TRANSIÇÃO PLANEJADA

Mudança para nova sede marca nova etapa da consolidação institucional da ANSN

Transferência para o Edifício Capemisa começou pela Presidência e avança de forma gradual, com expectativa de “Dia D” em 18 de agosto

Publicado em 10/08/2026 10:28Modificado há um dia
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Equipes da CGTI trabalharam na ativação do link de internet, instalação e configuração de firewalls e Wi-Fi
Equipes da CGTI trabalharam na ativação do link de internet, instalação e configuração de firewalls e Wi-Fi

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) iniciou, nesta sexta-feira (7), a transferência de suas atividades para a nova sede, no Edifício Capemisa, na Rua São Clemente, nº 38, em Botafogo, no Rio de Janeiro. A mudança representa mais uma etapa na consolidação da estrutura institucional da ANSN e será realizada de forma planejada e gradual, de modo a assegurar a continuidade das atividades e minimizar impactos na rotina de servidores, empregados públicos e colaboradores.

A primeira etapa contemplou a Presidência, após os ajustes finais de mobiliário e patrimônio realizados pela Coordenação-Geral de Administração e Logística (CGAL) e a ativação do link de internet, instalação e configuração de firewalls e Wi-Fi pela Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (CGTI). A expectativa é que o “Dia D” da mudança ocorra em 18 de agosto, com o avanço da transferência das equipes para o novo endereço.

O início da ocupação foi marcado por entusiasmo e emoção entre servidores e colaboradores presentes na Capemisa. Para o diretor-presidente da ANSN, Alessandro Facure, a mudança representa um marco no processo de consolidação da organização e simboliza o trabalho coletivo envolvido na construção da nova estrutura institucional.

“Este é um momento histórico para a ANSN. Temos uma equipe unida, coesa e engajada, que acreditou neste projeto e assumiu o desafio de construir uma instituição forte. Daqui a 30 anos, outras pessoas olharão para as fotos deste momento e conhecerão a história que estamos construindo hoje”, afirmou.

O superintendente-geral de Gestão Institucional, Eduardo Ferraz, agradeceu a confiança e a autonomia recebidas da Presidência e destacou a atuação integrada das coordenações da SGGI na condução da mudança. Segundo ele, o processo envolve desafios logísticos, tecnológicos, orçamentários e de gestão de pessoas, enfrentados de forma colaborativa mesmo diante das limitações de pessoal e recursos.

“Uma transição dessa dimensão não é simples, mas temos conseguido avançar muito graças ao comprometimento e à colaboração das equipes. Estamos fazendo muito além das nossas limitações e entregando, juntos, algo grandioso para a ANSN”, afirmou.

Ferraz ressaltou ainda que a adaptação à nova sede exigirá compreensão e envolvimento dos servidores, especialmente pelas mudanças na dinâmica e na cultura de trabalho. A instalação no Edifício Capemisa, explicou, é uma etapa da estruturação da ANSN, cujo projeto de longo prazo prevê uma sede própria.

“Esta é uma solução temporária, mas muito importante para o momento que estamos vivendo. Ainda temos desafios pela frente e contamos com a compreensão de todos nessa adaptação. O projeto maior é chegarmos, no futuro, a uma sede própria para a ANSN”, concluiu.

Um guia para orientar a transição

Para apoiar servidores, empregados públicos e colaboradores durante a transição, a Superintendência-Geral de Gestão Institucional (SGGI) elaborou o Guia Prático – Mudança de Sede da ANSN, com as principais informações e orientações sobre as etapas do processo.

O material será apresentado na próxima quinta-feira (13), às 10h, durante reunião aberta à comunidade da ANSN, no auditório da CNEN/Sede. O encontro será também uma oportunidade para esclarecer dúvidas e apresentar os principais aspectos da transferência para o novo endereço.

A iniciativa busca assegurar que a mudança ocorra de forma coordenada e transparente, com a participação das diferentes áreas e a circulação das informações necessárias à organização das equipes. A ocupação progressiva da nova sede integra o processo de estruturação da ANSN como órgão regulador independente na área de segurança nuclear e proteção radiológica no Brasil.

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