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“Ser mulher na ciência é produzir, estudar, ensinar, desafiar estereótipos e inspirar, igualmente, futuras gerações de mulheres e homens na ciência”
Brasília (DF) – “Ser uma mulher na ciência implica enfrentar uma série de dificuldades e desafios únicos que muitas vezes refletem as disparidades de gênero persistentes no meio acadêmico. Mulheres cientistas muitas vezes precisam superar barreiras estruturais e culturais, desde estereótipos de gênero até desigualdades na distribuição de recursos e oportunidades. A falta de representação feminina em cargos de liderança e a ausência de modelos a serem seguidos podem criar um ambiente desafiador para mulheres que buscam se destacar em suas respectivas áreas.
É importante manter a postura e lutar contra os estereótipos: o que vale é o esforço, o merecimento, o caminho pavimentado com dedicação, e não o fato de alguém ser homem ou mulher, ou sua aparência física. Minha visão sobre ser mulher na ciência é essa: produzir, estudar, ensinar, desafiar estereótipos e procurar inspirar, igualmente, futuras gerações de mulheres e homens na ciência.

- pesquisadora Licia Mota hub-unb
Licia Mota
Reumatologista do HUB-UnB/Ebserh
Confia a história completa da pesquisadora neste link.
Sobre a Ebserh
Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.