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Outubro Rosa na CBTU: um convite ao cuidado, ao diálogo e ao acolhimento
Outubro é o mês que reafirmamos um compromisso que vai além do símbolo: construir um ambiente de trabalho em que saúde, informação e acolhimento caminhem juntos.
A Campanha Outubro Rosa é um convite para que cada pessoa fale sobre o câncer de mama com respeito, empatia e responsabilidade — sem tabus, sem alarmismo e sem deixar ninguém de fora.
Por trás de cada número, existe uma história. Uma colega que adiou o exame por medo. Uma mãe que precisou conciliar o tratamento com a rotina de trabalho. Uma amiga que, muitas vezes, só precisava de alguém para ouvir. É por isso que a campanha deste ano convida todos a transformar conscientização em atitude.
O câncer de mama é o tipo mais incidente entre as mulheres no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 78.610 novos casos por ano, considerando o triênio de 2026 a 2028. Esse dado equivale a 71,57 casos a cada 100 mil mulheres. Também de acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2023, a doença causou 20.165 óbitos no país. Os dados reforçam a importância de manter o tema em pauta durante todo o ano. A detecção em fases iniciais amplia as possibilidades de tratamentos menos agressivos e contribui para melhores resultados no cuidado às pacientes.
"Para a CBTU, o papel do Outubro Rosa está além das ações de conscientização. A ideia é contribuir para um ambiente em que as pessoas se sintam à vontade para falar sobre saúde, buscar ajuda e, principalmente, encontrar respeito e acolhimento nos momentos mais difíceis. Por isso, o convite é que a gente transforme essa campanha em atitudes no dia a dia: que cada pessoa cuide de si, incentive quem está ao seu lado a fazer o mesmo e que possamos fortalecer essa rede de apoio. Afinal, cuidar das pessoas também é construir um ambiente de trabalho mais humano, saudável e acolhedor”, disse Silvania Veras Furtado, Gerente Técnica de Desenvolvimento de Recursos Humanos.
Conhecer o próprio corpo é um ato de cuidado. Alterações como nódulo geralmente endurecido, fixo e indolor; mudanças na pele da mama; retração ou alteração no mamilo; saída espontânea de líquido; e ínguas no pescoço ou nas axilas devem ser avaliadas por profissional de saúde. Ter um desses sinais não significa ter câncer. Mas buscar atendimento rapidamente evita atrasos no diagnóstico e garante que qualquer alteração seja investigada com serenidade e responsabilidade. A mamografia de rastreamento é recomendada a cada dois anos para mulheres de 50 a 69 anos, mesmo na ausência de sintomas.
Na Companhia temos histórias de superação como a de Luciene Pinheiro, coordenadora de Consolidação Contábil da CBTU. “Olhar para trás e ver o caminho percorrido me enche de um orgulho profundo. Minha jornada com o câncer de mama começou de forma silenciosa, em um exame preventivo. Graças à mamografia, descobri a doença logo no início, o que foi o meu primeiro grande milagre. O diagnóstico assusta e mentiria se dissesse que foi fácil. Enfrentei todo o processo de quimioterapia e radioterapia. Foi uma fase extremamente desafiadora, daquelas que testam nossos limites físicos e emocionais. Mas, desde o primeiro dia, tomei uma decisão: eu escolheria a positividade. Em vez de focar no medo, foquei na gratidão pela oportunidade de me tratar e pela chance de lutar pela minha vida. O tempo passou e, depois de 10 anos de acompanhamento, recebi a notícia mais esperada: estou oficialmente curada!”, celebrou.
O exame é uma das principais ferramentas para identificar a doença precocemente. O cuidado, porém, não se resume ao exame. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do peso, redução do consumo de álcool e acompanhamento médico conforme a história individual de cada pessoa também é importante para a prevenção e para uma relação mais saudável com o próprio corpo.
"Essa vitória mudou completamente a minha perspectiva sobre o mundo. Hoje, escolho levar uma vida muito mais leve. Entendi que o estresse do dia a dia não merece o meu tempo. Agora, meu coração bate no ritmo das aulas de dança e meus pés encontram paz nas trilhas ecológicas. A natureza e o movimento viraram minha terapia. Venci o câncer e, acima de tudo, aprendi a celebrar a beleza de estar viva", enfatizou a empregada da Administração Central da CBTU, Luciene Pinheiro. c
Fonte: Comunicação CBTU AC