cooperação internacional

ANSN participa de missão da AIEA para fortalecimento regulatório na Argentina

Missão técnica realizada em Buenos Aires reuniu especialistas internacionais para discutir requisitos regulatórios aplicáveis às instalações do ciclo do combustível nuclear e fortalecer a harmonização de práticas de segurança na América do Sul.

Publicado em 18/05/2026 17:34Modificado em 25/05/2026 15:21
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Missão na Argentina proporcionou ao Brasil compartilhar experiências em áreas como revisão periódica de segurança, controle de modificações, comissionamento e qualificação de pessoal.
Missão na Argentina proporcionou ao Brasil compartilhar experiências em áreas como revisão periódica de segurança, controle de modificações, comissionamento e qualificação de pessoal.

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) desempenhou papel relevante na revisão de minutas das novas normas regulatórias da Argentina voltadas às Instalações do Ciclo do Combustível Nuclear, durante missão técnica internacional promovida pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), realizada em Buenos Aires, entre os dias 11 e 15 de maio.

As propostas normativas da Autoridad Regulatoria Nuclear (ARN), órgão regulador do setor nuclear argentino, estão alinhadas aos padrões internacionais de segurança da AIEA, incluindo diretrizes estabelecidas na norma SSR-4.

Representada pelo servidor Eduardo Souza Motta, a ANSN também prestou apoio técnico na construção conjunta de um plano de ação estratégico (roadmap) para implementação das atualizações regulatórias no país.

Ao longo de cinco dias de atividades técnicas, especialistas discutiram temas relacionados ao licenciamento e à análise de segurança de instalações nucleares, incluindo a aplicação do conceito de abordagem graduada (graded approach) e a identificação de Itens Importantes para a Segurança (IIS).

Durante a missão, também foram compartilhadas experiências brasileiras em áreas como revisão periódica de segurança, controle de modificações, comissionamento e qualificação de pessoal.

Segundo a ANSN, a participação brasileira reforça a cooperação técnica entre os dois países e contribui para a harmonização de práticas regulatórias e de segurança nuclear na América do Sul, fortalecendo o intercâmbio de experiências e a governança regulatória regional.

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