentes:  

393

i. considera os resultados de aprendizagem e desenvolvimento de competências dos estudantes, visando à melhoria contínua do curso.

394

e. A produção do corpo docente:       

395

i. é comprovada por publicação em meios de difusão adequados à natureza da produção.

396

            ii. está alinhada aos objetivos do curso;

397

            iii. gera propriedade intelectual e/ou direito autoral;

398

iv. envolve a participação de estudantes ou ações com a comunidade em atividades de extensão.

399

 

400

2.4 Formação e desenvolvimento permanente do corpo docente          

401

a. As ações de acolhimento, formação e desenvolvimento do corpo docente estão institucionalizadas por meio de programa específico que compreende:    

402

i. o conhecimento geral da instituição, do PPC e das atividades desenvolvidas no curso;

403

            ii. o aprimoramento do exercício da docência em termos didático-pedagógicos;

404

iii. a atualização nas atividades de ensino que o docente desenvolve no curso, nas atividades de pesquisa (quando houver), extensão e/ou na área de saber da sua especialidade.

405

b. O programa de formação e desenvolvimento do corpo docente: 

406

i. é ofertado a todos os docentes do curso;

407

            ii. prevê o acompanhamento e orientação do docente ingressante;

408

            iii. atende às demandas geradas a partir da avaliação da atuação docente;

409

iv. permite manter o corpo docente alinhado com o desenvolvimento do perfil do egresso.

410

c. O programa de formação e desenvolvimento do corpo docente: 

411

i. é avaliado permanentemente;

412

            ii. utiliza os resultados da avaliação em melhorias contínuas.

413

d. A participação regular no programa de formação e desenvolvimento do corpo docente:          

414

i. é considerada para a progressão na carreira;

415

            ii. alcança a totalidade dos docentes;

416

iii. incentiva a articulação dos docentes com a sociedade para a melhoria contínua do curso.

417

e. A formação continuada do corpo docente para a utilização dos equipamentos, recursos digitais e serviços:    

418

i. é avaliada pela CPA e seus resultados levam a ações de aprimoramento.

419

 

420

2.5 Formação e desenvolvimento permanente do corpo de mediação pedagógica

421

(Exclusivo para cursos que ofertem unidades curriculares a distância)

422

a. As ações de acolhimento, formação e desenvolvimento do corpo de mediação pedagógica estão institucionalizadas por meio de programa específico que compreende:

423

i. o conhecimento geral da instituição, do PPC e das atividades desenvolvidas no curso;

424

            ii. o aprimoramento do exercício da mediação pedagógica;

425

iii. a atualização nas atividades que desenvolve no curso, nas atividades de pesquisa (quando houver), extensão e/ou na área de saber da sua especialidade.

426

b. O programa de formação e desenvolvimento do corpo de mediação pedagógica:                      i. é ofertado a todos mediadores pedagógicos do curso;

427

            ii. prevê o acompanhamento e orientação do mediador pedagógico ingressante;

428

iii. atende às demandas geradas a partir da avaliação da atuação do mediador pedagógico;

429

iv. promove o aperfeiçoamento na utilização de plataformas tecnológicas digitais em consonância com a evolução da prática pedagógica;

430

v. permite manter o corpo de mediação pedagógica alinhado com o desenvolvimento do perfil do egresso.

431

c. O programa de formação e desenvolvimento do corpo e mediação pedagógica:

432

i. é avaliado permanentemente;

433

            ii. utiliza os resultados da avaliação em melhorias contínuas.

434

d. A participação regular no programa de formação e desenvolvimento do corpo de mediação pedagógica:       

435

i. é considerada para a progressão na carreira;

436

            ii. alcança a totalidade dos mediadores pedagógicos;

437

iii. incentiva a articulação do mediador com a sociedade para a melhoria contínua do curso.

438

e. A formação continuada de mediadores pedagógicos para a utilização dos equipamentos, recursos digitais e serviços:         

439

i. é avaliada pela CPA e seus resultados levam a ações de aprimoramento.


440

2.6 Atuação e formação do coordenador

441

a. A atuação do coordenador:

442

i. está de acordo com o PPC;

443

ii. atende à demanda existente, considerando que seu regime de trabalho é, pelo menos, parcial.

444

iii. é pautada em plano de ação documentado, compartilhado com o corpo docente e de mediação pedagógica;

445

iv. é de conhecimento dos estudantes e da comunidade acadêmica, incluindo aqueles que atuam em campi, polos e ambientes profissionais (quando for o caso).

446

b. O coordenador:      

447

i. faz uso de ferramentas de tecnologias educacionais digitais para interação com docentes, mediadores pedagógicos (quando for o caso), estudantes e gestores da instituição;

448

ii. faz a gestão da potencialidade do corpo docente, mediadores pedagógicos quando houver, buscando a alocação de acordo com o perfil dos docentes e do egresso;

449

iii. favorece a integração entre os docentes e docentes e mediadores pedagógicos (quando for o caso);

450

            iv. promove a melhoria contínua dos processos de ensino e aprendizagem.

451

c. A atuação do coordenador atende à demanda existente, com carga horária adequada e dedicada para:

452

i. gestão do curso;

453

ii. atendimento dos docentes, estudantes, mediador pedagógico e equipe multidisciplinar (conforme o caso);

454

            iii. participação nos colegiados.

455

d. A atuação do coordenador:

456

i. atende à demanda existente e seu regime de trabalho é integral;

457

ii. é avaliada por indicadores de desempenho disponíveis à comunidade acadêmica. 

458

e. A IES viabiliza para o coordenador do curso:      

459

i. formação e atualização para o desempenho das atividades de coordenação para melhoria contínua do curso.

460

f. A formação continuada do coordenador o curso para a utilização dos equipamentos, recursos digitais e serviços:         

461

i. é avaliada pela CPA e seus resultados levam a ações de aprimoramento.

462

 

463

2.7 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

464

 a. O NDE possui:      

465

i. no mínimo, 5 docentes do curso;

466

            ii. todos os membros atuantes em regime de tempo integral ou parcial;

467

            iii. pelo menos 20% dos seus membros em regime de tempo integral;

468

iv. pelo menos 60% de seus membros com titulação stricto sensu; v. o coordenador do curso como integrante.

469

b. O NDE:     

470

i. atua no acompanhamento, na consolidação e na atualização do PPC;

471

ii. mantém parcialmente seus membros desde o último ciclo avaliativo, de forma a assegurar a continuidade no processo de acompanhamento do curso;

472

            iii.  zela pelo cumprimento das DCN (quando houver).

473

c. O NDE revisa o PPC periodicamente, com base em estudos e discussões que demonstram:     

474

i. a adequação do perfil do egresso às DCN (quando houver);

475

            ii. a adequação do perfil do egresso ao mundo do trabalho;

476

iii. a aderência dos conteúdos, metodologias e atividades do curso às necessidades de atuação profissional do egresso.

477

d. O NDE:     

478

i. realiza ações de incentivo às atividades de ensino, extensão e pesquisa (quando houver);

479

ii. zela pela interdisciplinaridade e aperfeiçoamento didático-pedagógico do curso;

480

iii. possui ferramentas e recursos de tecnologias educacionais digitais para realização de suas atividades, principalmente no que tange a interação com os demais docentes, mediador pedagógico (qaundo houver) e CPA, quando for o caso.

481

e. O NDE:     

482

i. promove autoavaliação do curso por meio de instrumentos próprios ou pela CPA;

483

            ii. utiliza os resultados da autoavaliação para contínua atualização do PPC;

484

iii. utiliza resultados de avaliação da aprendizagem para contínua atualização da metodologia.

485

f. Os membros do NDE:       

486

i. atualizam-se constantemente, para melhoria contínua do curso e atualização do PPC, por meio de interações com egressos e profissionais da área, externos à instituição, atuantes no mercado de trabalho, e empreendedores.

487

 

488

2.8 Colegiado de curso ou equivalente

489

a. O colegiado de curso ou equivalente:       

490

i. está institucionalizado e possui regimento e planejamento próprios;

491

            ii. possui representatividade dos estudantes e docentes do curso;

492

            iii. reúne-se com periodicidade determinada em regulação própria.

493

            iv. possui representatividade de mediador pedagógicos (quando houver).

494

v.  possui sistema de suporte ao registro, ao acompanhamento e à execução de seus processos e decisões.

495

b. As reuniões do colegiado de curso ou equivalente:          

496

i. são devidamente registradas;

497

            ii. possuem fluxo determinado para o encaminhamento das decisões;

498

iii. zelam pelo planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de ensino, pesquisa (quando houver) e extensão.

499

c. O colegiado de curso ou equivalente acompanha:

500

i. a implementação ou ajustes de práticas de gestão do curso;

501

            ii. a atuação do NDE e da coordenação do curso.

502

d. O colegiado do curso ou equivalente garante a representatividade:        

503

i. dos docentes, das diferentes áreas ou eixos ou unidades curriculares do curso, de forma a estimular práticas interdisciplinares.

504

ii. dos mediadores pedagógicos (quando houver), das diferentes áreas ou eixos ou unidades curriculares do curso, de forma a estimular práticas interdisciplinares.

505

e. O colegiado do curso demonstra:  

506

i. atuação estratégica, por meio do estabelecimento de políticas de incentivo à melhoria contínua do curso, pautando essas melhorias pelo desenvolvimento das competências e do perfil do egresso alinhado às demandas do mundo do trabalho e da sociedade.

507

 

508

DIMENSÃO 3 - INFRAESTRUTURA

509

 

510

3.1 Espaços de trabalho e desenvolvimento de atividades para docentes, mediadores pedagógicos (quando houver) e coordenador do curso.

511

a. Tanto os espaços de trabalho para docentes e mediadores pedagógicos (quando houver), quanto para o coordenador do curso:           

512

i. viabilizam as ações acadêmico-administrativas;

513

            ii. atendem às necessidades do curso;

514

iii. possuem equipamentos e tecnologias digitais apropriados, incluindo acesso a aplicativos de webconferência.

515

            iv. contam com plano de manutenções periódicas;

516

            v. possuem planejamento periódico de melhorias e adequações;

517

vi. permitem acesso, em caso de trabalho remoto, em jornada total ou parcial, aos equipamentos a serem utilizados e a infraestrutura tecnológica previstos em contrato de trabalho com respectivas responsabilidades de provimento.

518

b. Tanto os espaços de trabalho para docentes e mediadores pedagógicos (quando houver), quanto para o coordenador do curso:           

519

i. garantem o atendimento, com privacidade, de indivíduos ou grupos;

520

            ii. dispõem de apoio técnico-administrativo próprio;

521

iii. apresentam local para a guarda de material pessoal, com segurança, durante períodos de aulas e outras atividades presenciais.

522

c. Tanto os espaços de trabalho para docentes e mediadores pedagógicos (quando houver), quanto para o coordenador do curso:           

523

i. apresentam infraestrutura tecnológica que possibilita formas diversas de trabalho;

524

            ii. permitem o descanso em caso de atividade presencial;

525

iii. possuem recursos digitais com design universal, que permite a inclusão e acessibilidade.

526

d. Tanto os espaços de trabalho para docentes e mediadores pedagógicos (quando houver), quanto para o coordenador do curso:           

527

i. consideram a avaliação periódica dos usuários sobre esses espaços.

528

e. O desenvolvimento de atividades para docentes, mediadores pedagógicos (quando houver) e coordenador de curso:

529

i. propicia acesso a serviços para o desenvolvimento de programas de qualidade de vida e bem-estar;

530

            ii. é devidamente publicizado nos espaços de trabalho relacionados.

531

f. A disponibilização de espaços de trabalho para docentes, mediadores pedagógicos (quando houver) e coordenador do curso permite:          

532

i. o desenvolvimento da atividade pedagógica presencialmente, conforme o caso.

533

 

534

3.2 Equipamentos e serviços para docentes, mediadores pedagógicos (quando houver) e coordenador do curso.

535

a. Os equipamentos e serviços permitem:     

536

i. acesso a recursos digitais compatíveis, conforme previsto no PPC;

537

ii. sistemas de webconferência e condições de acesso com suficiência de banda para as conexões;

538

            iii. suporte tecnológico com Acordo de Nível de Serviço (SLA) explicitado.

539

b. Os equipamentos e serviços possibilitam acesso:

540

i. aos aplicativos e softwares especializados necessários à realização do curso;

541

            ii. a informações acadêmicas atualizadas periodicamente;

542

iii. a serviço de armazenamento de dados com segurança cibernética e política de tratamento conforme ordenamento jurídico vigente.

543

c. Os equipamentos e serviços permitem:     

544

i. acesso a plataformas de apoio a atividades acadêmicas e de aprendizagem, incluindo comunicação com a turma, e outros docentes.

545

d. Os serviços disponibilizados pela IES são:          

546

i. acessíveis para uso externo às suas instalações;

547

            ii. compatíveis com as necessidades pedagógicas e administrativas.

548

 

549

3.3 Salas de aula e demais ambientes de ensino-aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais (exceto laboratórios).

550

a. As salas de aula e demais ambientes de aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais, conforme o caso:

551

i. atendem às necessidades institucionais e pedagógicas previstas no PPC;

552

            ii. apresentam manutenção periódica de infraestrutura física e tecnológica;

553

            iii. oferecem condições suficientes de iluminação, conforto térmico e segurança;

554

iv. possuem itens de mobiliário em quantidade, variedade e ergonomia suficientes;

555

            v. são avaliados periodicamente pelos estudantes e docentes.

556

b. As salas de aula e demais ambientes de aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais, conforme o caso:        

557

i. são compatíveis com a quantidade de usuários e atividades a serem realizadas, conforme sua alocação em tempos diferenciados.

558

c. As salas de aula e demais ambientes de aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais, conforme o caso:        

559

i. possuem tecnologias educacionais digitais suficientes às atividades a serem desenvolvidas, conforme previsto no PPC.

560

d. Existem salas de aula ou ambientes de aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais, conforme o caso          :

561

i. que permitam flexibilidade relacionada às configurações espaciais;

562

            ii. que possibilitam a criação de situações de ensino-aprendizagem diversas.

563

e. Existem salas de aula ou ambientes de aprendizagem, inclusive nos polos (quando houver) e ambientes profissionais, conforme o caso:

564

i. que possuam recursos tecnológicos que permitem a conectividade e interatividade entre ambientes físicos e digitais na instituição e fora dela;

565

ii. que oportunizam projetos colaborativos nacionais e internacionais, com sistemas de videoconferência em grupo, sistemas de compartilhamento de telas, arquivos e espaço de trabalho colaborativo.

566

 

567

3.4 Acesso dos estudantes a equipamentos de informática         

568

a. A infraestrutura de acesso a equipamentos de informática (hardware e software) disponíveis aos estudantes, inclusive nos polos (quando for o caso):      

569

i. atende às necessidades institucionais e do curso, tanto em quantidade, quanto atualização e adequação, conforme previsto no PPC;

570

            ii. está adequada ao espaço físico em que estão instalados;

571

            iii. tem conexões com estabilidade, velocidade e banda de acesso suficiente;

572

            iv. disponibiliza acesso a rede sem fio.

573

b. A infraestrutura de acesso a equipamentos de informática (hardware e software) disponíveis aos estudantes, inclusive nos polos (quando for o caso):      

574

i. é avaliada periodicamente pelos estudantes;

575

            ii. possui apoio técnico disponível;

576

            iii. permite a realização de estudos individuais e em grupo.

577

c. A infraestrutura de acesso a equipamentos de informática (hardware e software) disponíveis aos estudantes, inclusive nos polos (quando for o caso) é avaliada periodicamente pelos usuários em razão da sua:       

578

i. adequação à demanda;

579

            ii. qualidade de funcionamento;

580

            iii. pertinência aos propósitos do curso.

581

d. A infraestrutura de acesso a equipamentos de informática (hardware e software) disponíveis aos estudantes, inclusive nos polos (quando for o caso), é objeto de:          

582

i. programas de formação continuada para docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), coordenador do curso, corpo técnico-administrativo e estudantes;

583

ii. políticas e diretrizes sobre o uso de tecnologias emergentes, tais como diferentes opções de Inteligências Artificiais.

584

 

585

3.5 Tecnologias e Recursos Digitais           

586

a. As tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores:   

587

i. são de amplo acesso, de maneira clara e documentada;

588

            ii. atendem às necessidades institucionais e do curso, conforme previsto no PPC;

589

            iii. são compatíveis com os conteúdos, metodologias e atividades do curso;

590

iv. aplicam metodologias de design universal, que permitem o acesso a pessoas com deficiência, superdotação, altas habilidades e transtorno do espectro autista e demais neurodivergencias.

591

b. As tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores:   

592

i. exploram recursos educacionais tecnológicos em diferentes suportes e sistemas;

593

ii. são adaptativos, disponibilizados em formatos variados e compatíveis com as necessidades dos estudantes e docentes;

594

iii. permitem apresentações relativas a atividades do curso e apresentações de TCC ou equivalente.          

595

c. As tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores possuem ferramentas para:

596

            i. atendimento dos processos de controle e registro acadêmico;

597

ii. acompanhamento didático específico conforme componentes curriculares previstos no PPC;

598

            iii. interação e comunicação entre os mesmos agentes;

599

iv. acesso aos resultados do sistema de avaliação da aprendizagem e oportunidades de revisão e recurso.

600

d. As tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores permitem:

601

i. a interdisciplinaridade;

602

ii. o ensino contextualizado, crítico e colaborativo entre estudantes e corpo pedagógico;

603

iii. o desenvolvimento das competências profissionais previstas conforme o perfil do egresso.

604

e. As tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores são avaliados periodicamente por meio de um relatório técnico com relação a:

605

i. adequação à demanda;

606

            ii. qualidade de funcionamento;

607

            iii. pertinência aos propósitos do curso;

608

            iv. qualidade de apoio aos usuários;

609

            v. material didático digitalmente interativo.

610

f. A avaliação das tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores:

611

i. produz resultados que levam a planos de aprimoramento do curso;

612

ii. considera a atualização parcial ou total dos recursos de aprendizagem, resultando em planos de atualização documentados e atestados formalmente por equipe multidisciplinar.

613

g. Os resultados da avaliação das tecnologias e recursos digitais disponíveis aos estudantes, docentes, mediadores pedagógicos (quando houver), corpo técnico-administrativo e gestores produz comprovadamente: 

614

i. ações implantadas de aprimoramento da qualidade do curso;

615

ii. ações documentadas e efetivamente implantadas de atualização de tecnologias e recursos digitais de suporte ao curso.

616

 

617

3.6 Acervo Bibliográfico      

618

a. O acervo:   

619

i. está comprovadamente registrado em nome da IES/mantenedora ou está sistematizado em referatório digital próprio ou em consórcio interinstitucional.

620

            ii. é avaliado periodicamente pela comunidade acadêmica.

621

b. Os títulos:   

622

i. estão catalogados em sistema informatizado, inclusive recursos educacionais abertos e periódicos de acesso livre;

623

            ii. podem ser reservados inclusive remotamente (no caso de acervo físico);

624

iii. podem ter seu conteúdo consultado eletronicamente online ou offline (no caso de acervo virtual).

625

c. O acesso aos títulos do acervo virtual é:   

626

i. disponibilizado ininterruptamente;

627

ii. garantido pela própria IES ou por contrato com a cessionária da base de dados de conteúdo e biblioteca virtual;

628

d. Há relatório de adequação do acervo:      

629

i. atualizado sempre que houver alteração nas unidades curriculares e/ou conteúdos;

630

            ii. de conhecimento dos docentes e assinado pelo NDE;

631

iii. que referenda a pertinência do acervo bibliográfico em relação às unidades curriculares.

632

e. O relatório de adequação do acervo considera:    

633

i. o quantitativo de exemplares físicos (quando houver);

634

            ii. a possibilidade de acessos virtuais simultâneos (no caso de acervo virtual);

635

            iii. a quantidade de acessos disponíveis;

636

            iv.   a projeção dos estudantes no curso;

637

v. a compatibilidade dos recursos ao número de vagas autorizadas para cursos a distância (quando houver).

638

f. Os resultados da avaliação do acervo levam a ações de aprimoramento com relação:    i. à sua atualização;

639

            ii. à diversidade de referências;

640

            iii. à garantia de continuidade e qualidade do acesso pelos usuários;

641

iv. a satisfação de estudantes e docentes em relação à qualidade do material bibliográfico disponibilizado.

642

g. Há repositório de conhecimento institucional:     

643

i. formalizado e indexado em plataforma digital;

644

            ii. acessível à comunidade acadêmica interna e externamente à IES;

645

iii. que contempla produção acadêmica de estudantes de graduação e de pós-graduação (lato e stricto sensu) da IES.

646

h. A gestão da IES:    

647

i. acompanha o uso do acervo da biblioteca (físico ou virtual) através de relatórios periódicos;

648

            ii. promove ações de incentivo ao uso do acervo.

649

 

650

3.7 Processo de controle de produção ou distribuição de material didático (logística)

651

NSA para cursos presenciais que não contemplam no PPC a produção ou distribuição de material didático.

652

Obrigatório para cursos ofertados a distância e para cursos presenciais e semipresenciais que ofertam unidades curriculares ? integral ou parcialmente - a distância (conforme a legislação vigente).

653

a. O processo de controle de produção ou distribuição de material didático:         

654

i. está formalizado;

655

b. O processo de controle de produção ou distribuição de material didático:           

656

i. possui plano de contingência para a garantia de continuidade de funcionamento.

657

c. O processo de controle de produção ou distribuição de material didático:         

658

i. dispõe de um sistema informatizado de acompanhamento para gerenciamento de suas principais etapas.

659

d. O processo de controle de produção ou distribuição de material didático:         

660

i. faz uso de indicadores de desempenho bem definidos.

661

 

662

3.8 Laboratórios didáticos                                                                                                                             

663

a. Os laboratórios didáticos, inclusive nos polos (quando houver):    

664

i. atendem às necessidades do curso, de acordo com o PPC;

665

            ii. estão de acordo com as normas de funcionamento, utilização e segurança;

666

            iii. estão em conformidade com as DCN (quando for o caso);

667

iv. permitem a abordagem dos diferentes aspectos das ciências correlacionadas ao curso.

668

b. Os laboratórios didáticos, inclusive nos polos (quando houver):

669

i. apresentam conforto;

670

            ii. são objeto de manutenção periódica, comprovada documentalmente;

671

            iii. possuem serviços de apoio técnico;

672

iv. disponibilizam recursos de tecnologias da informação e comunicação adequados às atividades a serem desenvolvidas.

673

c. Os laboratórios didáticos, inclusive nos polos (quando houver): 

674

i. possuem recursos necessários para atender à demanda do estudante;

675

            ii. possuem insumos necessários para atender à demanda do estudante;

676

iii. possuem planos de utilização, considerando as diversas atividades acadêmicas propostas no PPC, que evidenciem o adequado dimensionamento ao quantitativo de estudantes e metodologia utilizada;

677

iv. ficam disponíveis para os estudantes desenvolverem práticas de aprimoramento do ensino aprendizagem, além das atividades programadas;

678

            v. atendem às necessidades demandadas por outras atividades do curso.

679

d. Há avaliação periódica dos laboratórios, inclusive nos polos (quando houver) quanto:

680

i. ao atendimento das demandas institucionais e do curso;

681

            ii. à qualidade dos serviços prestados;

682

            iii. à qualidade das instalações e dos equipamentos.

683

e. Os resultados da avaliação periódica dos laboratórios, inclusive nos polos (quando houver) são utilizados pela gestão do curso para subsidiar:  

684

i. a melhoria da qualidade do atendimento;

685

            ii. o planejamento da demanda;

686

            iii. o planejamento das aulas ministradas.

687

f. Os técnico e docentes que atuam nos laboratórios didáticos, inclusive nos polos (quando houver):     

688

i. possuem capacitação compatível com as atividades realizadas;

689

            ii. passam por formação continuada pertinente às atividades realizadas.

690

g. Os laboratórios didáticos, inclusive nos polos (quando houver):

691

i. são utilizados para o suporte e orientação de estudantes para o desenvolvimento de trabalhos acadêmicos;

692

ii. estão disponíveis para uso em horários além dos previstos para aulas, inclusive com apoio técnico adequado.

693

 

694

3.9 Biblioteca

695

a. Há espaços adequados na biblioteca:        

696

i. ao estudo individual;

697

            ii. ao estudo coletivo;

698

            iii. que suportam a demanda em períodos e horários de maior procura.

699

b. Há condições para a utilização do acervo virtual na própria IES, e no polo (quando houver), sob a forma de:

700

i. instalações e equipamentos disponibilizados, devidamente conectados à internet;

701

            ii. acesso à internet sem fio para uso de equipamentos dos próprios estudantes.  

702

c. Há plano de gestão da biblioteca favorecendo:    

703

i. a atualização do acervo bibliográfico;

704

            ii. a garantia de prestação dos serviços aos usuários;

705

            iii. a garantia de manutenção das instalações e equipamentos disponibilizados;

706

            iv. o estímulo ao estudo extraclasse;

707

v. a manutenção dos serviços com qualidade comprovada por pesquisa de satisfação.

708

d. O acesso à biblioteca é avaliado pela comunidade acadêmica, periodicamente, tendo por critério:      

709

i. a manutenção das instalações, equipamentos e serviços. 

710

e. Os relatórios de adequação da biblioteca: 

711

i. são assinados pelo responsável pela biblioteca;

712

            ii. atestam a disponibilidade dos exemplares da bibliografia do curso;

713

iii. demonstram a adequação dos espaços físicos destinados ao estudo individual e coletivo;

714

            iv. demonstram as condições de acesso ao acervo virtual na própria instituição.

715

 


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