ANSN apresenta inovações para atuação em agendas de cooperação internacional

Evento reforça a evolução de trabalho da Autoridade em agendas de atividades no exterior

Publicado em 13/07/2026 10:47Modificado em 17/07/2026 13:21
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Viviane Simões, Coordenadora-Geral de Assuntos Internacionais da ANSN. Foto: Heloisa Barra
Viviane Simões, Coordenadora-Geral de Assuntos Internacionais da ANSN. Foto: Heloisa Barra

A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear realizou, na última sexta-feira (10), um encontro para debater sua atuação em agendas de cooperação internacional, como início à reflexão ampliada sobre gestão e governança.

O evento, organizado pela Coordenação-Geral de Assuntos Internacionais (CGAI), ocorreu no auditório Carneiro Felippe, em Botafogo, e teve como público-alvo os chefes, titular ou substituto, das diretorias, coordenações e divisões da Autoridade e seus respectivos pontos focais.

O encontro contou com a presença do diretor-presidente Alessandro Facure, o superintendente de Gestão Institucional, Eduardo Ferraz, o coordenador-geral de Tecnologia da Informação, Guilherme Jaime, e o coordenador-geral de Planejamento e Orçamento, Luis Eduardo Cerqueira.

Entre outros coordenadores e chefes de divisão, estiveram presentes a coordenadora-geral de Instalações Radiativas, Camila Salata, o coordenador-geral de Segurança, Transporte e Rejeitos, Josélio Monteiro, o coordenador-geral do Ciclo do Combustível Nuclear, Paulo Marinho, a coordenadora-geral substituda da CGRE, Nelbia Lapa e a chefe da Divisão de Normatização, Flávia Schenato.

Entre os pontos focais, também marcaram presença os colaboradores de setores ligados à Presidência, à Diretoria de Instalações Radioativas (DIRC) e à Diretoria de Instalações Nucleares e Salvaguardas (DINS) da Autoridade.

A reunião teve como principal objetivo apresentar mudanças que irão aprimorar o processo de gestão e implantar mecanismos de governança para a realização de atividades da ANSN no exterior.

O encontro também teve como intuito propor reflexão sobre Relações Internacionais da ANSN, promover conhecimento institucional sobre atividades da CGAI, evidenciando o caráter integrado dessas agendas conduzidas pela Autarquia.

Na abertura, o diretor-presidente da ANSN, Alessandro Facure, ressaltou a importância do evento e chamou atenção ao fato da Autoridade já começar a expandir seu nome e suas atividades no cenário internacional:

"A ANSN, ao nascer, já buscou se apresentar à comunidade internacional. Já assinamos um acordo bilateral com a Espanha e muitas outras interações de relevo virão pela frente, ou seja, é o Brasil, representado pela Autoridade, se inserindo nesse ecossistema, que é bastante complexo. É muito importante que estejamos aqui discutindo esses aspectos e que esse tipo de encontro se repita periodicamente, porque certamente avançaremos bastante".

Durante o evento, foram destacados os principais eixos das relações internacionais da Autoridade, ou seja, governança, cooperação técnica e processo decisório.

A coordenadora-geral de Assuntos Internacionais da ANSN, Viviane Simões, falou sobre o projeto conduzido pelo setor:

“O projeto de inovação conduzido pela CGAI é uma resposta à visão da centralidade estratégica da ANSN em áreas como a de formulação de política externa nuclear, atuação do Brasil em regimes internacionais da área nuclear além de cooperação técnica internacional. Havia lacunas importantes que se refletiam na condução de atividades administrativas estanques ainda não articuladas sob a forma de processos institucionais integrados”, destacou.

Viviane também ressaltou a evolução da CGAI em diversas agendas e os resultados benéficos que foram obtidos, especialmente no que se refere à celeridade e à integração dos processos:

“Agora, temos bases de dados que nos permitem gerar inteligência de negócios (dashboards) e isso representa enorme ganho de eficiência e eficácia. Em seu nicho de atuação como “Escritório de Ligação” com a AIEA e outras organizações internacionais, a CGAI gerencia um volume extenso de informações que precisam ser articuladas institucionalmente. Nesse sentido, consolidou-se padronização, rastreabilidade e integração entre setores e inteligência de negócios. Foi também exaustivamente considerada a sustentabilidade das soluções adotadas. Os três níveis de atuação, operacional, tático e estratégico, foram integrados, observando-se as competências e prerrogativas de cada um”.

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